Os diretores da Associação Mato-grossense dos Engenheiros Eletricistas (AMEE) e conselheiros do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT), Edson Domingues de Miranda, Eduardo Delmondes Goes e Edson Dias, se reuniram na quinta-feira passada (16) com o Presidente da Agência de Regulação dos Serviços Públicos (AGER), Eduardo Alves de Moura e o Coordenador Thiago Alves Bernardes. O objetivo foi tratar de assuntos diretamente ligados a prestação de serviços da concessionária de energia elétrica, ENERGISA-MT.
 
 
De acordo com o presidente da AMEE, Edson de Miranda, a reunião buscou debater problemas e receber apoio da Agência de Regulação. “Apresentamos diversos problemas encontrados por nossos profissionais da Elétrica, principalmente no quesito de atendimento, problemas de análise de projetos de rede elétrica e respostas fora do prazo estipulado, entre outros temas. A solicitação da associação é que a Energisa busque, por meio de seu quadro técnico, atender o quadro técnico externo. Queremos um atendimento mais eficaz, perante a companhia temos muita dificuldade em acessar informações que somente podem ser disponibilizadas pela companhia elétrica”, conta o representante dos engenheiros eletricistas.
 
 
O Conselheiro também disse ser sabedor que a AGER tem a competência para regular, controlar e fiscalizar com alto grau de autonomia os serviços públicos delegados na área de energia elétrica, e espera que que as ações resultem positivamente para a classe dos engenheiros eletricistas e público em geral “Chegamos até a Ager por não haver mais meios de solucionar a situação atualmente encontrada, pois nós da Associação já fizemos o contanto com a companhia elétrica e não obtivemos respostas conclusivas. Queremos que a legislação seja cumprida, mostramos ser uma instituição legalista, mas a legalidade tem que ser de ambas as partes”, alerta Edson de Miranda.
 
 
O presidente da AGER, Eduardo Alves de Moura, explanou sobre as funções da agência e esclareceu a ação fiscalizadora exercida sobre a concessionária, o fluxo de comunicação com a empresa e a atuação da ouvidoria e, que as reclamações das instituições serão tratadas junto à concessionaria. A ação imediata da AMEE foi documentar a situação. “Protocolamos junto a presidência da AGER, um relatório técnico apontando todos os problemas encontrados pelos profissionais e gostaríamos de ter uma resposta conclusiva o quanto antes e vinda da própria companhia elétrica”, enaltece Edson.