O engenheiro eletricista Marcos Vinícius Santiago Silva, nasceu em 1968 na cidade do Rio de Janeiro e veio para Mato Grosso em 1974. Formou-se em Eletrotécnica pela antiga Escola Técnica Federal de Mato Grosso em 1986. Fez a faculdade de engenharia elétrica na Universidade Federal de Mato Grosso em 1992 e, entrou para o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia no ano de 2007, como Conselheiro Suplente. Elegeu-se Conselheiro Federal representante da modalidade de Engenharia Elétrica em 2010, assumindo vários cargos no Conselho Federal de Engenharia e Agronomia. Em 2014 retornou ao Pleno do Conselho do CREA-MT, exercendo o cargo de vice-presidente e vários cargos de diretoria e comissões. Marcos Vinícius, que era 1° vice-presidente do CREA-MT, agora assume interinamente a presidência do Conselho. Marcos Vinícius, formado há 24 anos, nos conta um pouco de sua trajetória.

1)    Por que a escolha pela engenharia elétrica?

Marcos: Eu tive a influência do curso técnico que fiz durante o ensino médio, quando me identifiquei com o ramo da eletricidade e, de amigos estudantes de engenharia que sugeriram o curso pelas diversas oportunidades de trabalho, seja atuando como projetista; pesquisa e desenvolvimento; consultoria; manutenção na área eletro-eletrônica ou mesmo, em áreas administrativas e cargos de chefia em grandes empresas.


2)    Como foram seus primeiros anos após a formação universitária?

Marcos: Foram de muito aprendizado, pois a teoria era muito diferente da prática, mas a teoria que obtive na UFMT, me possibilitou um aprendizado rápido para atuar no mercado.


3)   Para o sr. quais são os maiores desafios dos profissionais que estão entrando no mercado de trabalho? 

Marcos: É de se depararem com uma alta taxa de desemprego, devendo de uma forma rápida adaptar-se as mudanças nas relações do trabalho, bem como, estar preparado para novos desafios e as inovações tecnológicas.


4)    A participação no CREA-MT, como aconteceu e se desenvolveu?

Marcos: Minha vinda para o Conselho aconteceu sendo instigado a participar da entidade de classe (Associação Mato-Grossense dos Engenheiros Eletricistas), onde verifiquei alguns problemas que eram comuns aos meus e de meus colegas engenheiros eletricistas. Percebi que poderiam ser resolvidos com uma participação efetiva junto ao CREA-MT.  Nesses 10 anos viemos tendo a valorização dos profissionais da Engenharia e da Agronomia como meta, além de mostrar a importância que estes profissionais têm diante da sociedade.


5)    Hoje o sr. é professor no IFMT, além de ser Diretor de Relações Empresariais Comunitárias desta instituição, como conduzirá o Conselho?

Marcos: Sou professor do IFMT, Campus Cuiabá, há 24 anos. Lá tenho como objetivo formar e preparar profissionais que possam ser referência no mercado de trabalho. Vejo a liderança como o elemento promotor da gestão, assim, vou atuar de forma aberta e democrática e, irei conduzir o Conselho dando continuidade ás mudanças que estão em andamento, mas também, com muita dedicação e afinco, pois sei que terei ao meu lado ótimos colaboradores e excelentes conselheiros.


6)    Como o sr. vê o Conselho hoje?

Marcos: Vejo que hoje o Conselho tem um papel fundamental na proteção da sociedade e, que os nossos serviços tem que atender aos profissionais de forma transparente, com o compromisso de prestar serviços de forma eficiente, eficaz e efetiva, atendendo a todos os requisitos identificados pelos nossos Clientes/Cidadãos.