Engenheiros florestais participam de capacitação sobre inteligência artificial no Crea-MT promovida pela AMEF
6 de novembro de 2026, às 13h00 - Tempo de leitura aproximado: 1 minuto

A Associação Mato-grossense dos Engenheiros Florestais (AMEF), com apoio do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT), realizou, na quinta-feira (5), a segunda turma do curso “IA no Dia a Dia do Engenheiro Florestal”, na sede do Conselho. A primeira edição da capacitação ocorreu no dia 29 de outubro. As atividades foram ministradas pelo engenheiro florestal Paulo Roberto Mariotti, associado da AMEF.
A iniciativa tem como objetivo apresentar, na prática, como ferramentas de inteligência artificial podem ser incorporadas à rotina técnica dos engenheiros florestais, contribuindo para a organização de atividades, elaboração de laudos, mapas e documentos, além de otimizar processos de trabalho sem deixar de lado a responsabilidade técnica do profissional.

Durante a capacitação, os participantes acompanharam demonstrações e realizaram exercícios com situações relacionadas ao cotidiano da profissão, utilizando casos reais de seu dia a dia. Entre as atividades estiveram a leitura de matrículas e geração de polígonos de imóveis, apoio ao software QGIS, elaboração de e-mails e documentos, análise de Cadastro Ambiental Rural (CAR), verificação de alertas de desmatamento por imagens de satélite e procedimentos relacionados ao SIMCAR.
O palestrante destacou que a proposta é incentivar uma atualização na maneira de executar atividades que já fazem parte da rotina profissional, acompanhando as transformações proporcionadas pela inteligência artificial.

“Estamos falando de uma atualização na forma de trabalhar, da revolução da inteligência artificial no uso do nosso trabalho cotidiano. É fazer as coisas que vocês já fazem, mas de um novo jeito”, ressaltou Paulo Roberto Mariotti.
A capacitação mostra como a inteligência artificial pode funcionar como uma ferramenta de apoio ao engenheiro florestal, auxiliando na execução de tarefas e na produtividade, sem substituir o conhecimento, a análise e a responsabilidade técnica do profissional.