A Associação dos Engenheiros Sanitaristas e Ambientais de Mato Grosso (Aesa/MT) promoverá dia 12 de julho das 14h ás 17h, no auditório da Faculdade de Arquitetura, Engenharia e Tecnologia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) Ciclo de Palestras em homenagem ao Dia do Engenheiro Sanitarista, comemorado em 13 de julho.

Programação:

14h-Abertura do evento e apresentações

14h15 ás 14h35- O papel do engenheiro sanitarista no mercado de trabalho

Palestrante: Presidente da AesaEng. sanitarista Jesse Barros

14h40 ás 14h50Apresentação do Crea Mulher

Palestrante: coordenadora Deise Marimoto

14h55 ás 15h15-Atuação Aliduam Engenharia e Saneamento

Palestrante: graduanda Eng. sanitarista Eloisa Zuchini

15h20 ás 15h25-Intervalo para o Coffe Break

14h30 às 15h40-Mútua Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea (Mútua-MT)

Palestrante: Diretor –geral da Mútua Mato Grosso, Adjane Prado

15h45 ás 16h05- Monitoramento Ambiental o Futuro da Engenharia Sanitária e Ambiental

Palestrante: Eng. sanitarista Benildo Valério

16h10 ás 16h25- Expectativa quanto a nova legislação do licenciamento ambiental

Palestrante: Mestre em gestão de recursos hídricos Valmi Lima

16h30 ás 16h55- o mercado de trabalho para os engenheiros autônomos

Palestrante: Eng. sanitarista Nancy Colman

Presidente da Aesa-MT fala sobre o trabalho desempenhado pelo engenheiro sanitarista

Membros da Aesa-MT

Em homenagem ao Dia do Engenheiro Sanitarista, o presidente da Associação dos Engenheiros Sanitaristas e Ambientais de Mato Grosso (Aesa/MT), Eng. sanitarista Jesse Barros destacou sobre os trabalhos da entidade de classe ligada ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT), Aesa-MT, funções desses profissionais, as necessidades do saneamento básico e aterro sanitário da capital.

“ A Aesa-MT conta com mais de mil e cinquenta associados. A entidade de classe desenvolve várias atividades, como eventos sobre a importância do monitoramento ambiental. Palestra de orientação de licitações públicas e outros assuntos. Nesse segundo mandato de atuação à frente da entidade, transformamos a sala da Aesa-MT em formato “coworking”, que é o compartilhamento do espaço com outras entidades de classe pertencentes ao Crea-MT”, destacou Jesse.

Ainda de acordo com o presidente da entidade, a Associação dos Engenheiros Sanitaristas e Ambientalistas de Mato Grosso apoiou a criação do Crea Mulher no estado, implantada pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), tendo no comando, conselheiras do Crea e a inspetoria do município de Água Boa, engenheira sanitarista Áurea Soares. “ Estamos auxiliando por meio da entidade de classe eventos voltados as engenheiras mulheres.   Esse Comitê do Crea Mulher precisava de uma retaguarda, por isso colocamos a Aesa, Amaest e convidamos a Abenc para estar na assessoria dessa criação do Crea Mulher no estado”, detalhou ele. Ao destacar os trabalhos das engenheiras do sistema Confea/Crea Jesse explanou sobre a Comemoração ao Dia Internacional da Mulher na Engenharia, no dia 24 de junho no Plenário do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT), realizado pelo Comitê Crea-Mulher. “ Nesse dia homenageamos simbolicamente todas as engenheiras mulheres em destaque, entre elas aquelas de relevante participação na sociedade em ações da engenharia.   A exemplo da jornalista Eunice Ramos que laçou um livro voltado ao conhecimento da engenharia, natureza e meio ambiente, o que tem tudo a ver com a nossa profissão”, detalhou engenheiro sanitarista.

Presidente da Associação dos Engenheiros Sanitaristas e Ambientais de Mato Grosso (Aesa/MT), Eng. sanitarista Jesse Barros

Na oportunidade, o presidente da Aesa-MT falou sobre os quatro eixos do saneamento básico. “Sendo a água considerado um dos mais importantes. Esse recurso deve ser tratado e utilizado de forma moderada e correta, consequentemente evitando o desperdício, para não se tornar escasso futuramente. Em Cuiabá, por exemplo não temos o plano de drenagem, em época de chuva algumas famílias enfrentam as enchentes, causando prejuízo pela falta desse tratamento correto. Em Cuiabá os sistemas de água e esgoto estão todos concedidos, e atualmente não existe um programa de despoluição dos córregos do perímetro urbano. Costumo dizer que a drenagem e a água são unidas. Infelizmente em Mato Grosso, as execuções dos planos de saneamento municipais ainda não começaram a fase de execução”, pontuou Jesse.

O engenheiro sanitarista afirmou que devido a falta de aterro sanitário, aproximadamente 90% dos resíduos sólidos em Mato Grosso não tem destino, ou seja, onde descartar, devido a isso são apenas controlados.

“ Ainda não existe a efetivação da lei 13.205/2007, que prevê a política nacional de resíduos sólidos, que obriga os municípios a terem a destinação correta dos resíduos sólidos. Até os dias de hoje ocorre prorrogação desta obrigação legal”, enfatizou ele.

Texto e foto: Cristina Cavaleiro/Equipe de Comunicação do Crea-MT