{"id":9999,"date":"2012-08-21T15:12:57","date_gmt":"2012-08-21T18:12:57","guid":{"rendered":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/um-inimigo-chamado-nevoeiro-3\/"},"modified":"2012-08-21T15:12:57","modified_gmt":"2012-08-21T18:12:57","slug":"um-inimigo-chamado-nevoeiro-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/um-inimigo-chamado-nevoeiro-3\/","title":{"rendered":"Um inimigo chamado Nevoeiro"},"content":{"rendered":"<p>Resultado da combina\u00e7\u00e3o de vapor de \u00e1gua com baixa temperatura, o  nevoeiro pode ser considerado o maior inimigo dos motoristas que trafegam nas regi\u00f5es serranas e pr\u00f3ximas a mananciais, pois reduz significativamente as condi\u00e7\u00f5es de visibilidade e torna as pistas mais escorregadias. Geralmente os acidentes que ocorrem sob esta condi\u00e7\u00e3o s\u00e3o considerados grav\u00edssimos e envolvem v\u00e1rios ve\u00edculos.<br \/>\nDirigir sob nevoeiro exige mais do que per\u00edcia. Exige respeito a algumas regras b\u00e1sicas:<\/p>\n<p>1. Diminua a velocidade. Redobre a aten\u00e7\u00e3o.<br \/>\nVoc\u00ea n\u00e3o sabe o que vai encontrar pela frente;<br \/>\n2. Mantenha a velocidade constante. Evite acelera\u00e7\u00f5es e freadas bruscas.<br \/>\nPor vezes o nevoeiro apresenta trechos menos densos intercalados a outros mais densos. Tenha certeza de que est\u00e1 fora dele para retomar velocidade;<br \/>\n3. Acenda apenas os far\u00f3is baixos. Nunca os altos.<br \/>\nAs got\u00edculas de \u00e1gua que formam o nevoeiro refletem a luz dos far\u00f3is altos reduzindo a sua visibilidade e ofuscando a vis\u00e3o de outros motoristas;<br \/>\n4. Nunca use o pica-alerta com o ve\u00edculo em movimento.<br \/>\nOutros motoristas poder\u00e3o se assustar e frear ou desviar bruscamente, entendendo que o seu ve\u00edculo est\u00e1 parado ou at\u00e9 mesmo que ele pr\u00f3prio tenha se perdido e invadido o acostamento;<br \/>\n5. Busque apoios visuais.<br \/>\nOriente-se pela faixa central, lateral, olhos de gato ou mesmo pelo acostamento.<br \/>\n6. Busque apoios auditivos.<br \/>\nRu\u00eddos de motores indicam a aproxima\u00e7\u00e3o de outros ve\u00edculos, sons de freadas alertam sobre problemas a frente ou atr\u00e1s, altera\u00e7\u00e3o do ru\u00eddo do pneu com o piso pode indicar que voc\u00ea saiu da estrada;<br \/>\n7. Em casos de emerg\u00eancia, pare somente em locais seguros, ligue o pisca-alerta e sinalize a pista.<br \/>\nEm situa\u00e7\u00f5es de forte nevoeiro o acostamento torna-se local perigoso mesmo que com pica-alerta ligado. Busque \u00e1reas al\u00e9m do acostamento;<br \/>\n8. Nunca pare na pista. Caso n\u00e3o haja acostamento ou local seguro, continue a viagem at\u00e9 identificar uma \u00e1rea segura de parada.<\/p>\n<p>Planeje sua viagem com anteced\u00eancia e evite hor\u00e1rios de nevoeiro.<\/p>\n<p>Luiz Roberto M. C. Cotti<br \/>\n11.9357.7310 &#8211; 11.3467.6771<br \/>\nprojeto@sobrevivencianotransito.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resultado da combina\u00e7\u00e3o de vapor de \u00e1gua com baixa temperatura, o nevoeiro pode ser considerado o maior inimigo dos motoristas que trafegam nas regi\u00f5es serranas e pr\u00f3ximas a mananciais, pois reduz significativamente as condi\u00e7\u00f5es de visibilidade e torna as pistas mais escorregadias. Geralmente os acidentes que ocorrem sob esta condi\u00e7\u00e3o s\u00e3o considerados grav\u00edssimos e envolvem [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-9999","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9999","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9999"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9999\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9999"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9999"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9999"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}