{"id":9993,"date":"2012-08-21T15:12:57","date_gmt":"2012-08-21T18:12:57","guid":{"rendered":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/sonolencia-ao-volante-perigo-constante-2\/"},"modified":"2012-08-21T15:12:57","modified_gmt":"2012-08-21T18:12:57","slug":"sonolencia-ao-volante-perigo-constante-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/sonolencia-ao-volante-perigo-constante-2\/","title":{"rendered":"Sonol\u00eancia ao volante, perigo constante"},"content":{"rendered":"<p>Estudos e pesquisas realizadas em diversos pa\u00edses apontam a Sonol\u00eancia como respons\u00e1vel por um grande n\u00famero de acidentes de tr\u00e2nsito (Reino Unido 10%, It\u00e1lia 11,4%, Nova Zel\u00e2ndia 17%, Austr\u00e1lia 30%, Estados Unidos 20 a 40%).<\/p>\n<p>No Brasil, um trabalho realizado por Rizzo G., intitulado Drowsy driving in the South of Brasil, entrevistou 1.000 motoristas (dos quais, 33,3% caminhoneiros) sobre os seguintes par\u00e2metros: h\u00e1bito de sono, roncos, sonol\u00eancia diurna, sonol\u00eancia ao dirigir e obesidade. <\/p>\n<p>Observou-se que:<\/p>\n<p>1) 254 motoristas tiveram um ou mais acidentes automobil\u00edsticos dos quais 20,1% apontando a sonol\u00eancia excessiva como causa do acidente; <\/p>\n<p>2) 58,2% dos entrevistados dirigiam ocasionalmente com sono e 16% freq\u00fcentemente; <\/p>\n<p>3) 41,7% dos caminhoneiros referiram-se a \u0093cochilos\u0094 ao dirigirem;<\/p>\n<p>4) 58,4% tomavam algum estimulante para ficarem acordados; e<\/p>\n<p>5) Somente 7,2% dos motoristas tinham o h\u00e1bito de pararem o carro para descansar quando se sentiam cansados.<\/p>\n<p>Na maioria das vezes, os acidentes causados por motoristas que dormiram ao volante, ocorrem nas estradas e resultam em morte ou les\u00f5es graves, devido \u00e0s colis\u00f5es serem frontais e em altas velocidades.<\/p>\n<p>Dentre as causas da sonol\u00eancia que podem acometer os motoristas est\u00e1 a S\u00edndrome da Apn\u00e9ia Obstrutiva do Sono, uma desordem da respira\u00e7\u00e3o durante o sono, caracterizada por uma obstru\u00e7\u00e3o das vias a\u00e9reas que causam as paradas respirat\u00f3rias resultando em noites mal dormidas. Os portadores desta s\u00edndrome correm um risco 7 vezes maior de envolverem-se em acidentes de tr\u00e2nsito e 2,5 vezes maior de sofrerem acidentes de trabalho.<\/p>\n<p>Lembre-se: <\/p>\n<p>&#8211; Quando estiver dirigindo e a sonol\u00eancia chegar, pare e lugar seguro e descanse. Jamais fa\u00e7a uso de artif\u00edcios para \u0093driblar\u0094 a sonol\u00eancia.<\/p>\n<p>&#8211; Nas paradas para refei\u00e7\u00f5es, prefira alimentos mais leves. Uma alimenta\u00e7\u00e3o pesada far\u00e1 seu n\u00edvel de energia baixar e a sonol\u00eancia te pegar.<\/p>\n<p>&#8211; Dirija somente se estiver descansado e bem disposto.<\/p>\n<p>*Luiz Roberto M. C. Cotti<br \/>\n11.9357.7310 &#8211; 11.3467.6771<br \/>\nprojeto@sobrevivencianotransito.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudos e pesquisas realizadas em diversos pa\u00edses apontam a Sonol\u00eancia como respons\u00e1vel por um grande n\u00famero de acidentes de tr\u00e2nsito (Reino Unido 10%, It\u00e1lia 11,4%, Nova Zel\u00e2ndia 17%, Austr\u00e1lia 30%, Estados Unidos 20 a 40%). No Brasil, um trabalho realizado por Rizzo G., intitulado Drowsy driving in the South of Brasil, entrevistou 1.000 motoristas (dos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-9993","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9993","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9993"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9993\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9993"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9993"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9993"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}