{"id":9880,"date":"2016-09-28T17:52:00","date_gmt":"2016-09-28T20:52:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/em-cidades-grandes-apenas-36-das-obras-de-agua-e-esgoto-estao-prontas-2\/"},"modified":"2016-09-28T17:52:00","modified_gmt":"2016-09-28T20:52:00","slug":"em-cidades-grandes-apenas-36-das-obras-de-agua-e-esgoto-estao-prontas-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/em-cidades-grandes-apenas-36-das-obras-de-agua-e-esgoto-estao-prontas-2\/","title":{"rendered":"*Em cidades grandes, apenas 36% das obras de \u00e1gua e esgoto est\u00e3o prontas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">\n\tO <strong>Instituto Trata Brasil<\/strong> analisou 340 obras de &aacute;gua e esgoto do PAC 1 e do PAC 2 nas cidades com mais de 500 mil habitantes. S&atilde;o obras tocadas por empresas privadas de saneamento, munic&iacute;pios e estados com recursos federais. E traz um relat&oacute;rio completo e&nbsp;alarmante quanto a situa&ccedil;&atilde;o do saneamento b&aacute;sico no Brasil, que ser acessado <strong><a href=\"http:\/\/www.tratabrasil.org.br\/datafiles\/de-olho-no-pac\/2016\/relatorio.pdf\" target=\"_blank\" title=\"Relat\u00f3rio Completo\">AQUI<\/a>&nbsp;<\/strong>e<strong>&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.tratabrasil.org.br\/datafiles\/de-olho-no-pac\/2016\/press-release.pdf\" target=\"_blank\" title=\"Releease \">AQUI<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tO que podemos concluir &eacute; que n&oacute;s, como sociedade, temos que come&ccedil;ar a se interessar por esse recurso e pensar em uma regulamenta&ccedil;&atilde;o mais adequada pensando a transpar&ecirc;ncia, direito &agrave; &aacute;gua e n&atilde;o comprometer o uso das futuras gera&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tEm janeiro de 2016, a ONU reconheceu o saneamento b&aacute;sico como um direito humano como mostra a nota acessando&nbsp;<a href=\"https:\/\/nacoesunidas.org\/assembleia-geral-da-onu-reconhece-saneamento-como-direito-humano-distinto-do-direito-a-agua-potavel\/\" target=\"_blank\"><strong>AQUI<\/strong><\/a>. Assista a reportagem que foi ao ar no Jornal Nacional clicando na foto abaixo:<a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/jornal-nacional\/edicoes\/2016\/09\/27.html#!v\/5336500\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"\/img_site\/images\/GLOBO(1).jpg\" style=\"margin: 5px;width: 300px;height: 167px;float: right\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tSeis em cada dez obras de saneamento b&aacute;sico nas maiores cidades brasileiras est&atilde;o paradas, atrasadas ou nem come&ccedil;aram. E n&atilde;o &eacute; por falta de dinheiro.<br \/>\n\tQuem passa pelo c&oacute;rrego trecho da favela de Parais&oacute;polis, em S&atilde;o Paulo, precisa olhar bem para onde anda, para n&atilde;o pisar no esgoto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tNo PAC 1, que come&ccedil;ou h&aacute; nove anos, 45% das obras ainda n&atilde;o est&atilde;o conclu&iacute;das. J&aacute; o PAC 2 foi lan&ccedil;ado em 2011, e s&oacute; tem 4% das obras prontas; 28% ainda nem come&ccedil;aram.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<br \/>\n\tAnalisando s&oacute; as obras de esgoto do PAC 1, as regi&otilde;es Sul e Sudeste est&atilde;o quase perto do fim. No Nordeste, elas caminham para a fase final. No Centro-Oeste, metade das obras est&aacute; atrasada. E no Norte, mal come&ccedil;aram.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAs obras de saneamento b&aacute;sico s&atilde;o importantes para levar rede de &aacute;gua e esgoto para a casa dos moradores que, sem essas melhorias, acabam ficando expostos a v&aacute;rias doen&ccedil;as. As obras tamb&eacute;m acabam de vez com a paisagem que a gente ainda v&ecirc; em quase toda cidade. Para moradores que vivem nessa situa&ccedil;&atilde;o, &eacute; dif&iacute;cil entender por que o saneamento b&aacute;sico n&atilde;o chega at&eacute; eles.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<br \/>\n\tPara o Trata Brasil n&atilde;o &eacute; falta de dinheiro. S&oacute; para essas obras os dois PACs juntos receberam R$ 22 bilh&otilde;es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<br \/>\n\t<em>&ldquo;Esse levantamento de sete anos mostra que n&atilde;o basta ter recursos. N&oacute;s precisamos atuar nos problemas que acontecem depois que o recurso chega: acelerar as licen&ccedil;as ambientais, reduzir o prazo do dinheiro chegar de Bras&iacute;lia at&eacute; as obras e melhorar essa coordena&ccedil;&atilde;o entre estado, prefeitura e a empresa de &aacute;gua esgoto<\/em>&rdquo;, afirma &Eacute;dison Carlos, presidente-executivo do Instituto Trata Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<br \/>\n\tOs 537 mil moradores de bairros da Zona Oeste de Natal ainda n&atilde;o t&ecirc;m coleta de esgoto. As obras at&eacute; come&ccedil;aram, mas h&aacute; oito meses pararam. N&atilde;o tinha para onde levar o esgoto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA obra esta&ccedil;&atilde;o de tratamento s&oacute; come&ccedil;ou mais de um ano depois. A Companhia de &Aacute;guas e Esgoto do Rio Grande do Norte disse que o atraso foi por causa da dificuldade na licen&ccedil;a ambiental.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<br \/>\n\t<em>&ldquo;O Brasil n&atilde;o vive mais s&oacute; de vontade. N&oacute;s precisamos atuar efetivamente e resolver esse problema que &eacute; vergonhoso em pleno s&eacute;culo 21&rdquo;<\/em>, conclui &Eacute;dison Carlos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<br \/>\n\tO Minist&eacute;rio das Cidades declarou que a execu&ccedil;&atilde;o &eacute; de responsabilidade dos munic&iacute;pios, estados e prestadores de servi&ccedil;os.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>*Kamila Barros Bonfim &#8211; &eacute; Engenheira Ambiental, graduada na Universidade de Cuiab&aacute; &ndash; UNIC, Perita Ambiental, P&oacute;s-graduando em Preven&ccedil;&atilde;o, Combate e Controle a Inc&ecirc;ndios Florestais, com cursos na &aacute;rea de gerenciamento de projetos, res&iacute;duos s&oacute;lidos, per&iacute;cia ambiental, economia verde, geoprocessamento, cadastro ambiental rural e programa de regulariza&ccedil;&atilde;o ambiental. Atua como Consultora na Ambiento Engenharia e Consultoria Ambiental e no SENAR MT. Est&aacute; como Presidente da Associa&ccedil;&atilde;o dos Engenheiros Ambientais de Mato Grosso &ndash; AEAM MT, Superintendente na Associa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Engenheiros Ambientais ANEAM, Diretora do Sindicato dos Engenheiros do Estado de Mato Grosso &ndash; Senge MT e coordena o Grupo de Trabalho Cidade Verde do projeto &ldquo;Minha Cuiab&aacute;&rdquo;.<\/em><\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Instituto Trata Brasil analisou 340 obras de &aacute;gua e esgoto do PAC 1 e do PAC 2 nas cidades com mais de 500 mil habitantes. S&atilde;o obras tocadas por empresas privadas de saneamento, munic&iacute;pios e estados com recursos federais. 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