{"id":909,"date":"2015-11-26T22:54:00","date_gmt":"2015-11-27T00:54:00","guid":{"rendered":"https:\/\/crea-mt.org.br\/portal\/samaniego-coordena-trabalhos-de-seminario-sobre-os-aspectos-legais-da-art\/"},"modified":"2015-11-26T22:54:00","modified_gmt":"2015-11-27T00:54:00","slug":"samaniego-coordena-trabalhos-de-seminario-sobre-os-aspectos-legais-da-art","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/samaniego-coordena-trabalhos-de-seminario-sobre-os-aspectos-legais-da-art\/","title":{"rendered":"Samaniego coordena trabalhos de semin\u00e1rio sobre os aspectos legais da ART"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify\">\n\t<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"\/img_site\/images\/juares%20pr%C3%B3ximo.jpg\" style=\"width: 270px;height: 203px;margin: 5px;float: left\" \/>O engenheiro civil e de seguran&ccedil;a do trabalho, Juares Silveira Samaniego, presidente do Crea-MT e coordenador-adjunto do Col&eacute;gio de Presidentes, comandou os trabalhos do Semin&aacute;rio sobre os aspectos legais da Anota&ccedil;&atilde;o de Responsabilidade T&eacute;cnica (ART), realizado dia 24 de novembro, na sede do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) em Bras&iacute;lia.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\tEntre os palestrantes juristas especialistas em Direito Tribut&aacute;rio, Financeiro e Econ&ocirc;mico, professores, doutores, PhDs e o ex-ministro do Superior Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Britto. &ldquo;H&aacute; taxas e taxas em fun&ccedil;&atilde;o de sua antologia, e esse tipo de taxa que s&oacute; pode ser institu&iacute;da em prol do Sistema Confea\/Crea, em prol de um conselho, &eacute; duplamente leg&iacute;tima. N&atilde;o h&aacute; d&eacute;ficit de legitimidade na lei&rdquo;, afirmou Ayres Britto, sobre o tema de semin&aacute;rio promovido pelo Confea.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\tPara Juares Samaniego, as palestras esclareceram os diversos aspectos que envolvem a cobran&ccedil;a da ART. &quot;Todos os envolvidos no semin&aacute;rio concordaram com a constitucionalidade da cobran&ccedil;a da taxa e n&oacute;s, lideran&ccedil;as do Sistema atestamos a import&acirc;ncia do documento que comprova o curr&iacute;culo do profissional e garante &agrave; sociedade um profissional habilitado &agrave; frente de obras e empreendimentos&quot;, declarou.<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"\/img_site\/images\/art_airesbrito.jpg\" style=\"width: 270px;height: 202px;margin: 5px;float: right\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\tTamb&eacute;m palestraram, o chefe de gabinete do Confea e superintendente de Integra&ccedil;&atilde;o do Sistema,Jos&eacute; Gilberto de Campos, que falou sobre a &ldquo;ART e a prote&ccedil;&atilde;o da sociedade&rdquo;, Cleucio Santos Nunes, Fernando Facury e Heleno Taveira Torres. Marcaram presen&ccedil;a Felipe Carvalho, procurador jur&iacute;dico do Confea; e, Jorge Silveira, diretor de Benef&iacute;cios da M&uacute;tua.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\tS&iacute;lvia Camargo, advogada do Conselho, abriu as palestras destacando as tr&ecirc;s leis que baseiam a ART, a de n&uacute;mero 6.496, de 1977; a 6.994, de 1982; e a 12.514, de 2011. No per&iacute;odo da tarde, os especialistas convidados apresentaram aos participantes os aspectos legais do assunto. A PhD em Direito Tribut&aacute;rio pela USP, Raquel Preto, pontuou que os principais elementos instituidores da ART est&atilde;o previstos em lei prim&aacute;ria. No debate com o p&uacute;blico, Raquel recomendou ao Sistema dar aten&ccedil;&atilde;o ao tema de modo a aprimorar a legisla&ccedil;&atilde;o.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"\/img_site\/images\/mesa%20abertura.jpg\" style=\"width: 270px;height: 203px;margin: 5px;float: left\" \/>Ao falar do panorama, de jurisprud&ecirc;ncias, constitucionalidade e enquadramento da quest&atilde;o da ART, o doutor e professor de Direito da USP Fernando Facury Scaff tamb&eacute;m sugeriu que o Confea continue analisando o caso, que demanda aten&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea Jur&iacute;dica, como a institui&ccedil;&atilde;o j&aacute; est&aacute; fazendo ao realizar o semin&aacute;rio atual. &ldquo;A f&oacute;rmula &eacute; colocar pessoas que possam pensar este assunto que merece estudo. Tem tamb&eacute;m que se mobilizar e articular para tratar desse tema que &eacute; deveras importante para o Sistema e para a sociedade&rdquo;, afirmou Facury.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\tNa vis&atilde;o do doutor e professor titular de Direito Financeiro da USP, Heleno Taveira Torres, a cobran&ccedil;a da ART visa ao financiamento do Sistema Confea\/Crea, a fim de que a institui&ccedil;&atilde;o funcione de modo qualificado e eficiente, resolvendo os problemas da sociedade. &ldquo;A cobran&ccedil;a &eacute; coerente, necess&aacute;ria e relevante para que o Conselho tenha sufici&ecirc;ncia de recursos financeiros e, assim, possa atender aos interesses nacionais e p&uacute;blicos. Queremos um conselho bem financiado para que atue em todo o territ&oacute;rio nacional&rdquo;, comentou Torres ao explicar que o arcabou&ccedil;o legal da ART atende aos princ&iacute;pios constitucionais tribut&aacute;rios.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Sistematiza&ccedil;&atilde;o<\/strong> &#8211; Os participantes se reuniram para sistematizar o conte&uacute;do debatido e apresentar um compilado com o posicionamento do Sistema acerca da ART. Ficou acertado que a partir das conclus&otilde;es deste Semin&aacute;rio os trabalhos ser&atilde;o divididos em duas a&ccedil;&otilde;es: uma focada na articula&ccedil;&atilde;o parlamentar e outra voltada para o enfretamento das quest&otilde;es judiciais. &ldquo;A ideia &eacute; unificar os esfor&ccedil;os para que os ministros do STF tenham subs&iacute;dio para entenderem a import&acirc;ncia da ART para a sociedade&rdquo;, refor&ccedil;ou o chefe de gabinete do Confea, Gilberto de Campos.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\tSobre a mobiliza&ccedil;&atilde;o parlamentar, j&aacute; existe uma minuta de projeto que altera a legisla&ccedil;&atilde;o que trata da ART &nbsp;que ser&aacute; encaminhada &nbsp;aos presidentes dos Creas, depois de revisada pela &aacute;rea Jur&iacute;dica do Confea, para que ent&atilde;o seja apresentada &agrave; Casa Civil e, assim, possa tramitar no Parlamento.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\tPara o enfrentamento junto ao Supremo, foi &nbsp;proposta a contrata&ccedil;&atilde;o de &nbsp;um jurista tribut&aacute;rio renomado para embasar a a&ccedil;&atilde;o que ser&aacute; proposta, &nbsp;assim como a solicita&ccedil;&atilde;o de uma audi&ecirc;ncia p&uacute;blica no STF para apresentar subs&iacute;dios para os ministros.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<u><strong>ART &#8211; Instrumento de prote&ccedil;&atilde;o da sociedade<\/strong><\/u><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\tA ART &eacute; o documento que identifica o respons&aacute;vel t&eacute;cnico pela obra ou servi&ccedil;o, bem como documenta as principais caracter&iacute;sticas do empreendimento. Al&eacute;m disso, confere legitimidade documental e assegura, com f&eacute; p&uacute;blica, a autoria, a responsabilidade e a participa&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica em cada obra ou servi&ccedil;o.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\tConsiderada a principal ferramenta de fiscaliza&ccedil;&atilde;o, a ART garante a responsabilidade dos servi&ccedil;os contratados; protege a sociedade contra o exerc&iacute;cio ilegal da profiss&atilde;o; e declara que os projetos e obras est&atilde;o de acordo com as normas de acessibilidade. Outro aspecto importante &eacute; que, aliada ao C&oacute;digo de Defesa do Consumidor, a ART funciona como importante instrumento de registro dos deveres e direitos do profissional e do contratante. Tamb&eacute;m constitui prova da contrata&ccedil;&atilde;o da atividade t&eacute;cnica, indicando os encargos, os limites das responsabilidades das partes e a remunera&ccedil;&atilde;o correspondente ao servi&ccedil;o contratado, o que possibilita que seja adotada como contrato, certificado de garantia e registro de autoria.&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O engenheiro civil e de seguran&ccedil;a do trabalho, Juares Silveira Samaniego, presidente do Crea-MT e coordenador-adjunto do Col&eacute;gio de Presidentes, comandou os trabalhos do Semin&aacute;rio sobre os aspectos legais da Anota&ccedil;&atilde;o de Responsabilidade T&eacute;cnica (ART), realizado dia 24 de novembro, na sede do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) em Bras&iacute;lia. &nbsp; &nbsp; Entre [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":910,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-909","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/909","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=909"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/909\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/910"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=909"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=909"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=909"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}