{"id":863,"date":"2016-01-14T13:38:00","date_gmt":"2016-01-14T15:38:00","guid":{"rendered":"https:\/\/crea-mt.org.br\/portal\/meteorologista-fala-de-temperaturas-baixas-para-mato-grosso\/"},"modified":"2016-01-14T13:38:00","modified_gmt":"2016-01-14T15:38:00","slug":"meteorologista-fala-de-temperaturas-baixas-para-mato-grosso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/meteorologista-fala-de-temperaturas-baixas-para-mato-grosso\/","title":{"rendered":"Meteorologista fala de temperaturas baixas para Mato Grosso"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"\/img_site\/images\/Professor%20Molion%20-%20Meteorologista.jpg\" style=\"width: 400px;height: 300px;margin: 5px;float: right\" \/>Na contram&atilde;o das altas temperaturas registradas em 2015, o professor e pesquisador da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), PhD em Meteorologia, p&oacute;s-doutor em Hidrologia de Florestas e tamb&eacute;m representante dos pa&iacute;ses da Am&eacute;rica do Sul na Comiss&atilde;o de Climatologia da Organiza&ccedil;&atilde;o Meteorol&oacute;gica Mundial (OMM), Luiz Calos Molion, afirma que n&atilde;o somente Mato Grosso, mas o clima em todo o planeta deve baixar.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>O professor que possui mais de 40 anos de experi&ecirc;ncia em estudos do clima no planeta, esteve em Cuiab&aacute; participando de evento na FAMEVZ\/UFMT realizado em outubro do ano passado. A equipe de jornalismo do Crea-MT aproveitou para entrevist&aacute;-lo sobre o clima de Mato Grosso, e, sobre outra pol&ecirc;mica defendida por Molinon, a tese de que o mundo n&atilde;o est&aacute; sofrendo aquecimento global, mas sim um resfriamento e que as a&ccedil;&otilde;es do homem n&atilde;o interferem nas mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas do planeta.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em>Confira a entrevista completa a seguir ou assista a vers&atilde;o da entrevista para a TV Crea no <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=s_A-Fhi8iAs\">youtube.com\/creamatogrosso<\/a><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>CREA:<\/strong> Professor Molion, o senhor defende a tese de que o mundo n&atilde;o est&aacute; sofrendo aquecimento global, mas sim um resfriamento global. O senhor poderia explicar sobre essa tese?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>MOLION:<\/strong> Nesses &uacute;ltimos 200 anos de idade que n&oacute;s temos que realmente &eacute; muito pouco se voc&ecirc; considerar que o planeta t&ecirc;m 4,6 bilh&otilde;es de anos de exist&ecirc;ncia, duzentos anos de idade &eacute; muito pouco para a gente entender o que ocorre com o clima, mas nesses &uacute;ltimos 200 anos, a gente tem observado que existem ciclos que s&atilde;o comandados pelo Oceano Pac&iacute;fico basicamente, ciclos de 25 a 30 anos de aquecimento e 25 a 30 anos de resfriamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tMais recentemente n&oacute;s passamos por um per&iacute;odo entre 1946 at&eacute; 1976 em que houve um resfriamento global. O curioso &eacute; que no in&iacute;cio da d&eacute;cada de 1970, o que se falava na grande m&iacute;dia da &eacute;poca como a revista Time, Magazine e The News Week de 1970 at&eacute; 1977, vira e mexe eles colocavam na capa da revista &ldquo;The big freeze&rdquo;, quer dizer, &ldquo;Estamos indo para uma nova era glacial&rdquo;. At&eacute; aqui no Brasil se falou, teve um artigo do Estad&atilde;o de 30 de junho de 1974, onde o professor Giacaglia dizia que estamos indo para uma era glacial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tMas houve uma virada na temperatura do Pac&iacute;fico, n&oacute;s n&atilde;o sabemos exatamente por que. O Pac&iacute;fico estava permanecendo frio e de repente, em 1976 ele virou para quente. E nesse per&iacute;odo que o Pac&iacute;fico se aqueceu mais, o Pac&iacute;fico Tropical, ocorreram v&aacute;rios fen&ocirc;menos El Ni&ntilde;o. Como voc&ecirc;s se recordam, o El Ni&ntilde;o &eacute; aquele aquecimento que d&aacute; nas &aacute;guas do Pac&iacute;fico e quando ocorre um El Ni&ntilde;o, o Pac&iacute;fico libera uma quantidade enorme de calor para a atmosfera, porque s&atilde;o milh&otilde;es de Km&sup2;, 50 milh&otilde;es de Km&sup2; que ficam superaquecidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tNingu&eacute;m sabe exatamente o porqu&ecirc; isso acontece, mas o fato &eacute; que a partir de 1976 ocorreu uma s&eacute;rie de El Ni&ntilde;os muito forte e esse El Ni&ntilde;os forneceram todo esse calor para a atmosfera e a temperatura global come&ccedil;ou a aumentar. N&atilde;o &eacute; que n&atilde;o houve aquecimento, houve um aquecimento entre 1976 e 1998, mas foi natural, n&atilde;o foi produzido pelo homem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tDepois de 1998, que foi o &uacute;ltimo grande El Ni&ntilde;o, a&iacute; o Pac&iacute;fico come&ccedil;ou a esfriar lentamente. Ent&atilde;o est&aacute; baseado nisso, ao fato desses ciclos longos, que se voc&ecirc; pensar, entre um resfriamento e um aquecimento, s&atilde;o cerca de 60 anos e 60 anos &eacute; uma exist&ecirc;ncia humana, as gera&ccedil;&otilde;es n&atilde;o se recordam disso porque a base de dados &eacute; pequena.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tEnt&atilde;o, analisando esse comportamento do Pac&iacute;fico, mas por que o Pac&iacute;fico? Simplesmente, a gente vive em um planeta cujo a superf&iacute;cie &eacute; coberta por 71% de oceanos . A Terra tem 510 milh&otilde;es de Km&sup2; de superf&iacute;cie, 361 milh&otilde;es de Km&sup2; s&atilde;o oceanos e o Pac&iacute;fico &eacute; o maior deles. O Pac&iacute;fico sozinho ocupa 35% da superf&iacute;cie terrestre e se voc&ecirc; somar todos os continentes d&aacute; 29%. Ent&atilde;o, quando o Pac&iacute;fico muda a sua temperatura, que n&oacute;s n&atilde;o sabemos exatamente porque, como a atmosfera &eacute; aquecida por baixo, o ar em contato com a superf&iacute;cie, se a superf&iacute;cie maior &eacute; &aacute;gua e muda a temperatura desses oceanos, muda o clima. Como &eacute; persistente, n&oacute;s estamos falando em 25 a 30 anos de aquecimento, 25 a 30 anos de resfriamento, vai ent&atilde;o persistir sobre um certo per&iacute;odo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tEm 1998, foi o &uacute;ltimo grande El Ni&ntilde;o, de l&aacute; pra c&aacute;, n&oacute;s temos percebido e os dados mostram isso, hoje n&oacute;s temos mais de quatro mil boias espalhadas pelo oceano todo, que mostram que os oceanos est&atilde;o resfriando. Baseado nisso, &eacute; que eu tenho defendido a hip&oacute;tese de que estamos indo para um resfriamento global e n&atilde;o um aquecimento global.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>CREA:<\/strong> As a&ccedil;&otilde;es do homem como a emiss&atilde;o de CO&sup2;, influenciam nessas mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>MOLION:<\/strong> &Eacute; o que a m&iacute;dia bate, dizendo que o homem emitindo carbono, aqui no Brasil seria o desmatamento, particularmente em estados como o Mato Grosso, Tocantins, Amazonas e Par&aacute;, que o desmatamento e as queimadas emitiriam carbono. No caso do Brasil, 60 a 70% das nossas emiss&otilde;es viriam das queimadas. No mundo como um todo, s&atilde;o mais os processos industriais, em particular, a gera&ccedil;&atilde;o de energia el&eacute;trica, que &eacute; a base de petr&oacute;leo. Hoje 80% da energia el&eacute;trica gerada no mundo &eacute; devido a queima de carv&atilde;o mineral e de petr&oacute;leo, essas atividades humanas emitem carbono.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tNa minha opini&atilde;o, o g&aacute;s carb&ocirc;nico, ele n&atilde;o tem efeito que seja mensur&aacute;vel. Se voc&ecirc; pegar uma mol&eacute;cula de g&aacute;s carb&ocirc;nico, ela absorve a radia&ccedil;&atilde;o infravermelha, ent&atilde;o a hist&oacute;ria do efeito estufa, seria que entra a radia&ccedil;&atilde;o vinda do sol, a radia&ccedil;&atilde;o vinda do sol aquece a superf&iacute;cie e a superf&iacute;cie emite a radia&ccedil;&atilde;o chamada de onda longa infravermelha e seria essa radia&ccedil;&atilde;o que &eacute; absorvida pela mol&eacute;cula de CO&sup2;. Que segundo a hip&oacute;tese que veicula por a&iacute;, ent&atilde;o o CO&sup2; aquecido emitiria de volta a radia&ccedil;&atilde;o e manteria a superf&iacute;cie aquecida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tOcorre que a f&iacute;sica qu&acirc;ntica demonstra que quando o CO&sup2; absorve a radia&ccedil;&atilde;o infravermelha ele absorve por vibra&ccedil;&atilde;o e rota&ccedil;&atilde;o e que quando ele faz isso, ele se choca com as outras mol&eacute;culas de nitrog&ecirc;nio e oxig&ecirc;nio que s&atilde;o a grande maioria e transfere a energia que ele absorveu por choque.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tSe o CO&sup2; ao absorver a radia&ccedil;&atilde;o infravermelha, ele transfere para as mol&eacute;culas de nitrog&ecirc;nio e oxig&ecirc;nio por meio de choque, ele n&atilde;o vai poder emitir. Ent&atilde;o, quanto mais CO&sup2; tiver na atmosfera, &eacute; at&eacute; melhor, porque no fundo, as plantas fazem fotoss&iacute;ntese com CO&sup2;, se tiver mais CO&sup2;, a produtividade das plantas aumenta porque elas v&atilde;o absorver mais CO&sup2; e a fotoss&iacute;ntese vai ser mais eficiente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tPelo ponto de vista de temperatura global a contribui&ccedil;&atilde;o do CO&sup2; &eacute; &iacute;nfima, n&atilde;o d&aacute; nem para medir, porque a concentra&ccedil;&atilde;o de CO&sup2; na atmosfera &eacute; 0,04% enquanto se t&ecirc;m 78% de nitrog&ecirc;nio e 21% de oxig&ecirc;nio. Como a concentra&ccedil;&atilde;o de CO&sup2; &eacute; pequena, muito pequena, n&atilde;o d&aacute; para medir o impacto que ele teria ao absorver a radia&ccedil;&atilde;o infravermelha e transferir na forma de choque. Por outro lado, na agricultura, como a planta faz fotoss&iacute;ntese com CO&sup2;, quanto mais CO&sup2; tiver, mais eficiente &agrave; planta se torna.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tJ&aacute; t&ecirc;m mais de 1500 relat&oacute;rios publicados que mostram que quando voc&ecirc; dobra a concentra&ccedil;&atilde;o de CO&sup2; na atmosfera, a produtividade das plantas aumenta entre 30 a 60%. Portanto, os processos das atividades humanas emitindo carbono para a atmosfera, na realidade, ele &eacute; ben&eacute;fico e n&atilde;o interferem na temperatura global.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>CREA:<\/strong> O Mato Grosso &eacute; um estado forte em agricultura e pecu&aacute;ria. Essas atividades influenciam no clima da regi&atilde;o?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>MOLION:<\/strong> N&atilde;o, Porque o clima da regi&atilde;o &eacute; ditado pelas condi&ccedil;&otilde;es globais e como eu disse 71% do nosso planeta &eacute; coberto de oceanos e s&atilde;o os oceanos os grandes comandantes. N&oacute;s temos a fonte prim&aacute;ria que &eacute; o sol, que &eacute; a fonte de energia, n&oacute;s temos os oceanos que ocupam a maior parte da superf&iacute;cie terrestre e que redistribuem esse calor vindo do sol.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tLocalmente essas atividades podem ter alguma influ&ecirc;ncia, mais particularmente na chuva que cai, n&atilde;o na chuva em si, porque a umidade que vem e que produz a chuva aqui, ela vem do Oceano Atl&acirc;ntico, mas depois que a &aacute;gua caiu depois que ela est&aacute; no ch&atilde;o. A&iacute; a agricultura, mesmo com plantio direto, pode compactar as camadas inferiores do solo e fazer com que a infiltra&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua no solo seja menor e o escorrimento superficial dessa &aacute;gua seja maior. Ent&atilde;o h&aacute; uma modifica&ccedil;&atilde;o na parte superficial do ciclo hidrol&oacute;gico, n&atilde;o na produ&ccedil;&atilde;o de chuva.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tEsse talvez seja o maior impacto que o homem possa ter, porque no momento que h&aacute; um maior escorrimento superficial da &aacute;gua da chuva, tamb&eacute;m h&aacute; maior eros&atilde;o. Eventualmente essa chuva pode levar mais part&iacute;culas de solo para os rios e assorear os rios e mudar a qualidade da &aacute;gua, da vida aqu&aacute;tica e de todos os animais que dependem dessa vida aqu&aacute;tica. Esse &eacute; o grande impacto que o homem pode ter localmente, mas globalmente, as a&ccedil;&otilde;es humanas n&atilde;o t&ecirc;m impactos nenhum no clima.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>CREA:<\/strong> O que as previs&otilde;es meteorol&oacute;gicas contribuem para a agricultura?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>MOLION:<\/strong> A agricultura &eacute; uma atividade em que voc&ecirc; tem que ter um planejamento de longo prazo, o ideal seria que n&oacute;s consegu&iacute;ssemos prever no m&iacute;nimo com seis meses de anteced&ecirc;ncia, para planejar a safra e saber como vai estar o clima, mas infelizmente n&atilde;o se consegue fazer isso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA previs&atilde;o clim&aacute;tica &eacute; muito dif&iacute;cil. Hoje ela &eacute; feita com modelos matem&aacute;ticos, que usam supercomputadores e se faz a previs&atilde;o para o clima do mundo como um todo e infelizmente n&atilde;o t&ecirc;m acertado, porque os modelos em si n&atilde;o t&ecirc;m os principais processos f&iacute;sicos que controlam o clima da Terra e as intera&ccedil;&otilde;es s&atilde;o muito complicadas. Como por exemplo, o ciclo hidrol&oacute;gico, forma&ccedil;&otilde;es de nuvens e chuva, &eacute; um neg&oacute;cio muito complicado de se modelar, de se fazer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tEnt&atilde;o, os modelos infelizmente n&atilde;o t&ecirc;m acertado, n&oacute;s gostar&iacute;amos muito ter uma previs&atilde;o de 3 a 6 meses de anteced&ecirc;ncia, mas quando muito, conseguimos uma boa previs&atilde;o com 24h, 70% de acerto. Talvez com 48h ainda, mas j&aacute; cai para 60% de acerto.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tMas quando aparece algu&eacute;m tentando dizer &ldquo;o que vai acontecer ate o ano de 2100?&rdquo;, n&atilde;o confie nisso, por que os modelos n&atilde;o t&ecirc;m dentro deles os processos f&iacute;sicos que controlam o clima global, modelos usam cen&aacute;rios futuros, por exemplo, de emiss&atilde;o de g&aacute;s carb&ocirc;nico que s&atilde;o pensados pela mente humana, ningu&eacute;m sabe o que vai acontecer ent&atilde;o os cen&aacute;rios s&atilde;o fict&iacute;cios, eles sa&iacute;ram da mente de algu&eacute;m. Se os modelos n&atilde;o s&atilde;o bons se os cen&aacute;rios s&atilde;o fict&iacute;cios, os resultados desses modelos s&atilde;o fict&iacute;cios tamb&eacute;m, ent&atilde;o n&atilde;o se deve usar resultado de modelo parta se planejar as atividades humanas no futuro.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na contram&atilde;o das altas temperaturas registradas em 2015, o professor e pesquisador da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), PhD em Meteorologia, p&oacute;s-doutor em Hidrologia de Florestas e tamb&eacute;m representante dos pa&iacute;ses da Am&eacute;rica do Sul na Comiss&atilde;o de Climatologia da Organiza&ccedil;&atilde;o Meteorol&oacute;gica Mundial (OMM), Luiz Calos Molion, afirma que n&atilde;o somente Mato Grosso, mas o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":864,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-863","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/863","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=863"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/863\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/864"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=863"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=863"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=863"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}