{"id":7243,"date":"2007-02-02T00:00:00","date_gmt":"2007-02-02T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/crea-mt.org.br\/portal\/projeto-une-tecnologia-e-conforto-com-ecologia\/"},"modified":"2007-02-02T00:00:00","modified_gmt":"2007-02-02T02:00:00","slug":"projeto-une-tecnologia-e-conforto-com-ecologia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/projeto-une-tecnologia-e-conforto-com-ecologia\/","title":{"rendered":"Projeto Une Tecnologia e Conforto com Ecologia"},"content":{"rendered":"<p>\nUma equipe de pesquisadores do estado do Esp\u00edrito Santo idealizou um projeto denominado A &#8220;Casa Ecol\u00f3gica&#8221;. Os projetos &#8211; arquitet\u00f4nico, estrutural e complementares &#8211; foram desenvolvidos visando construir uma edifica\u00e7\u00e3o coerente com crit\u00e9rios previamente estabelecidos de sustentabilidade, racionaliza\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica e m\u00ednimo impacto ambiental. Os profissionais s\u00e3o da Secretaria de Estado para Assuntos do Meio Ambiente do Estado do Esp\u00edrito Santo, com o apoio da Aracruz Celulose S.A. e do Laborat\u00f3rio de Planejamento e Projetos do Centro de Artes da Universidade Federal do Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n<p>O uso previsto para a edifica\u00e7\u00e3o foi definido para possibilitar atividades voltadas \u00e0 educa\u00e7\u00e3o ambiental, principalmente nos aspectos relacionados \u00e0 constru\u00e7\u00e3o civil &#8211; do partido adotado \u00e0 escolha dos materiais &#8211; e do uso racional do potencial energ\u00e9tico instalado. <\/p>\n<p>Os idealizadores do projeto esperam que a difus\u00e3o de novas t\u00e9cnicas construtivas, de solu\u00e7\u00f5es alternativas de obten\u00e7\u00e3o de energia e de tratamento dos res\u00edduos despertem o interesse de micros e pequenos empres\u00e1rios, principalmente de cunho artesanal, atentos para o lan\u00e7amento de novos produtos e servi\u00e7os no mercado do Esp\u00edrito Santo, incentivando tamb\u00e9m a gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda. <\/p>\n<p>Neste projeto foi comprovado que e a fus\u00e3o de tr\u00eas setores expressivos da sociedade- pol\u00edtico, econ\u00f4mico e ensino\/pesquisa &#8211; permitiram a elabora\u00e7\u00e3o de uma proposta amplamente discutida, economicamente vi\u00e1vel e tecnicamente coerente com os princ\u00edpios ambientais estabelecidos. <\/p>\n<p>As diretrizes principais constitu\u00edram-se no uso de materiais construtivos renov\u00e1veis &#8211; na medida do poss\u00edvel -, aproveitamento dos condicionantes naturais (sol e vento), no tratamento dos res\u00edduos oriundos do uso e na busca de racionaliza\u00e7\u00e3o e efici\u00eancia energ\u00e9tica. <\/p>\n<p>Quanto \u00e0 escolha dos materiais, a madeira foi eleita como mat\u00e9ria-prima fundamental, especialmente considerando ser este o \u00fanico material realmente renov\u00e1vel na constru\u00e7\u00e3o civil tradicional. <\/p>\n<p>Procurando aliar os conceitos ambientais com a situa\u00e7\u00e3o deficit\u00e1ria de habita\u00e7\u00e3o no pa\u00eds, o projeto foi desenvolvido para servir de par\u00e2metro para moradias de m\u00e9dio poder aquisitivo, podendo, com altera\u00e7\u00f5es, vir a ser produzida em s\u00e9rie para conjuntos habitacionais destinadas \u00e0s fam\u00edlias de baixa renda. <\/p>\n<p>Durante as pesquisas preliminares, foram constatados procedimentos urbanos &#8211; como por exemplo o desperd\u00edcio de \u00e1gua e energia &#8211; facilmente evitados a partir de modifica\u00e7\u00f5es de h\u00e1bitos. Para auxiliar na cria\u00e7\u00e3o de uma mentalidade de ?n\u00e3o desperd\u00edcio?, a Casa foi projetada para servir de laborat\u00f3rio demonstrativo\/informativo de procedimentos ecologicamente corretos. <\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, procurou-se dotar a Casa de elementos demonstrativos das solu\u00e7\u00f5es arquitet\u00f4nicas, j\u00e1 que a tomada de decis\u00f5es dos profissionais da constru\u00e7\u00e3o civil muitas vezes s\u00e3o oriundos do desconhecimento de t\u00e9cnicas e desenhos alternativos que proporcionem conforto ao usu\u00e1rio, economia e adequa\u00e7\u00e3o aos princ\u00edpios de conserva\u00e7\u00e3o ambiental. <\/p>\n<p>Adicional aos objetivos propostos, a quest\u00e3o est\u00e9tica foi fundamental na elabora\u00e7\u00e3o dos conceitos j\u00e1 que buscava-se uma tipologia edificat\u00f3ria caracteristicamente urbana, sem contudo desvincular do padr\u00e3o ?casa? presente na mem\u00f3ria coletiva. <\/p>\n<p>A escolha do local de implanta\u00e7\u00e3o &#8211; Parque da Pedra da Cebola &#8211; foi motivada pelas caracter\u00edsticas espec\u00edficas do local e pelas atividades desenvolvidas ao longo do ano vinculadas \u00e0 educa\u00e7\u00e3o ambiental. <\/p>\n<p>O s\u00edtio onde foi implantado o Parque era uma antiga pedreira, desativada em 1978, cuja atividade econ\u00f4mica de extra\u00e7\u00e3o por um lado, ocasionou grande degrada\u00e7\u00e3o ambiental e, por outro, impediu a ocupa\u00e7\u00e3o urbana. O Parque foi inaugurado em 1997, servindo de exemplo de recupera\u00e7\u00e3o, com ampla utiliza\u00e7\u00e3o de vegeta\u00e7\u00e3o rupestre e de restinga no exuberante projeto paisag\u00edstico. <\/p>\n<p>O parque possui cerca de 100.000 m\u00b2 onde se distribuem equipamentos esportivos, trilhas, \u00e1reas de lazer e contempla\u00e7\u00e3o, local de eventos, estacionamentos, etc. Dentre os principais eventos regulares, a Feira do Verde se destaca pela grande participa\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria e pelos resultados que vem obtendo ao longo dos anos. <\/p>\n<p>A \u00e1rea, originalmente do Governo Estadual, foi entregue \u00e0 Prefeitura Municipal de Vit\u00f3ria atrav\u00e9s de contrato de gest\u00e3o e, a viabiliza\u00e7\u00e3o da constru\u00e7\u00e3o da ?Casa Ecol\u00f3gica? foi poss\u00edvel atrav\u00e9s da assinatura de um termo de compromisso entre as duas entidades. <\/p>\n<p>O local dentro do Parque foi criteriosamente escolhido em fun\u00e7\u00e3o da possibilidade de ampla visita\u00e7\u00e3o da Casa &#8211; especialmente por escolares e turistas -, e dos condicionantes ambientais, especialmente radia\u00e7\u00e3o e ventila\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p><B>Projeto arquitet\u00f4mico<\/B><\/p>\n<p>A partir do estabelecimento das diretrizes projetuais, buscou-se elaborar um programa que permitisse o desenvolvimento das atividades previstas e a composi\u00e7\u00e3o arquitet\u00f4nica com o m\u00e1ximo de flexibilidade, intera\u00e7\u00e3o entre os ambientes e que servisse como refer\u00eancia demonstrativa do potencial est\u00e9tico do sistema b\u00e1sico adotado. <\/p>\n<p>A maquete ressaltou a busca de movimenta\u00e7\u00e3o nas fachadas e coberturas, projetadas em conson\u00e2ncia com as exig\u00eancias estruturais do sistema viga-laje e com o projeto complementar de obten\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica por sistema solar. <\/p>\n<p>Imagens da maquete enfatizando o jogo de coberturas e a movimenta\u00e7\u00e3o das fachadas. \u00c0 esquerda, detalhe da ventila\u00e7\u00e3o entre as \u00e1guas da cobertura, placas solares e torre do elevador para portador de defici\u00eancia locomotora. \u00c0 direita, fachadas oeste e sul, destacando-se as aberturas para o compartimento das baterias do sistema solar, localizadas sob a escada interna.<\/p>\n<p>Observa-se que a distribui\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os internos buscou dotar fluidez entre os v\u00e1rios ambientes, criando uma din\u00e2mica de intera\u00e7\u00e3o entre os usos. Ao mesmo tempo, a distribui\u00e7\u00e3o interna assemelha-se \u00e0 uma resid\u00eancia embora os usos sejam caracteristicamente para abrigar atividades relacionadas \u00e0 educa\u00e7\u00e3o ambiental. <\/p>\n<p>Todos os ambientes foram concebidos a partir da t\u00e9cnica construtiva adotada, cujo posicionamento dos pain\u00e9is buscam o travamento das componentes da edifica\u00e7\u00e3o, formando uma unidade estrutural \u00edntegra. <\/p>\n<p>O projeto arquitet\u00f4nico foi elaborado no Laborat\u00f3rio de Planejamento e Projetos da UFES, cuja principal fun\u00e7\u00e3o \u00e9 possibilitar o rebatimento das atividades acad\u00eamicas em projetos de extens\u00e3o universit\u00e1ria, unindo professores e alunos em prof\u00edcuos debates. Assim, devido \u00e0s caracter\u00edsticas peculiares da Casa, cada tomada de decis\u00e3o no projeto arquitet\u00f4nico foi precedida de ampla discuss\u00e3o, especialmente sob os aspectos da adequa\u00e7\u00e3o ambiental, racionaliza\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, conforto do usu\u00e1rio e viabilidade t\u00e9cnico-construtiva e econ\u00f4mica. <\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o ao partido adotado, conforme j\u00e1 mencionado anteriormente, embora a Casa Ecol\u00f3gica deva funcionar como um local de visita\u00e7\u00e3o p\u00fablica, o partido proposto visa caracteriz\u00e1-la com os padr\u00f5es tipol\u00f3gicos de uma casa urbana, enfatizando que a coer\u00eancia ecol\u00f3gica n\u00e3o precisa estar vinculada a desconforto e padr\u00f5es est\u00e9ticos relacionados \u00e0 rusticidade. <\/p>\n<p>Todas as decis\u00f5es do projeto foram alicer\u00e7adas na realidade ambiental e econ\u00f4mica da regi\u00e3o e, especialmente, na possibilidade de incentivar o setor produtivo na gera\u00e7\u00e3o de produtos de qualidade e ambientalmente aceit\u00e1veis. <\/p>\n<p>Materiais construtivos &#8211; O material construtivo b\u00e1sico \u00e9 madeira de reflorestamento nas veda\u00e7\u00f5es (viga laje) e esquadrias; Cobertura em telhas cer\u00e2micas produzidas a partir de reaproveitamento da mat\u00e9ria prima b\u00e1sica; Pain\u00e9is decorativos elaborados com material reciclado. <\/p>\n<p>Existe ventila\u00e7\u00e3o cruzada em todos os ambientes de perman\u00eancia m\u00e9dia e\/ou prolongada, com sistema de ventos oriundos de NE; Controle do vento Sul, indesej\u00e1vel para os padr\u00f5es de conforto t\u00e9rmico em Vit\u00f3ria; Abertura de grandes v\u00e3os envidra\u00e7ados, especialmente na fachada sul, (ilumina\u00e7\u00e3o natural difusa) Sombreamento de parte das fachadas com ado\u00e7\u00e3o de beirais; Rela\u00e7\u00e3o entre v\u00e3os abertos e fechados objetivando o m\u00e1ximo de conforto t\u00e9rmico por condicionamento passivo. <\/p>\n<p>O sistema energ\u00e9tico \u00e9 feito com placas fotovolt\u00e1icas de obten\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica; Placas solares para aquecimento de \u00e1gua; Baterias de armazenamento. <\/p>\n<p>As instala\u00e7\u00f5es el\u00e9tricas, hidr\u00e1ulicas e mec\u00e2nicas s\u00e3o aparentes, buscando transpar\u00eancia em todos os equipamentos; <\/p>\n<p>&#8211; Acessibilidade por deficientes f\u00edsicos em todas as depend\u00eancias; <\/p>\n<p>&#8211; Conceito de efici\u00eancia energ\u00e9tica integrada ao projeto arquitet\u00f4nico; <\/p>\n<p>&#8211; Sistema de obten\u00e7\u00e3o de energia ?limpa? com instala\u00e7\u00e3o de placas fotovolt\u00e1icas; <\/p>\n<p>&#8211; Sistema de saneamento com reaproveitamento de \u00e1guas servidas; <\/p>\n<p>&#8211; Paisagismo com esp\u00e9cies oriundas do Esp\u00edrito Santo; <\/p>\n<p>-O sistema sanit\u00e1rio possui tratamento das \u00e1guas servidas para reaproveitamento no vaso sanit\u00e1rio e jardins; <\/p>\n<p>&#8211; Equipamentos el\u00e9tricos de alta efici\u00eancia energ\u00e9tica; <\/p>\n<p>&#8211; Eletrodom\u00e9sticos com o selo de qualidade PROCEL; <\/p>\n<p>&#8211; Sistema de controle e avalia\u00e7\u00e3o do consumo energ\u00e9tico (softer desenvolvido pelo CEPEL) <\/p>\n<p>&#8211; Aletas m\u00f3veis para controle da ventila\u00e7\u00e3o nos ambientes; <\/p>\n<p>&#8211; Elevador para portadores de limita\u00e7\u00f5es locomotoras. <\/p>\n<p><B>O sistema viga-laje <\/B><\/p>\n<p>O sistema viga-laje em madeira foi testado na constru\u00e7\u00e3o da Esta\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica do Arquip\u00e9lago de S\u00e3o Pedro e S\u00e3o Paulo, com excelente desempenho tanto sob o ponto de vista t\u00e9cnico estrutural como nas potencialidades espec\u00edficas constatadas na pr\u00e1tica . <\/p>\n<p>Para a Casa Ecol\u00f3gica, foram inseridos novos testes ao sistema j\u00e1 consolidado: a ado\u00e7\u00e3o de madeira de reflorestamento (E. grandis) e a constru\u00e7\u00e3o em dois pavimentos com parte do pavimento t\u00e9rreo com p\u00e9 direito duplo. Embora o primeiro condicionante n\u00e3o tenha interferido fundamentalmente na concep\u00e7\u00e3o arquitet\u00f4nica, a constru\u00e7\u00e3o em dois pavimentos exigiu a busca de solu\u00e7\u00f5es que possibilitassem a cria\u00e7\u00e3o da desej\u00e1vel intera\u00e7\u00e3o espacial entre os ambientes e, ao mesmo tempo, atendesse \u00e0 exig\u00eancia do sistema no que diz respeito ao travamento entre pain\u00e9is. <\/p>\n<p>Observa-se na figura anexa que o sistema &#8220;viga-laje em madeira&#8221; \u00e9 composto de pe\u00e7as de madeira serrada &#8211; sem entalhes para encaixe &#8211; unidos por uma barra rosqueada que \u00e9 fortemente apertada nas extremidades. Somente a uni\u00e3o de todos os elementos que comp\u00f5em os fechamentos &#8211; paredes, piso e cobertura &#8211; \u00e9 que garante a resist\u00eancia do conjunto, formando um monobloco \u00edntegro. <\/p>\n<p>Sistema construtivo Viga Lage em Madeira e A\u00e7o<\/p>\n<p>&#8211; Flexibilidade nas solu\u00e7\u00f5es arquitet\u00f4nicas <\/p>\n<p>&#8211; Resist\u00eancia estrutural; <\/p>\n<p>&#8211; Pe\u00e7as de madeira serrada, sem necessidade de entalhes e\/ou encaixes tipo ?macho\/f\u00eamea? <\/p>\n<p>&#8211; Dispensa vigas e pilares; <\/p>\n<p>&#8211; Possibilita pain\u00e9is de dimens\u00f5es generosas, se comparado \u00e0 uma casa tradicional em madeira; <\/p>\n<p>&#8211; Racionaliza\u00e7\u00e3o da constru\u00e7\u00e3o com perda m\u00ednima de materiais construtivos; <\/p>\n<p>&#8211; Rapidez de montagem; <\/p>\n<p>&#8211; Permite o desmonte e remonte em outro local de condi\u00e7\u00f5es semelhantes; <\/p>\n<p>&#8211; Facilidade de manuten\u00e7\u00e3o; <\/p>\n<p>&#8211; Possibilidade de substitui\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as; <\/p>\n<p>&#8211; Possibilidade de desenvolvimento de habita\u00e7\u00e3o de interesse social por ajuda m\u00fatua e\/ou mutir\u00e3o com necessidade m\u00ednima de equipamentos de marcenaria. <\/p>\n<p>Para a Casa Ecol\u00f3gica, foi testada a madeira de reflorestamento (eucalipto com densidade b\u00e1sica maior ou igual a 650 kg\/m3), com r\u00edgido controle em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 qualidade e secagem. As pe\u00e7as foram adquiridas secas em estufa (15%), aparelhadas e tratadas com sec\u00e7\u00e3o de 3,5 x 15 cm e comprimentos variados. O volume total de madeira previsto \u00e9 de 19 m3, j\u00e1 adquirido e em processo de produ\u00e7\u00e3o das pe\u00e7as. <\/p>\n<p>Observa-se que a aus\u00eancia de encaixes permite a confec\u00e7\u00e3o das pe\u00e7as com instrumentos b\u00e1sicos de marcenaria e a possibilidade de montagem da edifica\u00e7\u00e3o sem uso de equipamentos auxiliares de constru\u00e7\u00e3o e\/ou m\u00e3o de obra especializada. Al\u00e9m disso, os pain\u00e9is admitem solu\u00e7\u00f5es arquitet\u00f4nicas arrojadas, desde que obedecidos os necess\u00e1rios travamentos entre pain\u00e9is. <\/p>\n<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<\/p>\n<p>*<B>Autores:<\/B> Cristina Engel de Alvarez &#8211; Arquiteta coordenadora do Laborat\u00f3rio de Planejamento e Projetos LPP\/CAR\/UFES; <\/p>\n<p>Patr\u00edcia M. Cony Dantas &#8211; arquiteta do LPP\/CAR\/UFES; <\/p>\n<p>Marcelo S. Fiorotti &#8211; Arquiteto Paisagista do LPP\/CAR\/UFES; <\/p>\n<p>Maristela Gava &#8211; Arquiteta pelo LPP\/CAR\/UFES; <\/p>\n<p>Julio Eust\u00e1quio Melo &#8211; Engenheiro coordenador do depto. de engenharia do Laborat\u00f3rio de Produtos Florestais LPF\/IBAMA-DF <\/p>\n<p>* As informa\u00e7\u00e3oes acima s\u00e3o de inteira responsabilidade da fonte.<\/p>\n<p><B>Fonte:<\/B>   SBEF<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma equipe de pesquisadores do estado do Esp\u00edrito Santo idealizou um projeto denominado A &#8220;Casa Ecol\u00f3gica&#8221;. Os projetos &#8211; arquitet\u00f4nico, estrutural e complementares &#8211; foram desenvolvidos visando construir uma edifica\u00e7\u00e3o coerente com crit\u00e9rios previamente estabelecidos de sustentabilidade, racionaliza\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica e m\u00ednimo impacto ambiental. 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