{"id":7136,"date":"2007-03-02T00:00:00","date_gmt":"2007-03-02T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/crea-mt.org.br\/portal\/comissao-define-responsabilidades-dos-governos-na-revitalizacao-do-parnaiba-2\/"},"modified":"2007-03-02T00:00:00","modified_gmt":"2007-03-02T03:00:00","slug":"comissao-define-responsabilidades-dos-governos-na-revitalizacao-do-parnaiba-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/comissao-define-responsabilidades-dos-governos-na-revitalizacao-do-parnaiba-2\/","title":{"rendered":"Comiss\u00e3o define responsabilidades dos governos na revitaliza\u00e7\u00e3o do Parna\u00edba"},"content":{"rendered":"<p>A comiss\u00e3o que discute o Plano Emergencial para a Revitaliza\u00e7\u00e3o do Rio Parna\u00edba definiu na quarta-feira (28) as diretrizes das a\u00e7\u00f5es e dividiu as responsabilidades entre governos federal, estadual e municipal. Para o secret\u00e1rio do Meio Ambiente do Piau\u00ed, Dalton Macambira, a reuni\u00e3o foi um marco hist\u00f3rico e permitiu a efetiva organiza\u00e7\u00e3o do plano, principalmente no estado.<\/p>\n<p>Participaram do encontro em Teresina (PI) o ministro da Integra\u00e7\u00e3o Nacional, Pedro Brito, e os governadores do Piau\u00ed, Wellington Dias, e do Maranh\u00e3o, Jackson Lago. Eles concordaram que o programa de revitaliza\u00e7\u00e3o do Parna\u00edba seja desenvolvido em quatro etapas. As tr\u00eas primeiras est\u00e3o previstas para ocorrer nos pr\u00f3ximos dois anos e a quarta etapa ser\u00e1 implantada em um per\u00edodo de 20 anos.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio de Meio Ambiente do Piau\u00ed disse que o PAC &#8211; Programa de Acelera\u00e7\u00e3o do Crescimento disponibilizou R$ 230 milh\u00f5es para serem investidos nos pr\u00f3ximos quatro anos. S\u00f3 neste ano, os estados do Piau\u00ed e do Maranh\u00e3o poder\u00e3o investir cerca de R$ 80 milh\u00f5es na revitaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;Os recursos v\u00e3o ser investidos para resolver um passivo ambiental muito antigo do Parna\u00edba, que \u00e9 o problema da falta de saneamento b\u00e1sico nos munic\u00edpios ribeirinhos&#8221;, afirmou Macambira.<\/p>\n<p>Segundo ele, a maior parte das a\u00e7\u00f5es ser\u00e1 desenvolvida pela Codevasf &#8211; Companhia de Desenvolvimento do Vales do S\u00e3o Francisco e do Parna\u00edba e pela Funda\u00e7\u00e3o Nacional de Sa\u00fade, juntamente com empresas de saneamento do estado do Piau\u00ed. As cidades \u00e0s margens do rio receber\u00e3o aterros sanit\u00e1rios para evitar que o lixo contamine as \u00e1guas.<\/p>\n<p>Os recursos tamb\u00e9m ser\u00e3o investidos na recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas e na recupera\u00e7\u00e3o da mata ciliar para permitir a supera\u00e7\u00e3o de um problema antigo: o assoreamento do Parna\u00edba e dos seus afluentes.<\/p>\n<p>&#8220;Esse \u00e9 um problema grave de toda bacia e essa a\u00e7\u00e3o de recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas e reposi\u00e7\u00e3o da mata ciliar, ser\u00e1 feita pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente. Vai ser um instrumento importante para deter o processo de assoreamento&#8221;, explicou o secret\u00e1rio.<\/p>\n<p>Para ele, a despolui\u00e7\u00e3o do Parna\u00edba ser\u00e1 um dos principais resultados do programa de revitaliza\u00e7\u00e3o. &#8220;Significa que n\u00f3s vamos ter a oportunidade de ter um rio menos polu\u00eddo por conta do saneamento b\u00e1sico. Vamos ter um rio menos assoreado por conta da reposi\u00e7\u00e3o da mata ciliar. Vamos ter um rio muito mais saud\u00e1vel para os m\u00faltiplos usos da \u00e1gua.&#8221;<\/p>\n<p>Macambira ressaltou que o programa de revitaliza\u00e7\u00e3o tem um forte componente de integra\u00e7\u00e3o socioecon\u00f4mica da popula\u00e7\u00e3o que vive \u00e0s margens do maior rio genuinamente nordestino. &#8220;Ele nasce no Nordeste e tem sua foz tamb\u00e9m  na regi\u00e3o e vai ser integrado ao processo de desenvolvimento com a recupera\u00e7\u00e3o da sua navegabilidade.&#8221;<\/p>\n<p>De acordo com o secret\u00e1rio, para conseguir financiamento federal, os munic\u00edpios ter\u00e3o que fazer os projetos de aterro sanit\u00e1rio. Ao  governo do estado caber\u00e3o os projetos de esgotamento sanit\u00e1rio e a capta\u00e7\u00e3o de recursos para a recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas e reposi\u00e7\u00e3o da mata ciliar.<\/p>\n<p>Dalton Macambira destacou que, apesar de nem todos os projetos estarem prontos, &#8220;h\u00e1 um compromisso dos \u00f3rg\u00e3os estaduais no sentido de agilizar a formata\u00e7\u00e3o dos projetos para que os recursos n\u00e3o sejam desperdi\u00e7ados e possam atingir o seu objetivo que \u00e9 exatamente a revitaliza\u00e7\u00e3o do Parna\u00edba&#8221;.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A comiss\u00e3o que discute o Plano Emergencial para a Revitaliza\u00e7\u00e3o do Rio Parna\u00edba definiu na quarta-feira (28) as diretrizes das a\u00e7\u00f5es e dividiu as responsabilidades entre governos federal, estadual e municipal. 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