{"id":6912,"date":"2007-03-28T00:00:00","date_gmt":"2007-03-28T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/crea-mt.org.br\/portal\/deficit-em-r-9-bi\/"},"modified":"2007-03-28T00:00:00","modified_gmt":"2007-03-28T03:00:00","slug":"deficit-em-r-9-bi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/deficit-em-r-9-bi\/","title":{"rendered":"D\u00e9ficit em R$ 9 bi"},"content":{"rendered":"<p>Fonte:Di\u00e1rio de Cuiab\u00e1<\/p>\n<p>Mato Grosso contabilizou d\u00e9ficit R$ 9 bilh\u00f5es em suas contas previdenci\u00e1rias em 2006. As cifras representam decr\u00e9scimo de pouco mais de 11% em compara\u00e7\u00e3o ao saldo negativo do exerc\u00edcio 2005, que atingiu R$ 10,2 bilh\u00f5es. Com esse desempenho, o Estado ocupa a 13\u00aa coloca\u00e7\u00e3o no \u00cdndice de Desenvolvimento Previdenci\u00e1rio (IDP) elaborado pelo N\u00facleo Atuarial de Previd\u00eancia (NAP) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que est\u00e1 em sua segunda edi\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Apesar da redu\u00e7\u00e3o do d\u00e9ficit em mais de R$ 1 bilh\u00e3o de um ano para o outro, o IDP mato-grossense passou de 0,38 em 2005 para 0,33 em 2006. Esse \u00edndice qualifica a previd\u00eancia mato-grossense em um n\u00edvel considerado baixo. Com d\u00e9ficit de R$ 10,2 bilh\u00f5es, Mato Grosso ocupava a 9\u00aa posi\u00e7\u00e3o no IDP. <\/p>\n<p>O IDP \u00e9 calculado com base em indicadores atuariais &#8211; uma esp\u00e9cie de matem\u00e1tica previdenci\u00e1ria que leva em considera\u00e7\u00e3o os riscos acerca do segmento -, financeiros, jur\u00eddicos e administrativos operacionais. <\/p>\n<p>&#8220;Apesar da recupera\u00e7\u00e3o da previd\u00eancia mato-grossense, o d\u00e9ficit ou super\u00e1vit, sozinho n\u00e3o, \u00e9 suficiente para ampliar o IDP dos estados. Em Mato Grosso, por exemplo, joga contra a folha de pagamento de servidores ativos a inativos&#8221;, aponta o atu\u00e1rio do NAP, Paulo Arthur Vieira. <\/p>\n<p>De acordo com metodologia do N\u00facleo, o \u00edndice varia de 0 (sistema em ru\u00edna ou em extrema dificuldade) a 1 (sistema financeiro e atuarialmente em equil\u00edbrio, possuindo gest\u00e3o em n\u00edvel de excel\u00eancia). Os estados que alcan\u00e7am m\u00e9dia entre 0 e 0,49 s\u00e3o considerados de n\u00edvel baixo &#8211; Mato Grosso obteve 0,33 -, de 0,5 a 0,79, n\u00edvel m\u00e9dio e acima disso, n\u00edvel alto. <\/p>\n<p>O Di\u00e1rio tentou repercutir as informa\u00e7\u00f5es com a secretaria de Estado de Administra\u00e7\u00e3o (SAD), mas somente o secret\u00e1rio Geraldo De Vitto, poderia falar e ele estava em viagem. A assessoria de imprensa informou apenas que os n\u00fameros anunciados pelo NAP s\u00e3o enviados bimestralmente ao minist\u00e9rio da Previd\u00eancia e se a fonte do estudo tiver sido essa, os valores est\u00e3o corretos. <\/p>\n<p>PATRIM\u00d4NIO &#8211; De acordo com o estudo, Mato Grosso n\u00e3o possui atualmente patrim\u00f4nio previdenci\u00e1rio e tem uma despesa anual com pensionistas e inativos de R$ 2,3 bilh\u00f5es e de R$ 5,4 bilh\u00f5es com servidores ativos. S\u00e3o 55 mil segurados entre ativos, inativos e pensionistas. A previd\u00eancia mato-grossense carrega tamb\u00e9m o \u00f4nus da divis\u00e3o do Estado, na d\u00e9cada de 70, com o pagamento de pensionistas de Mato Grosso do Sul. <\/p>\n<p>IDP &#8211; Dos 27 estados brasileiros, 21 est\u00e3o com um d\u00e9ficit na suas contas com a Previd\u00eancia, com saldo negativo total de R$ 400 bilh\u00f5es (veja quadros). Dezoito deles est\u00e3o com baixo n\u00edvel de desenvolvimento previdenci\u00e1rio e tr\u00eas com m\u00e9dio desenvolvimento. Amazonas, Esp\u00edrito Santo, Minas Gerais, Goi\u00e1s e Paran\u00e1 apresentaram super\u00e1vit, somando, os cinco, R$ 1,73 bilh\u00e3o, e alto n\u00edvel de desenvolvimento, assim como Roraima, que est\u00e1 com as contas equilibradas. <\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo \u00e9 o Estado brasileiro com maior d\u00e9ficit na previd\u00eancia: R$ 154,34 bilh\u00f5es. Em 2005, o resultado havia sido de R$ 207 bilh\u00f5es negativos. O Rio de Janeiro passou de um d\u00e9ficit de R$ 92 bilh\u00f5es, em 2005, para R$ 23 bilh\u00f5es em 2006. Este resultado foi poss\u00edvel em fun\u00e7\u00e3o do Decreto 37.571, de maio de 2005, ter estipulado que os royalties e participa\u00e7\u00f5es especiais de petr\u00f3leo e g\u00e1s natural fossem incorporados \u00e0 receita do RioPrevid\u00eancia a partir de janeiro de 2006. <\/p>\n<p>De acordo com o IDP 2006, Santa Catarina \u00e9 o Estado com o n\u00edvel mais baixo (0) de desenvolvimento, ocupando a 27\u00aa posi\u00e7\u00e3o no ranking IDP 2006, enquanto Roraima, com o IDP mais alto (1), \u00e9 o primeiro da lista. S\u00e3o Paulo (0,283) ocupa a 14\u00aa posi\u00e7\u00e3o e o Rio de Janeiro (0,467), a 11\u00aa. <\/p>\n<p>Entre ativos, inativos e pensionistas, os 27 estados brasileiros contam com 3,9 milh\u00f5es de segurados em seus sistemas de previd\u00eancia. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fonte:Di\u00e1rio de Cuiab\u00e1 Mato Grosso contabilizou d\u00e9ficit R$ 9 bilh\u00f5es em suas contas previdenci\u00e1rias em 2006. As cifras representam decr\u00e9scimo de pouco mais de 11% em compara\u00e7\u00e3o ao saldo negativo do exerc\u00edcio 2005, que atingiu R$ 10,2 bilh\u00f5es. 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