{"id":6550,"date":"2007-05-28T00:00:00","date_gmt":"2007-05-28T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/crea-mt.org.br\/portal\/real-valorizado-fez-cair-desmate-em-mato-grosso-indica-medicao\/"},"modified":"2007-05-28T00:00:00","modified_gmt":"2007-05-28T03:00:00","slug":"real-valorizado-fez-cair-desmate-em-mato-grosso-indica-medicao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/real-valorizado-fez-cair-desmate-em-mato-grosso-indica-medicao\/","title":{"rendered":"Real valorizado fez cair desmate em Mato Grosso, indica medi\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>O desmatamento em Mato Grosso caiu 89% no m\u00eas de abril comparado ao mesmo m\u00eas no ano passado. A tend\u00eancia \u00e0 queda, segundo pesquisadores do Par\u00e1, \u00e9 motivada principalmente pela valoriza\u00e7\u00e3o do real em rela\u00e7\u00e3o ao d\u00f3lar e deve ditar o ritmo da devasta\u00e7\u00e3o no meio do ano, per\u00edodo mais cr\u00edtico do desmatamento.<\/p>\n<p>A derrubada da floresta medida em abril pelo SAD &#8211; Sistema de Alerta de Desmatamento do Imazon &#8211; Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amaz\u00f4nia, uma ONG de pesquisas sediada em Bel\u00e9m, foi de 65 quil\u00f4metros quadrados. No acumulado de agosto de 2006 a abril de 2007, a perda total da floresta foi de 2.268 quil\u00f4metros quadrados &#8211; uma queda de 37% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do bi\u00eanio 2005\/2006.<\/p>\n<p>&#8220;De agosto para c\u00e1 existe um padr\u00e3o bem definido de desacelera\u00e7\u00e3o do ritmo de desmatamento&#8221;, disse \u00e0 Folha Adalberto Ver\u00edssimo, pesquisador do Imazon. &#8220;O m\u00eas de janeiro deste ano nem aparece no gr\u00e1fico, de t\u00e3o baixo que foi.&#8221;<\/p>\n<p>Segundo Ver\u00edssimo, o c\u00e2mbio desfavor\u00e1vel \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es \u00e9 provavelmente o respons\u00e1vel pela retra\u00e7\u00e3o do agroneg\u00f3cio. Isso \u00e9 mais agudo no centro-norte mato-grossense, principal fronteira da soja e outros gr\u00e3os e da pecu\u00e1ria  &#8211; embora n\u00e3o seja poss\u00edvel descartar o efeito de a\u00e7\u00f5es do governo contra o desmatamento.<\/p>\n<p>Desmatar no per\u00edodo das chuvas (o come\u00e7o do ano) custa mais caro, e \u00e9 s\u00f3 para grandes fazendeiros, que t\u00eam capital. Prova disso \u00e9 que o SAD (que utiliza imagens de sat\u00e9lite) n\u00e3o viu em abril nenhuma derrubada em \u00e1reas de assentamentos para reforma agr\u00e1ria nem em unidades de conserva\u00e7\u00e3o. O noroeste do Estado, regi\u00e3o de florestas densas e sob alta press\u00e3o, onde imperam a grilagem de terras, a extra\u00e7\u00e3o ilegal de madeira e os pequenos desmates para pecu\u00e1ria, n\u00e3o teve novas \u00e1reas &#8220;abertas&#8221; naquele m\u00eas.<\/p>\n<p>No centro-norte, os agricultores est\u00e3o decidindo n\u00e3o investir muito agora. &#8220;Nada indica um aquecimento do desmatamento em Mato Grosso no per\u00edodo cr\u00edtico (de seca) de maio, junho e julho&#8221;, continua o pesquisador.<\/p>\n<p>Fonte: Folha Online.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O desmatamento em Mato Grosso caiu 89% no m\u00eas de abril comparado ao mesmo m\u00eas no ano passado. A tend\u00eancia \u00e0 queda, segundo pesquisadores do Par\u00e1, \u00e9 motivada principalmente pela valoriza\u00e7\u00e3o do real em rela\u00e7\u00e3o ao d\u00f3lar e deve ditar o ritmo da devasta\u00e7\u00e3o no meio do ano, per\u00edodo mais cr\u00edtico do desmatamento. A derrubada [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-6550","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6550","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6550"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6550\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6550"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6550"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6550"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}