{"id":6499,"date":"2007-06-04T00:00:00","date_gmt":"2007-06-04T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/crea-mt.org.br\/portal\/ampa-defende-a-liberacao-do-plantio-de-transgenicos-2\/"},"modified":"2007-06-04T00:00:00","modified_gmt":"2007-06-04T03:00:00","slug":"ampa-defende-a-liberacao-do-plantio-de-transgenicos-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/ampa-defende-a-liberacao-do-plantio-de-transgenicos-2\/","title":{"rendered":"Ampa defende a libera\u00e7\u00e3o do plantio de transg\u00eanicos"},"content":{"rendered":"<p>O presidente da Associa\u00e7\u00e3o Mato-grossense de Produtores de Algod\u00e3o (Ampa), S\u00e9rgio De Marco, defende a libera\u00e7\u00e3o da tecnologia dos Organismos Geneticamente Modificados (OMGs) para a cultura do algod\u00e3o. &#8220;Somos a favor do desenvolvimento de tecnologias que levem a um menor custo de produ\u00e7\u00e3o e garantam mais competitividade dos nossos produtos&#8221;, justifica. <\/p>\n<p>Segundo ele, a tecnologia dos transg\u00eanicos garante redu\u00e7\u00e3o dos custos para os produtores e maior competitividade no mercado internacional. &#8220;Poder\u00edamos reduzir nossos custos de produ\u00e7\u00e3o entre US$ 200 e US$ 300 por hectare com a utiliza\u00e7\u00e3o do RR-BT2 (variedade hoje proibida), por exemplo&#8221;, afirma De Marco. <\/p>\n<p>Ele aponta que os principais concorrentes do pa\u00eds, como Argentina, Austr\u00e1lia, Estados Unidos e \u00cdndia &#8211; utilizam largamente a tecnologia dos transg\u00eanicos. &#8220;Estamos atrasados nesta \u00e1rea e, quem perde com isto, \u00e9 o pa\u00eds&#8221;, argumenta. <\/p>\n<p>O pesquisador Clayton Bortolini, da Funda\u00e7\u00e3o Rio Verde, em Lucas do Rio Verde (360 quil\u00f4metros ao m\u00e9dio norte de Cuiab\u00e1) tamb\u00e9m aponta a biotecnologia como a solu\u00e7\u00e3o para o pa\u00eds melhorar custos e aumentar competitividade. &#8220;Com os OGMs vamos ter uma economia expressiva com a aplica\u00e7\u00e3o de defensivos e agroqu\u00edmicos. Acho que a \u00fanica forma de reduzirmos custos \u00e9 utilizando tecnologias na \u00e1rea de transg\u00eanicos&#8221;, frisa. <\/p>\n<p>Bortolini alerta que se o Brasil excluir a biotecnologia de suas prioridades poder\u00e1 perder substancial competitividade no mercado internacional, ap\u00f3s um intenso trabalho de reestrutura\u00e7\u00e3o do setor que contribui de forma significativa para a economia brasileira. <\/p>\n<p>Especialista em algod\u00e3o da Funda\u00e7\u00e3o Centro-Oeste, Eleusio Curvelo Freire, acredita que a variedade j\u00e1 autorizada pela Comiss\u00e3o T\u00e9cnica Nacional de Biosseguran\u00e7a (CTNBio) possa representar uma redu\u00e7\u00e3o de 10% no custo de produ\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>&#8220;A economia pode parecer pequena, mas com os \u00edndices de competitividade e com os lucros cada vez menores, uma redu\u00e7\u00e3o de 10% no custo total de produ\u00e7\u00e3o \u00e9 uma grande vantagem para o produtor. Al\u00e9m disso, a redu\u00e7\u00e3o pode chegar a 20% nos gastos com herbicidas e inseticidas&#8221;, avalia o pesquisador. <\/p>\n<p>Freire lembra que atualmente existem diversas variedades de algod\u00e3o transg\u00eanico, mas somente uma foi liberada. &#8220;As empresas nacionais v\u00e3o entrar no mercado com uma defasagem de tempo, mas poder\u00e3o conquistar o espa\u00e7o porque o produtor j\u00e1 ter\u00e1 feito a experi\u00eancia em suas lavouras e ter\u00e1 uma variedade adaptada \u00e0 realidade da regi\u00e3o&#8221;. <\/p>\n<p>Outra vantagem que Freire v\u00ea com rela\u00e7\u00e3o ao algod\u00e3o transg\u00eanico desenvolvido pelas empresas de pesquisa ser\u00e1 a cobran\u00e7a de um royaltie menor do que o cobrado pelas empresas multinacionais. &#8220;A pesquisa brasileira est\u00e1 atrasada porque somente depois da libera\u00e7\u00e3o de uma variedade de algod\u00e3o transg\u00eanico \u00e9 que os contratos de licenciamento dos genes come\u00e7aram a ser feitos&#8221;, diz. <\/p>\n<p>Fonte:Di\u00e1rio de Cuiab\u00e1 <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O presidente da Associa\u00e7\u00e3o Mato-grossense de Produtores de Algod\u00e3o (Ampa), S\u00e9rgio De Marco, defende a libera\u00e7\u00e3o da tecnologia dos Organismos Geneticamente Modificados (OMGs) para a cultura do algod\u00e3o. &#8220;Somos a favor do desenvolvimento de tecnologias que levem a um menor custo de produ\u00e7\u00e3o e garantam mais competitividade dos nossos produtos&#8221;, justifica. 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