{"id":6419,"date":"2007-06-18T00:00:00","date_gmt":"2007-06-18T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/crea-mt.org.br\/portal\/produtor-da-paraiba-colhe-primeira-safra-de-algodao-colorido-organico\/"},"modified":"2007-06-18T00:00:00","modified_gmt":"2007-06-18T03:00:00","slug":"produtor-da-paraiba-colhe-primeira-safra-de-algodao-colorido-organico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/produtor-da-paraiba-colhe-primeira-safra-de-algodao-colorido-organico\/","title":{"rendered":"Produtor da Para\u00edba colhe primeira safra de algod\u00e3o colorido org\u00e2nico"},"content":{"rendered":"<p>&#8220;O algod\u00e3o colorido org\u00e2nico \u00e9 fruto de um trabalho muito forte, ecologicamente e socialmente correto, e por isso n\u00e3o \u00e9 um trabalho do dia para a noite. J\u00e1 se passaram cerca de sete ou oito anos que estamos em cima desse trabalho, e n\u00e3o \u00e9 um produto para a moda tempor\u00e1ria. \u00c9 um produto para ficar na consci\u00eancia de todos&#8221;, disse ele. <\/p>\n<p>Na primeira safra comercial na propriedade de Gadelha, ser\u00e3o colhidas tr\u00eas cores: branco, verde e rubi. Segundo Gadelha, no cultivo do produto org\u00e2nico, n\u00e3o se usam produtos qu\u00edmicos. Pragas como cochinilha, bicudo e curuquer\u00ea s\u00e3o comuns na planta\u00e7\u00f5es de algod\u00e3o colorido org\u00e2nico, mas as formas de combate s\u00e3o sempre naturais, afirmou o produtor. <\/p>\n<p>Gadelha plantou 23 hectares de algod\u00e3o branco, oito de verde e 5,5 de rubi e dever\u00e1 colher cerca de 1.800 quilos por hectare. Ele disse que a aceita\u00e7\u00e3o do algod\u00e3o colorido \u00e9 muito grande e que j\u00e1 existe uma larga rede de comercializa\u00e7\u00e3o do produto. <\/p>\n<p>O pesquisador da Embrapa Algod\u00e3o, Melchior Naelson Batista da Silva, disse que o plantio do algod\u00e3o colorido org\u00e2nico \u00e9 um desafio e uma boa oportunidade para os agricultores, porque o produto tem pre\u00e7o superior no mercado. O colorido org\u00e2nico \u00e9 vendido a R$ 5 o quilo e o branco, a R$ 4. O algod\u00e3o branco n\u00e3o-org\u00e2nico custa cerca de R$ 3 o quilo. <\/p>\n<p>Mesmo assim, o pesquisador ressaltou que a produ\u00e7\u00e3o de algod\u00e3o org\u00e2nico ainda n\u00e3o \u00e9 suficiente para a procura. &#8220;O crescimento da produ\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 pequeno, porque o sistema de produ\u00e7\u00e3o \u00e9 diferenciado. Tem todo um aparato de capacita\u00e7\u00e3o e conscientiza\u00e7\u00e3o dos agricultores, e n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil aumentar as \u00e1reas de produ\u00e7\u00e3o. Por isso, n\u00e3o se conseguiu atender toda essa demanda de produtos org\u00e2nicos no Brasil e no mundo&#8221;. <\/p>\n<p>De acordo com Melchior Silva, na Para\u00edba, existe um n\u00facleo de produ\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o do Curumata\u00fa, onde 20 agricultores familiares assentados da reforma agr\u00e1ria, est\u00e3o plantando, este ano, em torno de 60 hectares de algod\u00e3o org\u00e2nico branco, marrom e verde, todos j\u00e1 com proposta de venda do produto.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;O algod\u00e3o colorido org\u00e2nico \u00e9 fruto de um trabalho muito forte, ecologicamente e socialmente correto, e por isso n\u00e3o \u00e9 um trabalho do dia para a noite. J\u00e1 se passaram cerca de sete ou oito anos que estamos em cima desse trabalho, e n\u00e3o \u00e9 um produto para a moda tempor\u00e1ria. \u00c9 um produto para [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-6419","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6419","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6419"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6419\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6419"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6419"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6419"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}