{"id":6184,"date":"2007-07-18T00:00:00","date_gmt":"2007-07-18T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/crea-mt.org.br\/portal\/sindicato-denuncia-irregularidades-em-diversas-farmacias\/"},"modified":"2007-07-18T00:00:00","modified_gmt":"2007-07-18T03:00:00","slug":"sindicato-denuncia-irregularidades-em-diversas-farmacias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/sindicato-denuncia-irregularidades-em-diversas-farmacias\/","title":{"rendered":"Sindicato denuncia irregularidades em diversas farm\u00e1cias"},"content":{"rendered":"<p>A Grande Cuiab\u00e1 tem hoje 180% a mais do n\u00famero farm\u00e1cias estabelecido pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS), que estipula uma unidade para cada 10 mil habitantes. Conforme Sindicato do Com\u00e9rcio Varejista de Produtos Farmac\u00eauticos em Mato Grosso (Sincofarma), existem 280 farm\u00e1cias para uma popula\u00e7\u00e3o que n\u00e3o chega a 1 milh\u00e3o. O n\u00famero \u00e9 alarmante porque incentiva a concorr\u00eancia desleal e as irregularidades no setor, como a aquisi\u00e7\u00e3o de medicamentos roubados, sem nota fiscal ou fora do padr\u00e3o de qualidade.<\/p>\n<p>O presidente do Sincofarma, Ricardo Cristaldo, buscou apoio do Minist\u00e9rio P\u00fablico Estadual (MPE), que pretende se reunir na primeira semana de agosto com todo segmento envolvido para tratar da regulamenta\u00e7\u00e3o das farm\u00e1cias e drogarias. Um agravante \u00e9 que 70% delas atuam de maneira irregular, ou seja, sem a autoriza\u00e7\u00e3o de funcionamento do estabelecimento (AFE), emitido pela Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa). &#8220;Existe uma inoper\u00e2ncia enorme na fiscaliza\u00e7\u00e3o e emiss\u00e3o de alvar\u00e1s pelo munic\u00edpio, muitos empres\u00e1rios se aproveitam da situa\u00e7\u00e3o para empurrar o problema, outros realmente agem de m\u00e1-f\u00e9&#8221;.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da AFE, que custa em m\u00e9dia R$ 500, tamb\u00e9m existem os Alvar\u00e1s de Localiza\u00e7\u00e3o, da Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria e do Conselho Regional de Farm\u00e1cia (CRF) que devem ser refeitos regularmente. O custo de todos eles chega a R$ 1,3 mil por ano. Para Cristaldo, tais valores s\u00e3o relativamente altos, mas n\u00e3o justificam trabalhar na clandestinidade, at\u00e9 porque existem comerciantes que pagam. &#8220;O mais grave \u00e9 saber que os laborat\u00f3rios vendem mesmo para os que est\u00e3o irregulares. Se \u00e9 dif\u00edcil fiscalizar mais de 200 farm\u00e1cias, o mesmo n\u00e3o pode se dizer de atuar em cima de 10 distribuidoras, falta vontade pol\u00edtica para fazer o trabalho direito&#8221;. <\/p>\n<p>Ele pontua que os rem\u00e9dios clandestinos est\u00e3o sujeitos a serem mau armazenados e transportados de maneira inadequada, condi\u00e7\u00f5es que prejudicam os consumidores. O c\u00f3digo de postura do munic\u00edpio diz que as farm\u00e1cias devem estar a pelo menos 150 metros uma da outra, mas isso tamb\u00e9m nunca foi respeitado.&#8221;A gente tenta resolver isso h\u00e1 mais de cinco anos, a \u00faltima alternativa \u00e9 atrav\u00e9s do Minist\u00e9rio P\u00fablico&#8221;.<\/p>\n<p>Fonte: Gazeta Digital.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Grande Cuiab\u00e1 tem hoje 180% a mais do n\u00famero farm\u00e1cias estabelecido pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS), que estipula uma unidade para cada 10 mil habitantes. Conforme Sindicato do Com\u00e9rcio Varejista de Produtos Farmac\u00eauticos em Mato Grosso (Sincofarma), existem 280 farm\u00e1cias para uma popula\u00e7\u00e3o que n\u00e3o chega a 1 milh\u00e3o. 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