{"id":6138,"date":"2007-07-23T00:00:00","date_gmt":"2007-07-23T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/crea-mt.org.br\/portal\/centro-oeste-e-a-regiao-do-pais-com-maior-consumo-de-energia-eletrica\/"},"modified":"2007-07-23T00:00:00","modified_gmt":"2007-07-23T03:00:00","slug":"centro-oeste-e-a-regiao-do-pais-com-maior-consumo-de-energia-eletrica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/centro-oeste-e-a-regiao-do-pais-com-maior-consumo-de-energia-eletrica\/","title":{"rendered":"Centro-Oeste \u00e9 a regi\u00e3o do pa\u00eds com maior consumo de energia el\u00e9trica"},"content":{"rendered":"<p>O consumo de energia el\u00e9trica no Brasil cresceu 8,2% em maio sobre o mesmo per\u00edodo do ano passado, informou a Empresa de Pesquisa Energ\u00e9tica (EPE). Por regi\u00e3o, o Centro-Oeste possui a mais elevada taxa de crescimento, 8,1% no acumulado de janeiro a maio. Nas demais regi\u00f5es, as varia\u00e7\u00f5es ficaram entre 4,8% (Sudeste) e 5,9% (Norte).<\/p>\n<p>O mercado nacional de fornecimento de energia el\u00e9trica a consumidores livres e cativos totalizou em maio 30.650 gigawatts-hora (Gwh). No acumulado do ano, o crescimento do consumo total foi de 5,2%, acima do resultado verificado nos primeiros quatro meses do ano, quando havia atingido 4,7%. <\/p>\n<p>J\u00e1 o consumo industrial nacional de energia el\u00e9trica, que representa 44% do mercado de fornecimento, teve crescimento de 7,2% em rela\u00e7\u00e3o a maio do ano passado e de 4,2% no acumulado nos cinco primeiros meses de 2007 sobre o mesmo per\u00edodo em 2006. <\/p>\n<p>A Regi\u00e3o Centro-Oeste registra a maior taxa acumulada de crescimento (12,2%), que reflete, em grande parte, uma base de compara\u00e7\u00e3o excessivamente baixa devido \u00e0 crise do agroneg\u00f3cio que atingiu os Estados da Regi\u00e3o, assim como uma redu\u00e7\u00e3o no consumo de grande ind\u00fastria eletrointensiva. A Regi\u00e3o Sul, apesar de apresentar a menor taxa no acumulado (2,9%), vem revelando recupera\u00e7\u00e3o desde finais de 2006. Na Regi\u00e3o Sudeste, o consumo industrial foi 7,2% maior em maio desse ano do que no mesmo m\u00eas em 2006 e 3,8% maior no acumulado do per\u00edodo.<\/p>\n<p>Crescimento<\/p>\n<p>De acordo com os dados contabilizados pela EPE, os consumidores residenciais e comerciais puxaram o crescimento do mercado, com taxas respectivamente de 6,8% e 7% no acumulado dos primeiros cinco meses de 2007. A EPE informou que o aumento da renda, as condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis de cr\u00e9dito, a queda dos juros e a grande oferta de produtos importados a pre\u00e7os reduzidos t\u00eam se constitu\u00eddo em fatores de est\u00edmulo ao consumo de energia nas resid\u00eancias e nas unidades comerciais. Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 renda, o crescimento m\u00e9dio desse indicador, entre 2004 e 2007, \u00e9 de 7,7% ao ano.<\/p>\n<p>Eletroeletr\u00f4nicos <\/p>\n<p>Em conjunto, esses fatores rebatem diretamente em outro indicador importante quando se fala em consumo residencial de energia el\u00e9trica: as vendas de eletroeletr\u00f4nicos. De acordo com a Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletr\u00f4nicos (Eletros), as vendas desses produtos aumentaram 8,6% no primeiro trimestre de 2007 em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2006. <\/p>\n<p>O agregado das classes rural, poder p\u00fablico, ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica e consumo pr\u00f3prio apresentou crescimento de 3,4% de janeiro a maio desse ano ante o mesmo per\u00edodo de 2006. Neste grupo, destaca-se o consumo rural, cujo consumo aumentou 4,4% no per\u00edodo e representou 31% do conjunto agregado.<\/p>\n<p>Fonte:RMTONLINE<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O consumo de energia el\u00e9trica no Brasil cresceu 8,2% em maio sobre o mesmo per\u00edodo do ano passado, informou a Empresa de Pesquisa Energ\u00e9tica (EPE). Por regi\u00e3o, o Centro-Oeste possui a mais elevada taxa de crescimento, 8,1% no acumulado de janeiro a maio. Nas demais regi\u00f5es, as varia\u00e7\u00f5es ficaram entre 4,8% (Sudeste) e 5,9% (Norte). 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