{"id":580,"date":"2016-08-05T17:21:00","date_gmt":"2016-08-05T20:21:00","guid":{"rendered":"https:\/\/crea-mt.org.br\/portal\/como-tirar-o-visto-profissional-para-trabalhar-em-portugal-e-vice-versa\/"},"modified":"2016-08-05T17:21:00","modified_gmt":"2016-08-05T20:21:00","slug":"como-tirar-o-visto-profissional-para-trabalhar-em-portugal-e-vice-versa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/como-tirar-o-visto-profissional-para-trabalhar-em-portugal-e-vice-versa\/","title":{"rendered":"Como tirar o visto profissional para trabalhar em Portugal e vice-versa"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">\n\t<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"\/img_site\/images\/mobilidade_profissional_brasilportugal.jpg\" style=\"width: 350px;height: 350px;margin: 5px;float: left\" \/>Desde 15 de abril deste ano, quando foi assinado o&nbsp;Termo Aditivo de Reciprocidade firmado entre o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) e a Ordem de Engenheiros de Portugal (OEP), pelo menos um profissional estrangeiro portugu&ecirc;s pediu visto para trabalhar aqui em Mato Grosso e mais de cem em todo o pa&iacute;s.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tO Acordo de reciprocidade que possu&iacute;a validade de 12 meses e cota de 500 profissionais esgotou-se em apenas oito meses ap&oacute;s a sua assinatura em setembro de 2015, e parece que a facilita&ccedil;&atilde;o para o exerc&iacute;cio profissional dos engenheiros nos dois pa&iacute;ses continua a fazer sucesso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tPodem se beneficiar do acordo, os profissionais com cursos de engenharia nas universidades brasileiras com carga hor&aacute;ria m&iacute;nima de 3.600 horas de aulas e os que tenham um m&iacute;nimo de cinco anos de estudos nas escolas de ensino superior portuguesas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tO engenheiro brasileiro interessado em atuar em Portugal tem de estar com registro ativo e adimplente junto ao Sistema Confea\/Crea e M&uacute;tua, procurar o Crea do seu estado ou a inspetoria ou ainda as delegacias distritais&nbsp; do seu domic&iacute;lio. J&aacute; em territ&oacute;rio portugu&ecirc;s apresentar sua candidatura a membro da Ordem dos Engenheiros de Portugal (OEP).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAo ser admitido, o profissional manter&aacute; todas as atribui&ccedil;&otilde;es concedidas no Brasil, de acordo com certid&atilde;o a ser emitida pelo Sistema Confea\/Crea. O termo de reciprocidade, enquanto tiver validade, libera os brasileiros a prestar as provas de admiss&atilde;o como exige a entidade lusitana dos candidatos portugueses que, por sua vez, n&atilde;o precisam provar o n&iacute;vel de seus conhecimentos para atuar no Brasil. O documento detalha as informa&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias aos interessados e at&eacute; mesmo a aplica&ccedil;&atilde;o de san&ccedil;&otilde;es disciplinares decorrentes do exerc&iacute;cio profissional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>CONFIRA ABAIXO OS DOCUMENTOS QUE PRECISAM SER PREENCHIDOS:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>&#8211; <a href=\"http:\/\/www.confea.org.br\/media\/Termo_Reciprocidade_Confea_OEP_Procedimentos.pdf\">Procedimentos para registro<\/a><br \/>\n\t<a href=\"http:\/\/www.confea.org.br\/media\/Formulario%20de%20Requerimento.docx\">&#8211; Formul&aacute;rio de Requerimento <\/a><br \/>\n\t&#8211; <a href=\"http:\/\/www.confea.org.br\/media\/Termo_Reciprocidade_Confea_OEP.pdf\" target=\"_blank\">Termo de Reciprocidade<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.confea.org.br\/media\/Termo_Reciprocidade_Confea_OEP_Aditivo.pdf\">aditiv<\/a><\/strong><a href=\"http:\/\/www.confea.org.br\/media\/Termo_Reciprocidade_Confea_OEP_Aditivo.pdf\"><strong>o<\/strong><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>O que &eacute; a OEP? <\/strong>A Ordem dos Engenheiros de Portugal &eacute; uma associa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica representativa dos diplomados em cursos de Engenharia dos 2.&ordm; e 3.&ordm; ciclos do ensino superior (Mestrado e Doutorado, respectivamente), que exercem a profiss&atilde;o de engenheiro e de regula&ccedil;&atilde;o profissional dos engenheiros portugueses.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tUma das suas atribui&ccedil;&otilde;es &eacute; a responsabilidade pela atribui&ccedil;&atilde;o do t&iacute;tulo profissional necess&aacute;rio para a atua&ccedil;&atilde;o em determinadas &aacute;reas do &acirc;mbito da Engenharia, em Portugal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA tutela da acredita&ccedil;&atilde;o de cursos do ensino superior portugu&ecirc;s &eacute; da compet&ecirc;ncia da Ag&ecirc;ncia de Avalia&ccedil;&atilde;o e Acredita&ccedil;&atilde;o do Ensino Superior daquele pa&iacute;s.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tCom cerca de 40 mil profissionais registrados, a OEP informa que 40% desse contingente corresponde a engenheiros civis, enquanto os eletrot&eacute;cnicos respondem por 20%, os agr&ocirc;nomos por 15% e os engenheiros navais por apenas 1% do total. &nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;&nbsp; <em>Fonte: Confea<\/em><\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde 15 de abril deste ano, quando foi assinado o&nbsp;Termo Aditivo de Reciprocidade firmado entre o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) e a Ordem de Engenheiros de Portugal (OEP), pelo menos um profissional estrangeiro portugu&ecirc;s pediu visto para trabalhar aqui em Mato Grosso e mais de cem em todo o pa&iacute;s. &nbsp; O [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":581,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-580","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/580","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=580"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/580\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/581"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=580"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=580"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=580"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}