{"id":56325,"date":"2024-12-10T15:02:12","date_gmt":"2024-12-10T19:02:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/?p=56325"},"modified":"2024-12-10T15:02:35","modified_gmt":"2024-12-10T19:02:35","slug":"curso-de-engenharia-florestal-da-ufmt-completa-50-anos-e-amef-promove-atividades-em-comemoracao-ao-aniversario","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/curso-de-engenharia-florestal-da-ufmt-completa-50-anos-e-amef-promove-atividades-em-comemoracao-ao-aniversario\/","title":{"rendered":"Curso de Engenharia Florestal da UFMT completa 50 anos e AMEF promove atividades em comemora\u00e7\u00e3o ao anivers\u00e1rio"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-52138\" src=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/amef.png\" alt=\"\" width=\"389\" height=\"218\" srcset=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/amef.png 847w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/amef-768x432.png 768w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/amef-543x305.png 543w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/amef-336x189.png 336w\" sizes=\"auto, (max-width: 389px) 100vw, 389px\" \/><\/p>\n<p>O curso de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) celebrou seu jubileu de ouro, completando 50 anos desde a funda\u00e7\u00e3o. Ao longo dessas cinco d\u00e9cadas, professores e t\u00e9cnicos formaram 1.496 engenheiros florestais. Com isso, a Associa\u00e7\u00e3o Mato-grossense dos Engenheiros Florestais (AMEF) tamb\u00e9m comemorou seus 45 anos de atua\u00e7\u00e3o no estado, promovendo atividades diversas durante todo o ano.<\/p>\n<p>A cria\u00e7\u00e3o da Faculdade de Engenharia Florestal surgiu como resposta \u00e0 escassez de madeira na regi\u00e3o Centro-Sul do Brasil, ao impulso de pol\u00edticas para a expans\u00e3o da atividade madeireira em Mato Grosso e \u00e0 integra\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia. Estes fatores evidenciaram a necessidade de formar engenheiros florestais na regi\u00e3o, o que resultou na cria\u00e7\u00e3o do curso na UFMT em 14 de novembro de 1974, com as atividades iniciando em 1975.<\/p>\n<p>O curso foi oficialmente reconhecido pelo Governo Federal em 28 de junho de 1979, por meio do Decreto n\u00ba 83.657. O objetivo inicial era formar profissionais capacitados para o planejamento, implanta\u00e7\u00e3o, manejo e explora\u00e7\u00e3o de florestas e recursos naturais renov\u00e1veis, atendendo \u00e0 demanda da sociedade por bens e servi\u00e7os com qualidade e quantidade.<\/p>\n<p>Os cursos de Engenharia Florestal surgiram na Am\u00e9rica Latina gra\u00e7as \u00e0 Sub-Comiss\u00e3o sobre Florestas Inexploradas da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Agricultura e Alimenta\u00e7\u00e3o (FAO). Essa iniciativa foi motivada pela import\u00e2ncia ambiental e econ\u00f4mica das florestas nativas no per\u00edodo p\u00f3s-guerra, visando a produ\u00e7\u00e3o de produtos florestais como madeira e energia.<\/p>\n<p>No Brasil, a cria\u00e7\u00e3o da Escola Nacional de Florestas em 1960 marcou o in\u00edcio do desenvolvimento do setor florestal no pa\u00eds. Com o apoio da FAO, foi estabelecido o primeiro curso de Engenharia Florestal, inicialmente em Vi\u00e7osa-MG, e depois transferido para Curitiba, na Universidade Federal do Paran\u00e1 (UFPR), em 1963.<\/p>\n<p>A engenharia florestal foi fundamental para a evolu\u00e7\u00e3o do C\u00f3digo Florestal de 1965, que aprimorou a legisla\u00e7\u00e3o anterior (de 1934), estabelecendo que a explora\u00e7\u00e3o das florestas da Amaz\u00f4nia s\u00f3 poderia ocorrer mediante planos t\u00e9cnicos de manejo, proibindo a explora\u00e7\u00e3o emp\u00edrica das florestas nativas.<\/p>\n<p>Atualmente, o curso de Engenharia Florestal \u00e9 oferecido em Cuiab\u00e1 e em outras cidades do estado, como Alta Floresta pela Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), Sinop pela UFMT, C\u00e1ceres pelo Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) e Jaciara pela Eduvale.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>AMEF completa 45 anos<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A AMEF, fundada em 1979, teve como primeiro presidente o engenheiro florestal Jos\u00e9 Maria de Oliveira Machado. Reconhecida como refer\u00eancia para a categoria, a associa\u00e7\u00e3o atua como representante dos engenheiros florestais junto ao Crea-MT e outras entidades como a Secretaria de Meio Ambiente (SEMA-MT) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov\u00e1veis (IBAMA), al\u00e9m de reafirmar seu compromisso com a sociedade, promovendo o manejo e uso sustent\u00e1vel das florestas.<\/p>\n<p>Como parte das celebra\u00e7\u00f5es pelos 45 anos, a AMEF promoveu uma s\u00e9rie de atividades ao longo deste ano, incluindo capacita\u00e7\u00f5es e palestras t\u00e9cnicas para seus associados e participa\u00e7\u00e3o junto aos estudantes de Engenharia Florestal. Essas iniciativas tiveram o objetivo de aprimorar o conhecimento t\u00e9cnico da categoria e estimular a forma\u00e7\u00e3o de novos profissionais, fortalecendo ainda mais a atua\u00e7\u00e3o dos engenheiros florestais em Mato Grosso.<\/p>\n<p>Os engenheiros florestais desempenham um papel essencial na gest\u00e3o dos recursos florestais, sendo fundamentais para o desenvolvimento e ordenamento territorial e ambiental. Em Mato Grosso, com mais de 5 milh\u00f5es de hectares de florestas manejadas, esses profissionais s\u00e3o respons\u00e1veis pelos projetos de Manejo Florestal Sustent\u00e1vel (PMFS) e pela cadeia produtiva da madeira. Sua atua\u00e7\u00e3o abrange tamb\u00e9m prefeituras, \u00f3rg\u00e3os estaduais e federais, al\u00e9m de institui\u00e7\u00f5es de ensino superior.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Texto: Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o do CREA-MT.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O curso de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) celebrou seu jubileu de ouro, completando 50 anos desde a funda\u00e7\u00e3o. Ao longo dessas cinco d\u00e9cadas, professores e t\u00e9cnicos formaram 1.496 engenheiros florestais. 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