{"id":52256,"date":"2024-02-27T12:51:24","date_gmt":"2024-02-27T16:51:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/?p=52256"},"modified":"2024-02-27T13:00:31","modified_gmt":"2024-02-27T17:00:31","slug":"engenheiro-agronomo-e-silvicultor-paulo-ferreira-de-souza-patrono-da-engenharia-florestal-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/engenheiro-agronomo-e-silvicultor-paulo-ferreira-de-souza-patrono-da-engenharia-florestal-no-brasil\/","title":{"rendered":"Engenheiro Agr\u00f4nomo e Silvicultor Paulo Ferreira de Souza \u2013 Patrono da Engenharia Florestal no Brasil"},"content":{"rendered":"<p>Paulo Ferreira de Souza nasceu em 7 de mar\u00e7o 1898, Engenheiro Agr\u00f4nomo formado pela Escola Agr\u00edcola Luiz de Queiroz, em Piracicaba-SP no ano de 1917, especializou-se em Silvicultura pela Universidade de Yale, Estados Unidos (1918-1920).<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-site-padrao wp-image-52257\" src=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/cicero-847x314.png\" alt=\"\" width=\"847\" height=\"314\" srcset=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/cicero-847x314.png 847w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/cicero-768x285.png 768w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/cicero-543x201.png 543w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/cicero-336x125.png 336w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/cicero.png 1300w\" sizes=\"auto, (max-width: 847px) 100vw, 847px\" \/><\/p>\n<p>A proposta de cria\u00e7\u00e3o da Escola Nacional de Florestas (ENF) foi elaborada por Paulo Ferreira de Souza, que encontrou respaldo no movimento ambientalista e ajudou a mobilizar a opini\u00e3o p\u00fablica a respeito dos problemas da explora\u00e7\u00e3o florestal, a trajet\u00f3ria do Professor Paulo Ferreira de Souza nem sempre amplamente divulgada e reconhecida no meio florestal.<\/p>\n<p>Antes da implanta\u00e7\u00e3o do primeiro curso de Engenharia Florestal, os especialistas que atuavam na \u00e1rea florestal eram os agr\u00f4nomos silvicultores. Ap\u00f3s conclu\u00edrem a gradua\u00e7\u00e3o, eles precisavam realizar um curso complementar com dura\u00e7\u00e3o aproximada de 2 anos para se especializarem nessa \u00e1rea espec\u00edfica.<\/p>\n<p>Em 1929, Paulo Ferreira de Souza, que j\u00e1 possu\u00eda expertise na \u00e1rea florestal, exp\u00f5e a realidade do ensino da Silvicultura no Brasil. O ensino da ci\u00eancia florestal se limitava \u00e0 disciplina ou abordagens de Silvicultura, em cursos de Agronomia, sem maiores \u00eanfases.<\/p>\n<p>O Decreto n\u00b0 23.196 de 12 de outubro de 1933 regulamenta o exerc\u00edcio da atividade agron\u00f4mica (reflorestamento, conserva\u00e7\u00e3o, defesa, explora\u00e7\u00e3o e industrializa\u00e7\u00e3o de matas). A explora\u00e7\u00e3o das florestas da bacia amaz\u00f4nica ocorria de maneira emp\u00edrica, sem a aplica\u00e7\u00e3o de m\u00e9todos espec\u00edficos para garantir sua sustentabilidade e conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os cursos de Engenharia Florestal surgiram na Am\u00e9rica Latina por meio interfer\u00eancia da Sub-Comiss\u00e3o sobre Florestas Inexploradas da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Agricultura e Alimenta\u00e7\u00e3o (FAO), isso ocorreu devido \u00e0 import\u00e2ncia ambiental e econ\u00f4mica das florestas nativas no p\u00f3s-guerra, buscando a produ\u00e7\u00e3o de produtos florestais como madeira e energia.<\/p>\n<p>No ano de 1948 foi realizada a primeira Confer\u00eancia Latino-americana de Florestas e Produtos Florestais no Brasil que recomendou a <em>cria\u00e7\u00e3o de escolas florestais, de grau universit\u00e1rio, para a forma\u00e7\u00e3o de engenheiros florestais, capazes de realizarem trabalhos de dire\u00e7\u00e3o, de pol\u00edtica florestal, de administra\u00e7\u00f5es, etc<\/em><\/p>\n<p>Em 1953, \u00a0no I Congresso Florestal Brasileiro promovido pelo Instituto Nacional do Pinho, foram abordados diversos temas, como \u00a0a defici\u00eancia do ensino superior da silvicultura no Brasil, no programa de Horticultura e Silvicultura, do 3\u00b0 ano dos cursos de agronomia, era <em>praticamente imposs\u00edvel de ser ministrado em sua totalidade, em virtude da exiguidade de tempo no ano letivo &#8211; o qual, sem d\u00favida, reflete no defici\u00eancia dos conhecimentos que deve possuir o agr\u00f4nomo rec\u00e9m-formado, para enfrentar os problemas pr\u00e1ticos de sua profiss\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><em>A Alemanha, no que tange o cuidado quanto \u00e0 Silvicultura est\u00e1 na vanguarda com os suas diversas Escolas Superiores. Tamb\u00e9m na R\u00fassia h\u00e1 numerosos estabelecimentos de ensino de Engenharia florestal. Na Fran\u00e7a funcionam diversas escolas superiores do especializa\u00e7\u00e3o, notadamente a Escola Nacional de \u00c1guas e Florestas, bem como a Escola Superior da Madeira. O ensino da Silvicultura na Inglaterra, \u00e9 ministrado inclusive no Universidade de Oxford, onde funciona o Forestry lnstitute of the Commonweolth. No B\u00e9lgica a \u00c9cole Forestiere de I&#8217;Etot, em cursos gerais e t\u00e9cnicos, prepara especialistas em Silvicultura, explora\u00e7\u00e3o de florestas, afia\u00e7\u00e3o, com\u00e9rcio de madeiros, com teoria e pr\u00e1tica nas florestas, estabelecimentos industriais, oficinas e escrit\u00f3rios<\/em><\/p>\n<p><em>No Brasil o ensino do Silvicultura limita-se ao que resultar pode do desdobramento do cadeira de Horticultura e Silvicultura, no 3\u00b0 ano do Escola Superior de Agronomia.<\/em><\/p>\n<p>Na proposi\u00e7\u00e3o, mo\u00e7\u00e3o e recomenda\u00e7\u00e3o n\u00b0 45 apresentada e aprovada pelo Plen\u00e1rio do 1\u00b0 Congresso Florestal Brasileiro:<\/p>\n<p><em>Considerando a grande extens\u00e3o territorial brasileiro, onde existe um patrim\u00f4nio florestal que preciso ser preservado e explorado racional e economicamente como fonte de renda;<\/em><\/p>\n<p><em>Considerando que h\u00e1 no Brasil, escassez de t\u00e9cnicos florestais, devido justamente ao foto de n\u00e3o existir no Pa\u00eds uma escola especializado para a forma\u00e7\u00e3o de tais t\u00e9cnicos;<\/em><\/p>\n<p><em>Considerando que todos os Pa\u00edses adiantados j\u00e1 compreenderam que a t\u00e9cnica florestal difere do t\u00e9cnico agr\u00edcola e, por isso mesmo, j\u00e1 possuem Escolas Florestais;<\/em><\/p>\n<p><em>Considerando que o Governo Federal mant\u00e9m, no Km 47 do antigo rodovia Rio-S\u00e3o Paulo, uma Universidade de assuntos rurais, o qual, possuindo amplos edif\u00edcios, \u00e9 constitu\u00edda de apenas duas Escolas &#8211; Agronomia e Veterin\u00e1ria, propomos ao 1\u00b0 Congresso Florestal que recomende ao Congresso Nacional:<\/em><\/p>\n<p><em>A decreta\u00e7\u00e3o de uma lei criando a Escola Nacional de Florestas, nos moldes dos Escolas Nacional de Agronomia e Nacional de Veterin\u00e1ria, como porte integrante da mesmo Universidade Rural.<\/em><\/p>\n<p>Os agr\u00f4nomos foram os primeiros a discutir e propagar a import\u00e2ncia da cria\u00e7\u00e3o de uma escola de ensino superior em Engenharia Florestal.<\/p>\n<p>Em 1956 o Engenheiro Agr\u00f4nomo Silvicultor David de Azambuja publica \u201cProblemas florestais brasileiros\u201d, pelo Servi\u00e7o Florestal, resultado de uma exposi\u00e7\u00e3o apresentada \u00e0 Comiss\u00e3o de Recursos Naturais da C\u00e2mara Federal, onde foi revelado que em 1955 existiam apenas 20 Engenheiros Agr\u00f4nomos Silvicultores no pa\u00eds; n\u00e3o havia t\u00e9cnicos suficientes e nem programa de pesquisa florestal; o autor propunha a cria\u00e7\u00e3o de esta\u00e7\u00f5es florestais experimentais nas distintas regi\u00f5es do pa\u00eds e afirmava que o curso de Tecnologia da Madeira criado no Instituto Tecnol\u00f3gico de S\u00e3o Paulo era uma forma de fortalecer o setor.<\/p>\n<p>Alguns pa\u00edses sul-americanos j\u00e1 haviam implantado Escolas de Engenharia Florestal, como na Venezuela em 1948, a Col\u00f4mbia em 1950, o Chile em 1952 e a Argentina em 1958.<\/p>\n<p>Em 1958, Paulo Ferreira de Souza apresenta um panorama relevante do ensino de florestas brasileiro em seu livro \u201cEscola Nacional de Florestas, Necessidade de sua cria\u00e7\u00e3o\u201d. O pa\u00eds precisava de uma pol\u00edtica florestal que incentivasse o conhecimento de nossas pr\u00f3prias \u00e1rvores e florestas para que pudesse conter a devasta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ainda em 1958, Paulo Ferreira de Souza juntamente com o Prof. Wanderbilt Duarte de Barros, acompanharam uma delega\u00e7\u00e3o da FAO em um despacho com Juscelino Kubitschek, onde foi levada a proposta de uma Escola de Florestas no Brasil. Antes, queriam que fosse em Serop\u00e9dica, no Rio de Janeiro. Juscelino concordou, no entanto, determinou que fosse em Vi\u00e7osa, Minas Gerais. Em 1960 a escola foi criada com o nome de ENF &#8211; Escola Nacional de Florestas. O professor Paulo M\u00e1rio del Giudice deu uma aula no dia 09\/05\/1960.<\/p>\n<p>Paulo Ferreira de Souza foi o primeiro diretor nomeado pelo Governo para exercer o cargo e implantar a Escola Nacional de Florestas, tomou posse em mar\u00e7o de 1962, tendo exercido o cargo at\u00e9 ser substitu\u00eddo pelo Dr. Jo\u00e3o Maria Belo Lisboa, teve uma vida dedicada a engenharia florestal, ocupou fun\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas e magist\u00e9rio, participou de v\u00e1rias reuni\u00f5es cient\u00edficas e de v\u00e1rias entidades de classe e v\u00e1rias honrarias, possuindo ainda vasta publica\u00e7\u00e3o, esse entusiasta da Engenharia Florestal, faleceu em 2 de maio de 1973.<\/p>\n<p>No mesmo ano \u00e9 publicada em 29 de junho a Resolu\u00e7\u00e3o Confea n\u00b0 218, que discrimina as atividades das diferentes modalidades profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia que traz no\u00a0 Art. 10 \u2013 Compet\u00eancia\u00a0 do engenheiro florestal:\u00a0 Desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1\u00ba desta Resolu\u00e7\u00e3o, referentes a engenharia rural; constru\u00e7\u00f5es para fins florestais e suas instala\u00e7\u00f5es complementares, silvimetria e invent\u00e1rio florestal; melhoramento florestal; recursos naturais renov\u00e1veis; ecologia, climatologia, defesa sanit\u00e1ria florestal; produtos florestais, sua tecnologia e sua industrializa\u00e7\u00e3o; edafologia; processos de utiliza\u00e7\u00e3o de solo e de floresta; ordenamento e manejo florestal; mecaniza\u00e7\u00e3o na floresta; implementos florestais; economia e cr\u00e9dito rural para fins florestais; seus servi\u00e7os afins e correlatos.<\/p>\n<p>A engenharia florestal contribuiu para os avan\u00e7os no C\u00f3digo Florestal de 1965, que aperfei\u00e7oou o C\u00f3digo de 1934, incluindo a proibi\u00e7\u00e3o da explora\u00e7\u00e3o emp\u00edrica das florestas primitivas da regi\u00e3o amaz\u00f4nica, que s\u00f3 poderiam ser exploradas mediante planos t\u00e9cnicos de condu\u00e7\u00e3o e manejo.<\/p>\n<p>O Professor Paulo Ferreira de Souza, que trabalhou incansavelmente, lan\u00e7ou a semente da engenharia florestal, resultando em excelentes frutos. Atualmente, o Brasil conta com 66 cursos de Engenharia Florestal e 24 programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o na \u00e1rea florestal.<\/p>\n<p>A Engenharia Florestal surgiu a partir da determina\u00e7\u00e3o dos corajosos Agr\u00f4nomos Silvicultores que que perceberam a car\u00eancia de ensino da ci\u00eancia florestal no Brasil em compara\u00e7\u00e3o com outros pa\u00edses.<\/p>\n<p><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-52198 alignleft\" src=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/WhatsApp-Image-2024-02-22-at-13.56.37-e1708632355280-847x539.jpeg\" alt=\"\" width=\"356\" height=\"227\" srcset=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/WhatsApp-Image-2024-02-22-at-13.56.37-e1708632355280-847x539.jpeg 847w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/WhatsApp-Image-2024-02-22-at-13.56.37-e1708632355280-768x488.jpeg 768w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/WhatsApp-Image-2024-02-22-at-13.56.37-e1708632355280-543x345.jpeg 543w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/WhatsApp-Image-2024-02-22-at-13.56.37-e1708632355280-336x214.jpeg 336w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/WhatsApp-Image-2024-02-22-at-13.56.37-e1708632355280-360x229.jpeg 360w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/WhatsApp-Image-2024-02-22-at-13.56.37-e1708632355280-1024x651.jpeg 1024w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/WhatsApp-Image-2024-02-22-at-13.56.37-e1708632355280.jpeg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 356px) 100vw, 356px\" \/><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>C\u00edcero Ramos \u00e9 Engenheiro Florestal, filiado a Associa\u00e7\u00e3o Mato-grossense dos Engenheiros Florestais (AMEF), possui especializa\u00e7\u00e3o em Geoprocessamento e Preven\u00e7\u00e3o, Controle, Combate \u00e0 Inc\u00eandios Florestais. Consultor aut\u00f4nomo. E-mail: <a href=\"mailto:icaraima@gmail.com\">icaraima@gmail.com<\/a><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Fontes de Pesquisa:<\/em><\/p>\n<p><em>AZAMBUJA, David. Problemas florestais brasileiros: exposi\u00e7\u00e3o apresentada \u00e0 Comiss\u00e3o de Recursos Naturais da C\u00e2mara Federal. Rio de Janeiro: Servi\u00e7o Florestal, 1956. 97 p.<\/em><\/p>\n<p><em><a href=\"http:\/\/www.centralflorestal.com.br\/2020\/12\/o-patrono-da-engenharia-florestal-no.html\">http:\/\/www.centralflorestal.com.br\/2020\/12\/o-patrono-da-engenharia-florestal-no.html<\/a><\/em><\/p>\n<p><em>https:\/\/www.celso-foelkel.com.br\/artigos\/1953_1_Congresso+Florestal+Brasileiro.pdf<\/em><\/p>\n<p><em><a href=\"https:\/\/sbef.org.br\/instituicoes-de-ensino\/\">https:\/\/sbef.org.br\/instituicoes-de-ensino\/<\/a><\/em><\/p>\n<p><em><a href=\"http:\/\/www.if.ufrrj.br\/inst\/monografia\/Monografia%20Erica.pdf\">http:\/\/www.if.ufrrj.br\/inst\/monografia\/Monografia%20Erica.pdf<\/a><\/em><\/p>\n<p><em><a href=\"https:\/\/www.rbg.ibge.gov.br\/index.php\/rbg\/issue\/view\/53\">https:\/\/www.rbg.ibge.gov.br\/index.php\/rbg\/issue\/view\/53<\/a><\/em><\/p>\n<p><em><a href=\"https:\/\/snif.florestal.gov.br\/pt-br\/pesquisa-florestal\/109-ensino-e-pesquisa-florestal\/dados-complementares-pos-graduacao\">https:\/\/snif.florestal.gov.br\/pt-br\/pesquisa-florestal\/109-ensino-e-pesquisa-florestal\/dados-complementares-pos-graduacao<\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Paulo Ferreira de Souza nasceu em 7 de mar\u00e7o 1898, Engenheiro Agr\u00f4nomo formado pela Escola Agr\u00edcola Luiz de Queiroz, em Piracicaba-SP no ano de 1917, especializou-se em Silvicultura pela Universidade de Yale, Estados Unidos (1918-1920). 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