{"id":42721,"date":"2022-11-07T16:23:34","date_gmt":"2022-11-07T20:23:34","guid":{"rendered":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/?p=42721"},"modified":"2022-11-07T16:23:34","modified_gmt":"2022-11-07T20:23:34","slug":"cop-27-no-egito-qual-a-pauta-para-este-ano-e-por-que-a-agenda-e-tao-importante-ao-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/cop-27-no-egito-qual-a-pauta-para-este-ano-e-por-que-a-agenda-e-tao-importante-ao-brasil\/","title":{"rendered":"COP 27 no Egito: qual a pauta para este ano e por que a agenda \u00e9 t\u00e3o importante ao Brasil?"},"content":{"rendered":"<p style=\"font-weight: 400;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-42722 alignleft\" src=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/WhatsApp-Image-2022-11-07-at-15.57.06-847x564.jpeg\" alt=\"\" width=\"339\" height=\"226\" srcset=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/WhatsApp-Image-2022-11-07-at-15.57.06-847x564.jpeg 847w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/WhatsApp-Image-2022-11-07-at-15.57.06-768x512.jpeg 768w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/WhatsApp-Image-2022-11-07-at-15.57.06-543x362.jpeg 543w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/WhatsApp-Image-2022-11-07-at-15.57.06-336x224.jpeg 336w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/WhatsApp-Image-2022-11-07-at-15.57.06.jpeg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 339px) 100vw, 339px\" \/>A pr\u00f3xima confer\u00eancia clim\u00e1tica ou confer\u00eancia das partes das Na\u00e7\u00f5es Unidas- ONU, a COP ser\u00e1 sediada no Egito a partir da pr\u00f3xima semana, 6 de novembro, com desafios urgentes.\u00a0 Em s\u00edntese, o objetivo principal da COP 27, que acontecer\u00e1 na cidade de Sharm el-Sheikh, de 06 a 18 de novembro, \u00e9 tratar do aquecimento global e, portanto, balizar esse aquecimento em at\u00e9 1,5\u02da C. Al\u00e9m disso, h\u00e1 outras vari\u00e1veis em discuss\u00e3o tamb\u00e9m para pr\u00f3xima confer\u00eancia clim\u00e1tica da ONU, que \u00e9 definitivamente colocar em pr\u00e1tica o cumprimento das metas estabelecidas no Acordo de Paris, que aconteceu l\u00e1 em 2015.\u00a0 Quanto aos desafios, vale a compara\u00e7\u00e3o de que os n\u00edveis pr\u00e9-industriais do mundo, relacionados ao aquecimento global, j\u00e1 est\u00e1 1,2\u02da C mais quente, portanto, \u00e9 necess\u00e1ria toda aten\u00e7\u00e3o da humanidade, poder governamental e mundo privado.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Um dos pontos de discuss\u00e3o ligado a essa quest\u00e3o e que \u00e9 muito latente, acentuado e grande, est\u00e1 relacionado \u00e0 mitiga\u00e7\u00e3o, ou seja, como contornar o comportamento humano, produtivo, e de crescimento e de desenvolvimento relacionados aos impactos ambientais. Al\u00e9m disso, na confer\u00eancia haver\u00e1 outras tantas importantes quest\u00f5es a serem debatidas relacionadas, por exemplo, com as estrat\u00e9gicas de promover a adapta\u00e7\u00e3o, a oportunidade de implementa\u00e7\u00e3o de fundos e recursos financeiros e, claro, a importante colabora\u00e7\u00e3o entre os povos e na\u00e7\u00f5es, assim, como nas edi\u00e7\u00f5es anteriores que participamos. A adapta\u00e7\u00e3o \u00e9 destacada aqui porque os participantes (pa\u00edses\/chefes de estado, empresas, sociedade civil organizada) precisam colocar em pr\u00e1tica seus planos para proteger as comunidades que, invariavelmente, ser\u00e3o afetadas pelo aquecimento global &#8211; parte do estrago, como se sabe, j\u00e1 est\u00e1 feito com gases de efeito estufa. Assim, \u00e9 preciso imediatamente pensar nos mais desfavorecidos e nas popula\u00e7\u00f5es vulner\u00e1veis com a\u00e7\u00f5es de adapta\u00e7\u00e3o ao contexto clim\u00e1tico adverso.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O financiamento, que tamb\u00e9m quero destacar aqui, \u00e9 outro ponto chave n\u00e3o s\u00f3 desta COP que se avizinha, mas de todas debatidas at\u00e9 hoje. O Brasil, a ONU e todos os pa\u00edses em processo de desenvolvimento consideram urgente convencer os pa\u00edses mais ricos a disponibilizar recursos significativos e que realmente possam promover a transforma\u00e7\u00e3o e a guinada para um desenvolvimento sustent\u00e1vel e, assim, o caminho para uma economia mais verde, limpa e socialmente justa, ser, de fato, definitivo. Esse fundo deve possuir cifras ($) vultuosas, esperando-se, ser utilizado pelos pa\u00edses e na\u00e7\u00f5es mais necessitadas no enfrentamento as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, seja por adapta\u00e7\u00e3o ou mitiga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">No que tange \u00e0 colabora\u00e7\u00e3o, temos a vis\u00e3o da confer\u00eancia como assertiva de que a mitiga\u00e7\u00e3o das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas depende da participa\u00e7\u00e3o inclusiva, colaborativa e ativa de todos os stakeholders. Sabe-se que sem a participa\u00e7\u00e3o dos l\u00edderes governamentais, do setor produtivo e da sociedade civil organizada imbu\u00eddos de um sentimento comum de olhar para o futuro, teremos um risco s\u00e9rio com poss\u00edveis problemas ambientais n\u00e3o contorn\u00e1veis ao longo dos pr\u00f3ximos anos.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Quais s\u00e3o as consequ\u00eancias do aquecimento global?<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u00c9 sempre bom lembrar que o marco estabelecido pelos pesquisadores do Painel IPPC\u00a0 \u00e9 de at\u00e9 2\u02da C. Portanto, caso a temperatura planet\u00e1ria suba ainda mais, poderemos ter escassez de chuvas em alguns pontos e chuvas torrenciais em outros, secas e geadas mais severas, temperaturas m\u00e9dias mais altas, perdas em plantios e cria\u00e7\u00e3o de animais, mais esp\u00e9cies correriam risco de extin\u00e7\u00e3o e a consequente perda de biodiversidade, al\u00e9m do \u00a0desequil\u00edbrio ecol\u00f3gico\u00a0 , ou seja, poder\u00e3o ser \u00a0agravados, bem como o descongelamento de placas polares e, assim, ocasionar eleva\u00e7\u00e3o do n\u00edvel do mar em faixas litor\u00e2neas, entre outras s\u00e9ries de apuros.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Dentre essas quest\u00f5es f\u00edsicas, \u00e9 preciso considerar que estudos do painel intergovernamental sobre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas relatam que quase um ter\u00e7o da popula\u00e7\u00e3o pode ficar regularmente exposta ao calor severo, o que se traduziria em problemas de sa\u00fade e, inevitavelmente, em maior n\u00famero de mortes relacionadas ao clima. Ent\u00e3o, se mantido o teto de 1,5\u02da C tudo fica resolvido? Infelizmente, n\u00e3o! Por outro lado, o panorama seria menos ca\u00f3tico. Com um cen\u00e1rio mais favor\u00e1vel, ter\u00edamos menos problemas com escassez de alimentos e \u00e1gua, al\u00e9m, \u00e9 claro da preserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade. Nesse cen\u00e1rio, a humanidade enfrentaria menos problemas clim\u00e1ticos com contorn\u00e1veis altera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Dado o cen\u00e1rio atenuante, o que temos certeza \u00e9 que os segundos passam e a janela de oportunidade de contornarmos os problemas clim\u00e1ticos em at\u00e9 1,5\u02da C pode estar se fechando. As discuss\u00f5es levantadas pelos EUA sobre o Protocolo de Paris na era Trump, que substituiu o Protocolo de Kyoto atrasaram em muito as negocia\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas mundiais.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">EUA, China e v\u00e1rios pa\u00edses possuem metas de equacionar suas emiss\u00f5es de gases poluentes em at\u00e9 2050 e 2030, respectivamente. Contudo, a China possui meta em atingir o pico das emiss\u00f5es at\u00e9 2030 e, ap\u00f3s isso, s\u00f3 a\u00ed iniciar a etapa de zer\u00e1-las at\u00e9 2060, o que nos parece muito controverso.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Quais s\u00e3o as boas not\u00edcias?<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">H\u00e1 sim boas not\u00edcias para o meio ambiente, embora ainda insuficientes para dar fim \u00e0 cilada em que a humanidade se encontra. As energias renov\u00e1veis e limpas, como e\u00f3lica, hidrog\u00eanio verde, solar e at\u00e9 as hidrel\u00e9tricas s\u00e3o exemplos de solu\u00e7\u00f5es para continuarmos a desenvolver o pa\u00eds, dessa forma\u00a0 avan\u00e7armos\u00a0 e\u00a0 mitigarmos a \u00a0polui\u00e7\u00e3o dos combust\u00edveis f\u00f3sseis. Cabe mencionar ainda que at\u00e9 o ano de 2019 s\u00f3 30% da economia mundial tinha estabelecido metas para atingir o carbono zero. Atualmente, esse percentual subiu para 70% e o mundo corporativo e financeiro tende a estimular os governos para esse caminho menos\u00a0 poluente.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O fato \u00e9 que a adapta\u00e7\u00e3o dos pa\u00edses e economias com o est\u00edmulo a inova\u00e7\u00e3o, empreendedorismo, tecnologia, engenharia dever\u00e3o mover os pa\u00edses que se atentarem rapidamente para este novo modelo de desenvolvimento mundial muito pautado em Sustentabilidade e ESG (Environmental Social and Governance). A exemplo do Reino Unido em que sua economia cresceu 78% nos \u00faltimos 30 anos ao passo em que conseguiu tamb\u00e9m reduzir suas emiss\u00f5es de CO2 em 44%. Para termos uma breve dimens\u00e3o desse feito e sua realiza\u00e7\u00e3o, em 2012, 40% da eletricidade do pa\u00eds era obtida por meio da queima de carv\u00e3o, ou seja, combust\u00edvel f\u00f3ssil e essa cifra j\u00e1 caiu para 2%. O objetivo do pa\u00eds \u00e9 reduzir todas as suas emiss\u00f5es de GEEs em at\u00e9 78% at\u00e9 2035. A nossa torcida \u00e9 que todos esses compromissos prosperem e n\u00e3o fiquem em promessas.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>E a import\u00e2ncia do Brasil e de Mato Grosso na COP27?<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O Brasil continua como protagonista em mais uma COP e tende a aumentar sua participa\u00e7\u00e3o e decis\u00e3o nas discuss\u00f5es clim\u00e1ticas, ambientais e financeiras, assim como Mato Grosso, que possui destaque em produ\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o, sempre gerindo de forma inteligente esse tradeoff (rela\u00e7\u00e3o de compromisso) que \u00e9 um problema mundial. Entre as a\u00e7\u00f5es que concebem esse protagonismo brasileiro est\u00e1 a proje\u00e7\u00e3o de gera\u00e7\u00e3o de aproximadamente 1 bilh\u00e3o de cr\u00e9ditos de carbono de toneladas de CO2, com receitas da ordem de US$ 100 bilh\u00f5es at\u00e9 2030. Neste mesmo caminho nosso estado ir\u00e1 auxiliar e liderar as negocia\u00e7\u00f5es junto as autoridades nacionais e internacionais em negocia\u00e7\u00f5es de nosso interesse.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Na \u00faltima edi\u00e7\u00e3o, o governo brasileiro assumiu alguns compromissos como: zerar o desmatamento ilegal at\u00e9 2028, reduzir 50% das emiss\u00f5es de gases do efeito estufa at\u00e9 2030; neutralizar as emiss\u00f5es de carbono at\u00e9 2050; e cortar as emiss\u00f5es de metano. Neste mesmo sentido, Mato Grosso tem avan\u00e7ado muito, mas ainda \u00e9 preciso extirpar o desmatamento ilegal dos nossos limites geogr\u00e1ficos e superar os graves danos ambientas dos inc\u00eandios florestais de 2019 e 2020.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A agenda deve ser cada vez mais t\u00e9cnica e propositiva do que apenas pol\u00edtica e diplom\u00e1tica, pois \u00e9 preciso que todos os pa\u00edses passem a entregar resultados concretos em solu\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas. Nosso estado sempre figurou como lideran\u00e7a na Amaz\u00f4nia Legal e deve continuar ditando m\u00e9todos e performances, bem como angariando novos projetos e apoios financeiros internacionais para que possamos produzir, conservar e incluir.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">N\u00e3o h\u00e1 mais tempo a perder, fa\u00e7amos bom uso dos nossos recursos naturais, do nosso capital produtivo e que nos sentemos \u00e0 mesa n\u00e3o mais com pires na m\u00e3o, mas com propostas e caminhos bem-postos para prosperar em qualidade de vida, economia e meio ambiente.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A t\u00f4nica do mercado de carbono, pagamento por servi\u00e7os ambientais, energias renov\u00e1veis, consolida\u00e7\u00e3o de territ\u00f3rios ind\u00edgenas e unidades de conserva\u00e7\u00e3o, e demais \u00e1reas de trabalho deixar\u00e3o de estar apenas em pesquisas e estudos e devem definitivamente irem para pr\u00e1tica, para o mercado e para as agendas governamentais.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Portanto, o Brasil tem tudo para continuar avan\u00e7ando em sustentabilidade e Mato Grosso ser\u00e1 a locomotiva que auxiliar\u00e1 nosso pa\u00eds a produzir, conservar e incluir, caminho sem volta e sem retrocesso para o desenvolvimento sustent\u00e1vel!<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>*Andr\u00e9 Lu\u00eds Torres Baby<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Eng. Florestal, ME em Sustentabilidade e <\/strong><strong>Conselheiro do Crea-MT<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A pr\u00f3xima confer\u00eancia clim\u00e1tica ou confer\u00eancia das partes das Na\u00e7\u00f5es Unidas- ONU, a COP ser\u00e1 sediada no Egito a partir da pr\u00f3xima semana, 6 de novembro, com desafios urgentes.\u00a0 Em s\u00edntese, o objetivo principal da COP 27, que acontecer\u00e1 na cidade de Sharm el-Sheikh, de 06 a 18 de novembro, \u00e9 tratar do aquecimento global [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":42722,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-42721","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-opiniao"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42721","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=42721"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42721\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":42723,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42721\/revisions\/42723"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/42722"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=42721"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=42721"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=42721"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}