{"id":38045,"date":"2022-05-25T16:21:18","date_gmt":"2022-05-25T20:21:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/?p=38045"},"modified":"2022-05-25T16:21:18","modified_gmt":"2022-05-25T20:21:18","slug":"em-era-do-instagramavel-evento-discutira-sobre-riscos-geologicos-e-geoturismo-em-ambientes-naturais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/em-era-do-instagramavel-evento-discutira-sobre-riscos-geologicos-e-geoturismo-em-ambientes-naturais\/","title":{"rendered":"Em &#8220;Era do Instagram\u00e1vel&#8221;, evento discutir\u00e1 sobre riscos geol\u00f3gicos e geoturismo em ambientes naturais"},"content":{"rendered":"<p dir=\"ltr\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-38046\" src=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Chapada-dos-Guimaraes-Foto-Daniel-Martins-2-847x635.jpeg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Chapada-dos-Guimaraes-Foto-Daniel-Martins-2-847x635.jpeg 847w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Chapada-dos-Guimaraes-Foto-Daniel-Martins-2-768x576.jpeg 768w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Chapada-dos-Guimaraes-Foto-Daniel-Martins-2-543x407.jpeg 543w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Chapada-dos-Guimaraes-Foto-Daniel-Martins-2-336x252.jpeg 336w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Chapada-dos-Guimaraes-Foto-Daniel-Martins-2.jpeg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/>Nunca se consumiu tanto turismo em \u00e1reas naturais como nos \u00faltimos tempos e, de acordo com pesquisas de prospec\u00e7\u00e3o de motiva\u00e7\u00e3o do turista, essa modalidade de viagens deve permanecer no topo das escolhas dos consumidores de destinos tur\u00edsticos nos pr\u00f3ximos dez anos. Essa motiva\u00e7\u00e3o de estar em \u00e1reas naturais somada \u00e0 &#8220;Era do instagram\u00e1vel&#8221;, onde o turista procura sempre as melhores fotos nos ambientes mais desafiadores, acumulam uma preocupa\u00e7\u00e3o eminente quanto \u00e0s caracter\u00edsticas naturais desses ambientes e decorrentes perigos que a geologia, se n\u00e3o avaliada previamente, pode resultar aos frequentadores.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Os riscos naturais associados a movimentos gravitacionais de massa s\u00e3o eventos destrutivos e relativamente frequentes no Brasil, vitimando pessoas todos os anos em diferentes regi\u00f5es do pa\u00eds. Milhares de \u00e1reas com atrativos tur\u00edsticos no Brasil apresentam riscos associados a processos geol\u00f3gicos, sejam em Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o, em especial parques nacionais, estaduais e municipais; praias, trilhas e outros contextos de turismo em \u00e1reas naturais. Para falar sobre geoturismo e riscos geol\u00f3gicos, o presidente da Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Ge\u00f3logos (Febrageo) e professor doutor\u00a0 da Universidade Estadual Paulista (Unesp), F\u00e1bio Reis, participar\u00e1 em Cuiab\u00e1, nos dias 30 de maio a 1\u00ba de junho do VIII GeoPol\u00edticas: minera\u00e7\u00e3o e geoconserva\u00e7\u00e3o, evento gratuito aberto para toda a popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Segundo F\u00e1bio Reis, o Brasil necessita urgentemente incluir na lei do Plano Nacional de Prote\u00e7\u00e3o e Defesa Civil uma regulamenta\u00e7\u00e3o que envolve an\u00e1lise de risco, identifica\u00e7\u00e3o, mapeamento e medidas de preven\u00e7\u00e3o em \u00e1reas tur\u00edsticas. Estados, munic\u00edpios, parques nacionais e empreendimentos tur\u00edsticos precisam dar uma aten\u00e7\u00e3o especial a esses pontos para que acidentes como o de Capit\u00f3lio, que aconteceu em janeiro de 2022 em Minas Gerais, causando a morte de dez pessoas, n\u00e3o voltem a acontecer. &#8220;A melhor forma de prevenir situa\u00e7\u00f5es como a de Capit\u00f3lio \u00e9 pela realiza\u00e7\u00e3o de mapeamento das \u00e1reas de risco, com a indica\u00e7\u00e3o das \u00e1reas de risco iminente e alto, onde s\u00e3o priorizadas a\u00e7\u00f5es de controle e conten\u00e7\u00e3o, como, por exemplo, o desmonte controlado de blocos em risco de queda ou a implanta\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicas de estabiliza\u00e7\u00e3o da encosta, que s\u00e3o geralmente usadas na Geotecnia&#8221;, afirma.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Tatiana Fernandez, consultora em turismo e especialista em estrutura\u00e7\u00e3o de atrativos em neg\u00f3cios tur\u00edsticos, tamb\u00e9m destaca que \u00e9 preciso que haja a uni\u00e3o de esfor\u00e7os para tornar o estudo geol\u00f3gico uma pr\u00e1tica exigida por lei para validar a abertura de atrativos tur\u00edsticos na natureza.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A secret\u00e1ria de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, que tamb\u00e9m estar\u00e1 presente no evento, explica que a explora\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel dos parques e outras \u00e1reas de belezas naturais \u00e9 essencial para a conserva\u00e7\u00e3o desses espa\u00e7os e que o Estado de Mato Grosso tem buscado estrat\u00e9gias para viabilizar arranjos jur\u00eddicos consistentes para viabilizar o turismo sustent\u00e1vel da natureza.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Atividades de extens\u00e3o universit\u00e1ria, como as realizadas pelo Projeto Geoparque Chapada dos Guimar\u00e3es, em Mato Grosso, s\u00e3o de grande import\u00e2ncia, pois permitem que professores e estudantes trabalhem com a geoeduca\u00e7\u00e3o, a partir de exposi\u00e7\u00f5es itinerantes, minicursos para professores e guias de turismo como uma forma de capacitar e levar informa\u00e7\u00f5es sobre o patrim\u00f4nio geol\u00f3gico da regi\u00e3o e aproximar a popula\u00e7\u00e3o local. &#8220;Os alunos da universidade trabalham junto com os professores e com as comunidades para atingir um p\u00fablico maior que n\u00e3o fique restrito s\u00f3 a quem tem acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o por meios de divulga\u00e7\u00e3o na internet, ent\u00e3o quando fazemos as atividades nas comunidades do munic\u00edpio, a gente tem um impacto maior e consegue avan\u00e7ar na quest\u00e3o de populariza\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia e do geoparque, afirma Fl\u00e1via Santos, professora doutora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e pesquisadora do Projeto Geoparque Chapada dos Guimar\u00e3es.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\n<p dir=\"ltr\">Quem tamb\u00e9m participar\u00e1 do evento para discutir a geocomunica\u00e7\u00e3o como ferramenta da divulga\u00e7\u00e3o de Geodiversidade \u00e9 Ricardo Giaroli, Diretor do Programa Perisc\u00f3pio da TV Cultura, que busca democratizar a distribui\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica no\u00a0 Brasil para\u00a0 que ela n\u00e3o fique apenas no meio acad\u00eamico e chegue \u00e0 popula\u00e7\u00e3o em geral.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\n<p dir=\"ltr\">Segundo Daniel Martins, professor doutor do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), existem muitos pesquisadores de diferentes \u00e1reas que est\u00e3o estudando a quest\u00e3o do Geoturismo no Brasil e destaca que a abordagem de sua palestra ser\u00e1 em torno de como se d\u00e1 a comunica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica em Geoturismo no Brasil, seus avan\u00e7os e propor algumas reflex\u00f5es para que a comunidade cient\u00edfica esteja cada vez mais envolvida com a resolu\u00e7\u00e3o dos problemas locais. <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-38047\" 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dir=\"ltr\">\n<p dir=\"ltr\">O VIII GeoPol\u00edticas \u00e9 uma realiza\u00e7\u00e3o da Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Ge\u00f3logos (FEBRAGEO), da Associa\u00e7\u00e3o Profissional dos Ge\u00f3logos do Estado de Mato Grosso (AGEMAT) e da Associa\u00e7\u00e3o de Ge\u00f3logos de Cuiab\u00e1 (GEOCLUBE) e conta com patroc\u00ednio master do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA) e acontecer\u00e1 presencialmente no Audit\u00f3rio Milton Figueiredo, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso e, online, com transmiss\u00e3o ao vivo pelo canal da FEBRAGEO no YouTube.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Sheila Klener, vice-presidente da FEBRAGEO e presidente da AGEMAT, destaca que o evento h\u00edbrido ser\u00e1 uma \u00f3tima oportunidade para que pessoas de todo o Brasil tenham mais conhecimento sobre riscos geol\u00f3gicos e geoturismo em ambientes naturais.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Para conferir a programa\u00e7\u00e3o e realizar sua inscri\u00e7\u00e3o gratuita acesse:\u00a0 <a href=\"https:\/\/www.even3.com.br\/minegeo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">https:\/\/www.even3.com.br\/minegeo\/<\/a>.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: right;\"><strong>Texto: Radharani Kuhn &#8211; Comunica\u00e7\u00e3o FEBRAGEO<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nunca se consumiu tanto turismo em \u00e1reas naturais como nos \u00faltimos tempos e, de acordo com pesquisas de prospec\u00e7\u00e3o de motiva\u00e7\u00e3o do turista, essa modalidade de viagens deve permanecer no topo das escolhas dos consumidores de destinos tur\u00edsticos nos pr\u00f3ximos dez anos. 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