{"id":3444,"date":"2012-03-26T08:45:50","date_gmt":"2012-03-26T11:45:50","guid":{"rendered":"https:\/\/crea-mt.org.br\/portal\/vlt-pode-reestruturar-a-cidade-de-cuiaba-afirma-consultor\/"},"modified":"2012-03-26T08:45:50","modified_gmt":"2012-03-26T11:45:50","slug":"vlt-pode-reestruturar-a-cidade-de-cuiaba-afirma-consultor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/vlt-pode-reestruturar-a-cidade-de-cuiaba-afirma-consultor\/","title":{"rendered":"VLT pode reestruturar a cidade de Cuiab\u00e1, afirma consultor"},"content":{"rendered":"<p>A segunda palestra realizada no dia 21 de mar\u00e7o, durante o 1\u00ba Semin\u00e1rio Metrovi\u00e1rio de Mato Grosso promovido pelo Crea-MT, foi conduzida pelo engenheiro e consultor Peter Alouche que falou sobre &#8220;A import\u00e2ncia do VLT como transporte sustent\u00e1vel para cidades m\u00e9dias&#8221;.  Segundo o palestrante, os desafios urbanos das cidades brasileiras podem ser combatidos ou minimizados com a estrutura\u00e7\u00e3o de um transporte p\u00fablico de qualidade e mobilidade.<\/p>\n<p>&#8220;Os maiores desafios das cidades brasileiras hoje s\u00e3o a pobreza nas periferias, viol\u00eancia no transporte, o crescimento da frota de autom\u00f3veis e motocicletas, o tr\u00e1fego cada vez mais congestionado com elevado n\u00famero de mortes e feridos em acidentes, isso sem falar, nos desafios urbanos da mobilidade tendo em vista a alta demanda por deslocamentos de longa dist\u00e2ncia, a depend\u00eancia de meios de transporte motorizados, o transporte coletivo insuficiente e nem sempre devidamente integrado e a falta de recursos para o transporte p\u00fablico&#8221;, citou Peter<\/p>\n<p>E, uma sugest\u00e3o apresentada por Peter \u00e9 o investimento no Ve\u00edculo Leve sobre Trilhos, o VLT, ou um transporte p\u00fablico de qualidade que ofere\u00e7a mobilidade e permeie toda a cidade. &#8220;Quando falamos em mobilidade para todos, inclu\u00edmos idosos e pessoas com dificuldades de locomo\u00e7\u00e3o. Esse transporte de qualidade precisa ter consci\u00eancia ecol\u00f3gica, ou seja. n\u00e3o poluir. Deve tamb\u00e9m  garantir a circula\u00e7\u00e3o de pedestres e bicicletas, reduzir o n\u00famero de acidentes no tr\u00e1fego, diminuir os custos diretos e indiretos dos deslocamentos, melhorar a qualidade de vida e dos espa\u00e7os p\u00fablicos e, o grande desafio: tornar nossas cidades sustent\u00e1veis&#8221;, afirmou Peter.<\/p>\n<p>Segundo ele a escolha do transporte \u00e9 uma decis\u00e3o importante para o planejamento da cidade pois gera impacto urbano no entorno a m\u00e9dio e longo prazo e a tecnologia escolhida determina os impactos ambientais como polui\u00e7\u00e3o, ru\u00eddo, energia, entre outros.<\/p>\n<p>&#8220;O VLT por exemplo que \u00e9 um transporte el\u00e9trico sobre trilhos. Se comparado sua capacidade entre \u00f4nibus e metr\u00f4 pesado, transporta de 15 a 35 mil pessoas por hora e por sentido. \u00c9 de segrega\u00e7\u00e3o total e pode interligar cidades. Ou seja, suas caracter\u00edsticas permitem  uma adapta\u00e7\u00e3o perfeita ao meio urbano e paisag\u00edstico. Incentivando inclusive a moderniza\u00e7\u00e3o ao seu entorno e atrai p\u00fablicos de todas as classes&#8221;, definiu o consultor.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos aspectos tecnicos apresetados pelo palestrante e das compara\u00e7\u00f5es entre os modais de transportes, Peter Alouche destacou que o VLT acaba tendo algumas vantagens \u00fanicas. &#8221; O projeto do VLT acaba sendo associado a uma renova\u00e7\u00e3o urbana, ele \u00e9 seguro, r\u00e1pido, confort\u00e1vel, tem movimentos suaves, torna a cidade mais humana e mais habit\u00e1vel, \u00e9 compat\u00edvel com as \u00e1reas dos pedestres e centros hist\u00f3ricos. \u00c9 um meio de transporte limpo, com tra\u00e7\u00e3o el\u00e9trica sem nenhuma emiss\u00e3o poluente, pode ser implantado por etapas, integra-se facilmente ao sistema de \u00f4nibus e metr\u00f4 e adapta-se  ao tra\u00e7ado da cidade, podendo subir rampas e realizar curvas fechadas&#8221;, definiu.<\/p>\n<p>O evento que contou com a participa\u00e7\u00e3o maci\u00e7a dos profissionais da \u00e1rea tecnol\u00f3gica j\u00e1 tem data para se repetir em uma segunda etapa. Segundo o presidente do Conselho, Juares Samaniego, j\u00e1 est\u00e1 planejado para maio deste ano um curso de dimencionamento tecnico sobre o novo modal que Cuiab\u00e1 ir\u00e1 receber, voltado aos engenheiros e posteriormente um semin\u00e1rios para a sociedade.<\/p>\n<p>&#8220;Precisamos capacitar nossos profissionais pois hoje Mato Grosso n\u00e3o existem engenheiros especialistas em VLT. Devemos despertar esse interesse pois futuramente ser\u00e1 necess\u00e1rio a manuten\u00e7\u00e3o e at\u00e9 mesmo a amplia\u00e7\u00e3o do modal&#8221;, justificou.<\/p>\n<p>*Rafala Maximiano<br \/>\nGecom\/Crea-MT<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A segunda palestra realizada no dia 21 de mar\u00e7o, durante o 1\u00ba Semin\u00e1rio Metrovi\u00e1rio de Mato Grosso promovido pelo Crea-MT, foi conduzida pelo engenheiro e consultor Peter Alouche que falou sobre &#8220;A import\u00e2ncia do VLT como transporte sustent\u00e1vel para cidades m\u00e9dias&#8221;. 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