{"id":29939,"date":"2021-04-07T21:23:13","date_gmt":"2021-04-08T01:23:13","guid":{"rendered":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/?p=29939"},"modified":"2021-04-07T21:23:13","modified_gmt":"2021-04-08T01:23:13","slug":"1o-simposio-de-horticultura-atrai-mais-de-mil-participantes-de-mt","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/1o-simposio-de-horticultura-atrai-mais-de-mil-participantes-de-mt\/","title":{"rendered":"1\u00ba Simp\u00f3sio de Horticultura atrai mais de mil participantes de MT"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-29940 alignleft\" src=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Prof.-Dr.-Almy-Junior-Cordeiro-de-Carvalho-360x169.jpg\" alt=\"\" width=\"360\" height=\"169\" srcset=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Prof.-Dr.-Almy-Junior-Cordeiro-de-Carvalho-360x169.jpg 360w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Prof.-Dr.-Almy-Junior-Cordeiro-de-Carvalho-1024x480.jpg 1024w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Prof.-Dr.-Almy-Junior-Cordeiro-de-Carvalho-768x360.jpg 768w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Prof.-Dr.-Almy-Junior-Cordeiro-de-Carvalho.jpg 1469w\" sizes=\"auto, (max-width: 360px) 100vw, 360px\" \/>O Panorama da Produ\u00e7\u00e3o de Frut\u00edferas no Brasil e em Mato Grosso, desde os grandes problemas a pequenos desafios na Bananicultura, bem como a produ\u00e7\u00e3o org\u00e2nica de frutas e hortali\u00e7as no estado, al\u00e9m da import\u00e2ncia de rastreabilidade de frutas e hortali\u00e7as no contexto nacional e solu\u00e7\u00f5es nutritivas foram um dos principais temas abordados no 1\u00ba Simp\u00f3sio de Horticultura realizado nos dias 30 e 31 de mar\u00e7o, em parceria com o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso(Crea-MT) , e outras institui\u00e7\u00f5es,\u00a0 por meio da modalidade online, onde alcan\u00e7ou mais de mil e trezentos participantes durantes os dois dias do evento.<\/p>\n<p>A palestra Panorama da Produ\u00e7\u00e3o de Frut\u00edferas no Brasil foi ministrada pelo Prof. Dr. Almy J\u00fanior Cordeiro de Carvalho, Eng. Agr\u00f4nomo e professor titular na Universidade Estadual do Norte-Fluminense Darcy Ribeiro(UENF), que destacou sobre as potencialidades da fruticultura brasileira e seus pontos mais importantes. &#8220;A Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS) estima que cada pessoa deve consumir 400 gramas de frutas e hortali\u00e7as por dia. J\u00e1 o consumo de frutas no pa\u00eds \u00e9 estimado em 150 gramas por pessoa, ao dia. Por\u00e9m \u00e9 necess\u00e1rio triplicar o consumo atual, j\u00e1 que o aumento do consumo de frutas e hortali\u00e7as \u00e9 o eixo da promo\u00e7\u00e3o de sa\u00fade e seguran\u00e7a alimentar no mundo&#8221;, explicou o prof. Almy.<\/p>\n<p>Para o prof. Almy de maneira geral, o pa\u00eds est\u00e1 parado no tempo, principalmente para as frutas nativas brasileiras, o palestrante explicou que existem aproximadamente 50 milh\u00f5es de hectares de \u00e1rea plantada no pa\u00eds. E a \u00e1rea da fruticultura no Brasil \u00e9 de aproximadamente 2,2 milh\u00f5es de hectares, ou seja, 4,3% do total, com uma produ\u00e7\u00e3o de 43 milh\u00f5es de toneladas, 8% da produ\u00e7\u00e3o mundial de frutas. O setor emprega 5,6 milh\u00f5es de pessoas, contabilizando 27% da m\u00e3o de obra agr\u00edcola. O Brasil representa em torno de 1% das exporta\u00e7\u00f5es de frutas frescas do mundo. &#8220;Isso significa que produzimos e consumimos muito pouco. No pa\u00eds mais de 48% das frutas v\u00e3o para a ind\u00fastria e 52% para o mercado natural. \u00c9 praticamente quase 50% de ambos. A laranja e banana, por exemplo, representam quase 65% da produ\u00e7\u00e3o, do volume total de frutas no pa\u00eds&#8221;, disparou Almy.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-29941 alignright\" src=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Dr.-Luciano-Gomes-Ferreira-360x150.jpg\" alt=\"\" width=\"360\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Dr.-Luciano-Gomes-Ferreira-360x150.jpg 360w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Dr.-Luciano-Gomes-Ferreira-1024x426.jpg 1024w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Dr.-Luciano-Gomes-Ferreira-768x320.jpg 768w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Dr.-Luciano-Gomes-Ferreira.jpg 1504w\" sizes=\"auto, (max-width: 360px) 100vw, 360px\" \/>O Dr. Luciano Gomes Ferreira, agr\u00f4nomo da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar e Assuntos Fundi\u00e1rios (SEAF), conduziu a palestra: &#8220;Panorama da Produ\u00e7\u00e3o de Frut\u00edferas em Mato Grosso&#8221;. Segundo ele, de acordo com levantamento sistem\u00e1tico da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) de 2019, em Mato Grosso, a \u00e1rea cultivada est\u00e1 pr\u00f3ximo de 16 mil hectares e uma produ\u00e7\u00e3o de 196,265 mil toneladas de frutas, distribu\u00edda em todo estado. Na oportunidade, o palestrante mostrou os munic\u00edpios com maiores \u00e1reas cultivadas. &#8220;Como por exemplo: Colniza, Terra Nova do Norte, Tangar\u00e1 da Serra, Novo Mundo, Matup\u00e1, Peixoto de Azevedo, Guarant\u00e3 do Norte, Ju\u00edna, C\u00e1ceres, Cotrigua\u00e7\u00fa e outras. J\u00e1 em termos de volume produzido, o gr\u00e1fico mostra as cidades acima de 900 toneladas de frutas, como a banana, melancia, abacaxi, cacau, coco para \u00e1gua, caju para castanha entre outras&#8221;, disse Luciano.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-29942 alignleft\" src=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Glaucio-360x204.jpg\" alt=\"\" width=\"360\" height=\"204\" srcset=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Glaucio-360x204.jpg 360w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Glaucio-768x436.jpg 768w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Glaucio-120x67.jpg 120w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Glaucio.jpg 913w\" sizes=\"auto, (max-width: 360px) 100vw, 360px\" \/>J\u00e1 o Prof. Glaucio da Cruz Genuncio, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), administrou a palestra sobre a import\u00e2ncia de rastreabilidade de frutas e hortali\u00e7as no contexto nacional. Para ele, existem algumas vertentes em torno do tema, uma \u00e9 a exig\u00eancia de produtos certificados e garantidos e essa garantia no monitoramento do sistema produtivo e na cadeia \u00e9 saber, de onde vem, como foi produzido, quais foram os insumos utilizados, para sanar as exig\u00eancias do varejista e do mercado consumidor. Se for pensar em termos de rastreabilidade, antes dela se tornar uma exig\u00eancia a partir da instru\u00e7\u00e3o normativa conjunta 02\/2018, j\u00e1 era praticada por uma grande atacadista estabelecida no mercado, onde todos os fornecedores de frutas, legumes verduras entram para o fornecimento, e o portf\u00f3lio tinha que adotar a pr\u00e1tica de rastreabilidade. &#8220;A rastreabilidade tem ganhado for\u00e7as nesses \u00faltimos dez anos. A partir dessa exist\u00eancia foi criado alguns protocolos, que est\u00e3o em fun\u00e7\u00e3o das boas pr\u00e1ticas, a partir da identifica\u00e7\u00e3o de lotes, confec\u00e7\u00e3o de caderno de campo, que \u00e9 atrelado a uma assessoria t\u00e9cnica, ou seja, a uma necessidade de contrata\u00e7\u00e3o de um agr\u00f4nomo, para fazer toda a organiza\u00e7\u00e3o do caderno de campo devido a aplica\u00e7\u00e3o de defensivos, uso de insumos para manejo nutricional. Isso tudo est\u00e1 interligado ao preenchimento do caderno de campo.<\/p>\n<p>A rotulagem \u00e9 de extrema import\u00e2ncia para a identifica\u00e7\u00e3o do produto. Tudo isso gera uma fiscaliza\u00e7\u00e3o pelos \u00f3rg\u00e3os respons\u00e1veis. Bem como fluxo de rastreabilidade, vantagens para o produtor&#8221;, explanou Gl\u00e1ucio.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-29943 alignright\" src=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Andre-Luiz-de-Andrade-360x155.jpg\" alt=\"\" width=\"360\" height=\"155\" srcset=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Andre-Luiz-de-Andrade-360x155.jpg 360w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Andre-Luiz-de-Andrade-1024x441.jpg 1024w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Andre-Luiz-de-Andrade-768x331.jpg 768w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Andre-Luiz-de-Andrade.jpg 1458w\" sizes=\"auto, (max-width: 360px) 100vw, 360px\" \/>O tema Bananicultura foi ministrado pelo professor Eng. Agr. Andr\u00e9 Luiz de Andrade fitotecnista do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) Campus S\u00e3o Vicente. Abordando desde os grandes problemas aos pequenos desafios, &#8220;Costumo dizer que Banana n\u00e3o \u00e9 tudo igual, e n\u00e3o \u00e9 do mesmo cacho\u201d,\u00a0 existem subgrupos, onde os materiais s\u00e3o divididos em caracter\u00edsticas comuns em rela\u00e7\u00e3o a portes, sabor, bot\u00e2nicas e genot\u00edpicas, e os principais subgrupos que temos no Brasil, s\u00e3o: Inseridas tipo nanica, grande naine, nanic\u00e3o, nanica e outras.<\/p>\n<p>&#8220;Classificadas como cultivares, temos a Prata an\u00e3, Catarina, Rio, subgrupo ma\u00e7\u00e3, que s\u00e3o as leg\u00edtimas, Terra, Cavendish. Cada um desses grupos tem particularidades, ou j\u00e1 tem problemas e desafios espec\u00edficos. O grande problema que afeta a bananicultura mundial, atinge todos os grupos. O aparecimento da ra\u00e7a Fusarium oxysporum f. sp. Cubense e a ra\u00e7a quatro tropical. E a sustentabilidade de cultivares de bananeira \u00e0s ra\u00e7as do fungo Fusarium oxysporum f. sp agente causal do mal do panam\u00e1&#8221;, relatou ele. Na oportunidade, mostrou um v\u00eddeo da evolu\u00e7\u00e3o da ra\u00e7a quatro tropical no mundo, mostrando o ano, a localiza\u00e7\u00e3o do fungo, al\u00e9m dos desafios pensando na bananicultura de Mato Grosso.<\/p>\n<p>&#8220;O estado j\u00e1 teve, segundo dados do IBGE, no ano de 1995, em torno de 57 mil hectares de banana e atualmente temos 7 mil hectares. Os produtores de banana de Mato Grosso tem como desafio o alto custo, com o aumento do adubo, defensivos, al\u00e9m de m\u00e3o-de-obra cada vez mais escassa em quantidade e qualidade. Ou seja, um desafio \u00e9 reduzir custo e produzir com maior efici\u00eancia&#8221;, explicou.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-29944 alignleft\" src=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Elisamara-360x205.jpg\" alt=\"\" width=\"360\" height=\"205\" srcset=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Elisamara-360x205.jpg 360w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Elisamara-768x437.jpg 768w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Elisamara-120x67.jpg 120w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Elisamara.jpg 912w\" sizes=\"auto, (max-width: 360px) 100vw, 360px\" \/>A Dr\u00aa em Agronomia, Ci\u00eancia do Solo e P\u00f3s Doutoranda do Programa de P\u00f3s Gradua\u00e7\u00e3o em Agricultura Tropical (PPGAT) na UFMT, Prof\u00aa Elisamara Caldeira do Nascimento explicou sobre a Produ\u00e7\u00e3o org\u00e2nica em Mato Grosso: cadeia em potencial. &#8220;Afinal o que s\u00e3o produtos org\u00e2nicos?&#8230;Nem todos sabem e t\u00eam oportunidade de consumir e conhecer o processo produtivo deles. Temos que entender que existe uma legisla\u00e7\u00e3o envolvida com esse sistema de produ\u00e7\u00e3o, como a lei 10.831\/2003, que considera produto da agricultura org\u00e2nica ou produto org\u00e2nico, seja in natura ou processado e aquele obtido em sistema org\u00e2nico de produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1rio ou oriundo do processo extrativista sustent\u00e1vel e n\u00e3o prejudicial ao ecossistema local&#8221;, a mesma salienta que na produ\u00e7\u00e3o org\u00e2nica existem uma infinidade de metas. Como ofertar produtos saud\u00e1veis isentos de contaminantes, preservar a diversidade biol\u00f3gica dos ecossistemas naturais e recompor a diversidade biol\u00f3gica dos ecossistemas modificados, bem como, adotar pr\u00e1ticas para reduzir ao m\u00ednimo todas as formas de contamina\u00e7\u00e3o e desperd\u00edcio de \u00e1gua, do solo e do ar. Utilizar produtos e processos que mantenham ou incrementem a fertilidade do solo. Incentivar a integra\u00e7\u00e3o entre os diferentes participantes da rede de produ\u00e7\u00e3o org\u00e2nica e a regionaliza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-29945 alignright\" src=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Pedro-Roberto-Furlani-360x176.jpg\" alt=\"\" width=\"360\" height=\"176\" srcset=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Pedro-Roberto-Furlani-360x176.jpg 360w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Pedro-Roberto-Furlani-768x376.jpg 768w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Pedro-Roberto-Furlani.jpg 918w\" sizes=\"auto, (max-width: 360px) 100vw, 360px\" \/>J\u00e1 o Eng. agr\u00f4nomo, Dr. Pedro Roberto Furlani, relatou as solu\u00e7\u00f5es nutritivas, assim como manejo e cultivos hidrop\u00f4nicos sob condi\u00e7\u00f5es tropicais. De acordo com ele, a solu\u00e7\u00e3o nutritiva pode ser classificada como um sistema homog\u00eaneo, onde os elementos qu\u00edmicos inorg\u00e2nicos essenciais as plantas est\u00e3o disponibilizadas, geralmente na forma i\u00f4nica prontamente absorv\u00edveis e em propor\u00e7\u00f5es adequadas. Al\u00e9m dos nutrientes, pressup\u00f5em que a solu\u00e7\u00e3o contenha oxig\u00eanio e esteja na temperatura ideal para a absor\u00e7\u00e3o dos nutrientes.<\/p>\n<p>&#8220;Segundo o Dr. Furlanim a defini\u00e7\u00e3o de hidrop\u00f4nica pode ser dada por uma t\u00e9cnica de cultivo em ambiente protegido, na qual o solo \u00e9 substitu\u00eddo por solu\u00e7\u00e3o nutritiva, onde est\u00e3o contidos todos os elementos minerais essenciais ao desenvolvimento das plantas. Tamb\u00e9m conhecida como cultivo sem solo. Bem como tipos de cultivos hidrop\u00f4nicos, sistemas de circula\u00e7\u00e3o da solu\u00e7\u00e3o nutritiva, vantagens e boa possibilidade de aera\u00e7\u00e3o das ra\u00edzes na fase inicial do cultivo e uma maior dura\u00e7\u00e3o das ra\u00edzes em fases posteriores, &#8220;relatou ele.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-29946 alignleft\" src=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/fachada-do-Crea-360x231.png\" alt=\"\" width=\"360\" height=\"231\" srcset=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/fachada-do-Crea-360x231.png 360w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/fachada-do-Crea-1024x658.png 1024w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/fachada-do-Crea-768x493.png 768w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/fachada-do-Crea.png 1104w\" sizes=\"auto, (max-width: 360px) 100vw, 360px\" \/>Nos dias 30 e 31 de mar\u00e7o, tamb\u00e9m fizeram parte das palestras: Valentin Martinotto (Produtor rural), L\u00e1zaro Avelino dos Santos (Produtor rural), Prof. Dr. Marco Ant\u00f4nio da Silva Vasconcellos (UFRRJ), Prof. Dr. Willian Krause (UNEMAT), Prof\u00aa Dr\u00aa Celice Alexandre Silva (UNEMAT), Aline Ferreira Ramos, Prof\u00aa Dr\u00aa Maressa Caldeira Morzelle (UFMT), Prof. Dr. Santino Seabra J\u00fanior (UNEMAT), Eng. Agr\u00f4nomo Leonardo da Silva Ribeiro (SEAF); Willian Gustavo dos Santos (Produtor rural), Egon Nord (Produtor rural), Prof\u00aa Dr\u00aa Simone da Costa Mello (ESALQ\/USP), Eng. Agr\u00f4nomo Wanderlei Aparecido dos Santos (SMATDE) e Prof. Dr. Rafael Campagnol (UFMT).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Texto: Cristina Cavaleiro\/ Ger\u00eancia de Rela\u00e7\u00f5es P\u00fablicas, Marketing e Parlamentar (GEMAR)<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Panorama da Produ\u00e7\u00e3o de Frut\u00edferas no Brasil e em Mato Grosso, desde os grandes problemas a pequenos desafios na Bananicultura, bem como a produ\u00e7\u00e3o org\u00e2nica de frutas e hortali\u00e7as no estado, al\u00e9m da import\u00e2ncia de rastreabilidade de frutas e hortali\u00e7as no contexto nacional e solu\u00e7\u00f5es nutritivas foram um dos principais temas abordados no 1\u00ba [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-29939","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29939","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29939"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29939\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":29947,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29939\/revisions\/29947"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29939"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29939"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29939"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}