{"id":29606,"date":"2021-03-12T14:36:57","date_gmt":"2021-03-12T18:36:57","guid":{"rendered":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/?p=29606"},"modified":"2021-03-12T14:36:57","modified_gmt":"2021-03-12T18:36:57","slug":"gigante-de-aco-replica-de-dinossauro-de-quase-20-metros-entrara-para-exposicao-permanente-do-museu-de-historia-natural-de-mato-grosso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/gigante-de-aco-replica-de-dinossauro-de-quase-20-metros-entrara-para-exposicao-permanente-do-museu-de-historia-natural-de-mato-grosso\/","title":{"rendered":"Gigante de a\u00e7o: r\u00e9plica de dinossauro de quase 20 metros entrar\u00e1 para exposi\u00e7\u00e3o permanente do Museu de Hist\u00f3ria Natural de Mato Grosso"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-29607 alignleft\" src=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/museu-editada-01-360x199.jpg\" alt=\"\" width=\"360\" height=\"199\" srcset=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/museu-editada-01-360x199.jpg 360w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/museu-editada-01-768x425.jpg 768w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/museu-editada-01-298x165.jpg 298w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/museu-editada-01-760x420.jpg 760w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/museu-editada-01-120x67.jpg 120w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/museu-editada-01.jpg 1010w\" sizes=\"auto, (max-width: 360px) 100vw, 360px\" \/>Est\u00e1 sendo constru\u00edda no Rio de Janeiro, pelo paleoartista Carlos Scarpini, uma r\u00e9plica de um dinossauro saur\u00f3pode, conhecido como titanossauro, medindo pouco mais de 19 metros lineares, 1,80 de largura e mais de 3 metros de altura, que, devido sua disposi\u00e7\u00e3o anat\u00f4mica, ocupar\u00e1 um espa\u00e7o de cerca de 17 metros quando pronto e instalado para exposi\u00e7\u00e3o. O dinossauro ir\u00e1 compor a exposi\u00e7\u00e3o permanente do Museu de Hist\u00f3ria Natural de Mato Grosso, em Cuiab\u00e1, e ser\u00e1 uma grande atra\u00e7\u00e3o para os cuiabanos e turistas que passam pelo munic\u00edpio.<\/p>\n<p>Os saur\u00f3podes s\u00e3o dinossauros herb\u00edvoros, de grande porte que viveram no Per\u00edodo Cret\u00e1ceo, entre 84 e 85 milh\u00f5es de anos, principalmente em massas continentais do Hemisf\u00e9rio Sul, incluindo a regi\u00e3o de Mato Grosso.<\/p>\n<p>Para Suzana Hirooka, presidente do Instituto Ecossistemas e Popula\u00e7\u00f5es Tradicionais (Ecoss), que faz a gest\u00e3o do Museu, a constru\u00e7\u00e3o do novo dinossauro \u00e9 um desejo antigo, j\u00e1 que este animal pr\u00e9-hist\u00f3rico viveu na regi\u00e3o da Chapada dos Guimar\u00e3es. &#8220;Os dinossauros entraram no gosto das crian\u00e7as, dos jovens e at\u00e9 mesmo dos adultos. N\u00f3s percebemos isso com a forma que eles se encantam com a r\u00e9plica que j\u00e1 temos do dinossauro Pycnonemosaurus nevesi, com 2,20 metros de altura por 7 metros de comprimento, sendo a principal atra\u00e7\u00e3o do Museu e grande ponto de interesse para quem vive em Cuiab\u00e1. Com a constru\u00e7\u00e3o da nova r\u00e9plica, esperamos que a popula\u00e7\u00e3o tenha mais um atrativo de impacto, j\u00e1 que o pr\u00f3ximo dinossauro ser\u00e1 muito maior. Nossa meta na dire\u00e7\u00e3o do Museu \u00e9 passar para a popula\u00e7\u00e3o o conhecimento cient\u00edfico que temos a respeito desses dinossauros, da pr\u00e9-hist\u00f3ria e da paleontologia, de maneira mais prazerosa, l\u00fadica, ligada ao lazer, cultura, conhecimento e ci\u00eancia, atrav\u00e9s da visita ao Museu, onde o visitante poder\u00e1 ver duas r\u00e9plicas fidedignas de dois dinossauros que viveram na regi\u00e3o da Chapada dos Guimar\u00e3es. &#8221;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-29608 alignright\" src=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/museu-editada-03-272x360.jpg\" alt=\"\" width=\"199\" height=\"263\" srcset=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/museu-editada-03-272x360.jpg 272w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/museu-editada-03.jpg 427w\" sizes=\"auto, (max-width: 199px) 100vw, 199px\" \/>Para a constru\u00e7\u00e3o do novo dinossauro est\u00e3o sendo usados mais de 60 metros de a\u00e7o entre a estrutura base e interna. Um &#8220;gigante de a\u00e7o&#8221;, como cita Scarpini. A r\u00e9plica pesar\u00e1 cerca de meia tonelada e ter\u00e1 o tamanho de quase dois \u00f4nibus, se tornando a maior r\u00e9plica de Mato Grosso e a segunda maior do Brasil. As pe\u00e7as da r\u00e9plica est\u00e3o sendo constru\u00eddas no Rio de Janeiro e, depois de prontas, ser\u00e3o transportadas para Mato Grosso para a montagem no espa\u00e7o aberto do Museu de Hist\u00f3ria Natural de Mato Grosso.<\/p>\n<p>Para Carlos Scarpini, paleoartista construtor da r\u00e9plica, seu trabalho \u00e9 traduzir a ci\u00eancia para uma linguagem popular, que possa mexer com a curiosidade das pessoas de forma did\u00e1tica e com f\u00e1cil entendimento, estimulando assim o conhecimento cient\u00edfico de forma acess\u00edvel. &#8220;A paleo r\u00e9plica \u00e9 muito gratificante nesse sentido, pois posso levar para as pessoas mais simples um conhecimento que vem em &#8220;blocos r\u00edgidos de concreto&#8221; e \u00e9 dissolvido em &#8220;poeira&#8221;, para as pessoas absorverem. &#8221;<\/p>\n<p>O processo de constru\u00e7\u00e3o do dinossauro come\u00e7a com muita pesquisa e estudo em artigos cient\u00edficos sobre a esp\u00e9cie do dinossauro, para replicar um animal preciso e fidedigno ao original. Em seguida, \u00e9 confeccionada uma miniatura do dinossauro para dar base no conceito anat\u00f4mico e, s\u00f3 depois, a constru\u00e7\u00e3o das pe\u00e7as do animal come\u00e7am. A confec\u00e7\u00e3o das pe\u00e7as passa por diversos processos para evitar desgastes com as intemp\u00e9ries, como a alta taxa UV e chuvas torrenciais que acontecem em Cuiab\u00e1.<\/p>\n<p>A escultura base da r\u00e9plica \u00e9 feita em bloco de EPS de alta densidade, em cima dessa escultura vem uma camada de borracha l\u00edquida, em seguidas as pe\u00e7as s\u00e3o laminadas com folhas de alum\u00ednio de 08 mm e depois \u00e9 aplicada uma camada de resina com sulfeto de alum\u00ednio para poder isolar as pe\u00e7as das intemp\u00e9ries. Dando continuidade ao processo, \u00e9 passada uma camada de resina com p\u00f3 de m\u00e1rmore para endurecimento e isolamento, depois \u00e9 passada mais uma camada de resina com colora\u00e7\u00e3o branca e, por \u00faltimo, a pe\u00e7a ganha a cor final feita com carga mineral com tons de amarelo, vermelho e preto, explica Scarpini sobre a confec\u00e7\u00e3o da r\u00e9plica.<\/p>\n<p>Scarpini tamb\u00e9m destaca a import\u00e2ncia das paleo r\u00e9plicas para preserva\u00e7\u00e3o dos f\u00f3sseis originais encontrados, pois esses ficam salvaguardados em reservas t\u00e9cnicas, exibindo ao p\u00fablico apenas a r\u00e9plica e mantendo protegidas as pe\u00e7as originais para que n\u00e3o se danifiquem.<\/p>\n<p>O Museu de Hist\u00f3ria Natural de Mato Grosso est\u00e1 localizado na Av. Beira Rio, n. \u00ba 2000, bairro Jardim Europa, com funcionamento de quarta a domingo, das 8h \u00e0s 18h e entrada no valor de R$ 12,00 (inteira) e R$ 6,00 (meia). O Museu conta com ampla \u00e1rea verde pr\u00f3xima ao rio Cuiab\u00e1, caf\u00e9, loja de artesanatos, parquinho, reserva t\u00e9cnica e ampla exposi\u00e7\u00e3o com f\u00f3sseis de animais pr\u00e9-hist\u00f3ricos, acervo ind\u00edgena com m\u00e1scaras sagradas da etnia Waur\u00e1 e itens hist\u00f3ricos da Casa Dom Aquino, casar\u00e3o hist\u00f3rico que abriga o Museu.<\/p>\n<p><strong>Assessora de Imprensa <\/strong><\/p>\n<p>Est\u00e1 sendo constru\u00edda no Rio de Janeiro, pelo paleoartista Carlos Scarpini, uma r\u00e9plica de um dinossauro saur\u00f3pode, conhecido como titanossauro, medindo pouco mais de 19 metros lineares, 1,80 de largura e mais de 3 metros de altura, que, devido sua disposi\u00e7\u00e3o anat\u00f4mica, ocupar\u00e1 um espa\u00e7o de cerca de 17 metros quando pronto e instalado para exposi\u00e7\u00e3o. O dinossauro ir\u00e1 compor a exposi\u00e7\u00e3o permanente do Museu de Hist\u00f3ria Natural de Mato Grosso, em Cuiab\u00e1, e ser\u00e1 uma grande atra\u00e7\u00e3o para os cuiabanos e turistas que passam pelo munic\u00edpio.<\/p>\n<p>Os saur\u00f3podes s\u00e3o dinossauros herb\u00edvoros, de grande porte que viveram no Per\u00edodo Cret\u00e1ceo, entre 84 e 85 milh\u00f5es de anos, principalmente em massas continentais do Hemisf\u00e9rio Sul, incluindo a regi\u00e3o de Mato Grosso.<\/p>\n<p>Para Suzana Hirooka, presidente do Instituto Ecossistemas e Popula\u00e7\u00f5es Tradicionais (Ecoss), que faz a gest\u00e3o do Museu, a constru\u00e7\u00e3o do novo dinossauro \u00e9 um desejo antigo, j\u00e1 que este animal pr\u00e9-hist\u00f3rico viveu na regi\u00e3o da Chapada dos Guimar\u00e3es. &#8220;Os dinossauros entraram no gosto das crian\u00e7as, dos jovens e at\u00e9 mesmo dos adultos. N\u00f3s percebemos isso com a forma que eles se encantam com a r\u00e9plica que j\u00e1 temos do dinossauro Pycnonemosaurus nevesi, com 2,20 metros de altura por 7 metros de comprimento, sendo a principal atra\u00e7\u00e3o do Museu e grande ponto de interesse para quem vive em Cuiab\u00e1. Com a constru\u00e7\u00e3o da nova r\u00e9plica, esperamos que a popula\u00e7\u00e3o tenha mais um atrativo de impacto, j\u00e1 que o pr\u00f3ximo dinossauro ser\u00e1 muito maior. Nossa meta na dire\u00e7\u00e3o do Museu \u00e9 passar para a popula\u00e7\u00e3o o conhecimento cient\u00edfico que temos a respeito desses dinossauros, da pr\u00e9-hist\u00f3ria e da paleontologia, de maneira mais prazerosa, l\u00fadica, ligada ao lazer, cultura, conhecimento e ci\u00eancia, atrav\u00e9s da visita ao Museu, onde o visitante poder\u00e1 ver duas r\u00e9plicas fidedignas de dois dinossauros que viveram na regi\u00e3o da Chapada dos Guimar\u00e3es. &#8221;<\/p>\n<p>Para a constru\u00e7\u00e3o do novo dinossauro est\u00e3o sendo usados mais de 60 metros de a\u00e7o entre a estrutura base e interna. Um &#8220;gigante de a\u00e7o&#8221;, como cita Scarpini. A r\u00e9plica pesar\u00e1 cerca de meia tonelada e ter\u00e1 o tamanho de quase dois \u00f4nibus, se tornando a maior r\u00e9plica de Mato Grosso e a segunda maior do Brasil. As pe\u00e7as da r\u00e9plica est\u00e3o sendo constru\u00eddas no Rio de Janeiro e, depois de prontas, ser\u00e3o transportadas para Mato Grosso para a montagem no espa\u00e7o aberto do Museu de Hist\u00f3ria Natural de Mato Grosso.<\/p>\n<p>Para Carlos Scarpini, paleoartista construtor da r\u00e9plica, seu trabalho \u00e9 traduzir a ci\u00eancia para uma linguagem popular, que possa mexer com a curiosidade das pessoas de forma did\u00e1tica e com f\u00e1cil entendimento, estimulando assim o conhecimento cient\u00edfico de forma acess\u00edvel. &#8220;A paleo r\u00e9plica \u00e9 muito gratificante nesse sentido, pois posso levar para as pessoas mais simples um conhecimento que vem em &#8220;blocos r\u00edgidos de concreto&#8221; e \u00e9 dissolvido em &#8220;poeira&#8221;, para as pessoas absorverem. &#8221;<\/p>\n<p>O processo de constru\u00e7\u00e3o do dinossauro come\u00e7a com muita pesquisa e estudo em artigos cient\u00edficos sobre a esp\u00e9cie do dinossauro, para replicar um animal preciso e fidedigno ao original. Em seguida, \u00e9 confeccionada uma miniatura do dinossauro para dar base no conceito anat\u00f4mico e, s\u00f3 depois, a constru\u00e7\u00e3o das pe\u00e7as do animal come\u00e7am. A confec\u00e7\u00e3o das pe\u00e7as passa por diversos processos para evitar desgastes com as intemp\u00e9ries, como a alta taxa UV e chuvas torrenciais que acontecem em Cuiab\u00e1.<\/p>\n<p>A escultura base da r\u00e9plica \u00e9 feita em bloco de EPS de alta densidade, em cima dessa escultura vem uma camada de borracha l\u00edquida, em seguidas as pe\u00e7as s\u00e3o laminadas com folhas de alum\u00ednio de 08 mm e depois \u00e9 aplicada uma camada de resina com sulfeto de alum\u00ednio para poder isolar as pe\u00e7as das intemp\u00e9ries. Dando continuidade ao processo, \u00e9 passada uma camada de resina com p\u00f3 de m\u00e1rmore para endurecimento e isolamento, depois \u00e9 passada mais uma camada de resina com colora\u00e7\u00e3o branca e, por \u00faltimo, a pe\u00e7a ganha a cor final feita com carga mineral com tons de amarelo, vermelho e preto, explica Scarpini sobre a confec\u00e7\u00e3o da r\u00e9plica.<\/p>\n<p>Scarpini tamb\u00e9m destaca a import\u00e2ncia das paleo r\u00e9plicas para preserva\u00e7\u00e3o dos f\u00f3sseis originais encontrados, pois esses ficam salvaguardados em reservas t\u00e9cnicas, exibindo ao p\u00fablico apenas a r\u00e9plica e mantendo protegidas as pe\u00e7as originais para que n\u00e3o se danifiquem.<\/p>\n<p>O Museu de Hist\u00f3ria Natural de Mato Grosso est\u00e1 localizado na Av. Beira Rio, n. \u00ba 2000, bairro Jardim Europa, com funcionamento de quarta a domingo, das 8h \u00e0s 18h e entrada no valor de R$ 12,00 (inteira) e R$ 6,00 (meia). O Museu conta com ampla \u00e1rea verde pr\u00f3xima ao rio Cuiab\u00e1, caf\u00e9, loja de artesanatos, parquinho, reserva t\u00e9cnica e ampla exposi\u00e7\u00e3o com f\u00f3sseis de animais pr\u00e9-hist\u00f3ricos, acervo ind\u00edgena com m\u00e1scaras sagradas da etnia Waur\u00e1 e itens hist\u00f3ricos da Casa Dom Aquino, casar\u00e3o hist\u00f3rico que abriga o Museu.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Fonte: Assessora de Imprensa <\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Est\u00e1 sendo constru\u00edda no Rio de Janeiro, pelo paleoartista Carlos Scarpini, uma r\u00e9plica de um dinossauro saur\u00f3pode, conhecido como titanossauro, medindo pouco mais de 19 metros lineares, 1,80 de largura e mais de 3 metros de altura, que, devido sua disposi\u00e7\u00e3o anat\u00f4mica, ocupar\u00e1 um espa\u00e7o de cerca de 17 metros quando pronto e instalado para [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-29606","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29606","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29606"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29606\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":29609,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29606\/revisions\/29609"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29606"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29606"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29606"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}