{"id":25259,"date":"2019-11-22T14:36:06","date_gmt":"2019-11-22T18:36:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/?p=25259"},"modified":"2019-11-25T08:10:30","modified_gmt":"2019-11-25T12:10:30","slug":"regional-mato-grossense-homenageia-engenheiro-eletricista-pelo-dia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/regional-mato-grossense-homenageia-engenheiro-eletricista-pelo-dia\/","title":{"rendered":"Regional Mato-grossense homenageia engenheiro eletricista pelo dia"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-25262 alignleft\" src=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/foto-de-dentro-360x286.jpg\" alt=\"\" width=\"360\" height=\"286\" srcset=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/foto-de-dentro-360x286.jpg 360w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/foto-de-dentro-1024x813.jpg 1024w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/foto-de-dentro-768x610.jpg 768w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/foto-de-dentro.jpg 1383w\" sizes=\"auto, (max-width: 360px) 100vw, 360px\" \/>O engenheiro eletricista \u00e9 respons\u00e1vel pelo planejamento e supervis\u00e3o al\u00e9m da execu\u00e7\u00e3o de projetos eletrot\u00e9cnicos, sendo habilitado inclusive para construir e instalar aparelhos ou sistemas referentes \u00e0 distribui\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica voltada ao consumo, bem como avaliar e corrigir falhas decorrentes do funcionamento, entre outros trabalhos, e para homenagear o profissional da Engenharia El\u00e9trica, comemorado em 23 de novembro o Regional Mato-grossense entrevistou o presidente da Associa\u00e7\u00e3o Mato-Grossense dos Engenheiros Eletricistas (AMEE), Lauro Leoc\u00e1dio da Rosa, empossado em outubro deste ano. Formado em Engenharia El\u00e9trica na \u00a0Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e mestre na profiss\u00e3o pela Universidade de Bras\u00edlia (UNB) e doutorando em F\u00edsica e Ambiental tamb\u00e9m pela UFMT, Lauro atualmente \u00e9 professor dos cursos de El\u00e9trica e Eletr\u00f4nica do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT).<\/p>\n<p><strong>Gecom: Quais s\u00e3o os maiores desafios para o profissional da Engenharia El\u00e9trica do nosso estado?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Lauro<\/strong>&#8211; Os desafios da Engenharia El\u00e9trica n\u00e3o s\u00e3o poucos. Primeiro essa profiss\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 separada das outras, tanto que essa profiss\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 afetada na crise nacional.<\/p>\n<p>Atualmente uma das dificuldades em torno da profiss\u00e3o \u00e9 a empregabilidade, ou seja, o mercado de trabalho. Em sequ\u00eancia o piso salarial do engenheiro eletricista. Por lei, o profissional desse ramo deveria receber 8,5 sal\u00e1rios m\u00ednimos. Percebemos que em \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos e em algumas empresas privadas n\u00e3o \u00e9 observada essa quest\u00e3o, sendo considerado outro desafio. Diante dessa situa\u00e7\u00e3o, n\u00f3s da AMEE estamos buscando, juntamente com essas institui\u00e7\u00f5es melhorar esse fator. A atualiza\u00e7\u00e3o da tecnologia tamb\u00e9m est\u00e1 em franco desenvolvimento na \u00e1rea de automa\u00e7\u00e3o e em outras modalidades da engenharia. Se o engenheiro eletricista n\u00e3o buscar esse novo conhecimento ter\u00e1 dificuldade ao ser inserido no mercado de trabalho. Sem contar com a dificuldade de abertura de uma empresa, colocando como desafio os custos fixos empreendimento.<\/p>\n<p><strong>Gecom-Qual a import\u00e2ncia da Engenharia El\u00e9trica para o desenvolvimento do estado? <\/strong><\/p>\n<p><strong>Lauro<\/strong>&#8211; A Engenharia El\u00e9trica por si s\u00f3, \u00e9 muito importante para o desenvolvimento de uma na\u00e7\u00e3o, pa\u00eds e estado. Se for observar as \u00e1reas de atualiza\u00e7\u00e3o desse profissional da Engenharia El\u00e9trica s\u00e3o v\u00e1rias, como: automa\u00e7\u00e3o, industrial, residencial, eletr\u00f4nica, telecomunica\u00e7\u00f5es e gera\u00e7\u00e3o, transmiss\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o\u00a0\u00a0 de energia. S\u00e3o diversas setores de atua\u00e7\u00e3o do engenheiro eletricista, que est\u00e3o ligados com o desenvolvimento econ\u00f4mico de Mato Grosso. Os estados t\u00eam seus com\u00f3dites voltados principalmente para a produ\u00e7\u00e3o primaria. Se n\u00f3s verticalizarmos essa produ\u00e7\u00e3o, certamente vai haver muito mais empregos para o engenheiro eletricista. Ele vai poder contribuir mais com a economia de Mato Grosso. O estado como um todo ser\u00e1 beneficiado, tanto na popula\u00e7\u00e3o como no desenvolvimento social e econ\u00f4mico<\/p>\n<p><strong>Gecom-Que tipo de desafio o senhor v\u00ea para esses jovens que est\u00e3o se formando em Engenharia El\u00e9trica? <\/strong><\/p>\n<p><strong>Lauro-<\/strong> O primeiro passo ap\u00f3s a gradua\u00e7\u00e3o em Engenharia El\u00e9trica o meu conselho \u00e9 esses jovens se habilitarem junto ao Crea-MT. \u00c9 fundamental esse novo profissional estar regularizado com o Crea-MT, assim estar\u00e1 exercendo sua profiss\u00e3o legalmente. \u00c9 importante tamb\u00e9m esse engenheiro eletricista se associar na AME, \u00e9 atrav\u00e9s dessa parceria que iremos alcan\u00e7ar grandes resultados para a profiss\u00e3o. J\u00e1 na quest\u00e3o de desafios, vejo v\u00e1rios para esse profissional que est\u00e1 iniciando agora no mercado. Porque se pensar apenas em empregos formais, infelizmente estamos em dificuldade no mundo inteiro, especificamente em todas as \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o essa quest\u00e3o est\u00e1 sendo revisada. Na verdade, n\u00e3o h\u00e1 mais muitos empregos formais, por isso \u00e9 preciso que o jovem tem que trabalhar duro para alcan\u00e7ar seu espe\u00e7o no mercado. \u00c9 importante aprender sempre, buscando novas alternativas de empregabilidade. Na Engenharia El\u00e9trica temos diversas op\u00e7\u00f5es: como automa\u00e7\u00e3o, eletr\u00f4nica, telecomunica\u00e7\u00f5es e agricultura de precis\u00e3o. S\u00e3o setores importantes e podem trazer bons frutos aos profissionais. N\u00e3o adianta pensar s\u00f3 em empregos formais, porque existem outras possibilidades que s\u00e3o apresentadas. O profissional tem que pensar um pouco mais na sociedade e no meio ambiente. A sustentabilidade hoje \u00e9 fundamental, precisamos olhar o meio ambiente com mais carinho. Ent\u00e3o o progresso de um estado e uma na\u00e7\u00e3o passa pela sustentabilidade. Uma ideia desej\u00e1vel para os engenheiros eletricistas que est\u00e1 entrando no mercado de trabalho \u00e9 ser bil\u00edngue, ou seja, falar v\u00e1ria l\u00ednguas. V\u00e1rias tecnologias e treinamentos exige outros idiomas. \u00c9 necess\u00e1rio que o profissional tenha dom\u00ednio de um novo idioma. As grandes empresas pedem aos profissionais uma outra forma\u00e7\u00e3o na \u00e1rea social, ou volunt\u00e1ria. Durante a entrevista para vaga de emprego essa pergunta \u00e9 importante no momento da escolha do profissional.<\/p>\n<p>A reportagem completa ser\u00e1\u00a0 transmitida na TVAL, neste domingo , 24 de novembro as 11h.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Texto e fotos: Cristina Cavaleiro\/Equipe de Comunica\u00e7\u00e3o do Crea-MT <\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O engenheiro eletricista \u00e9 respons\u00e1vel pelo planejamento e supervis\u00e3o al\u00e9m da execu\u00e7\u00e3o de projetos eletrot\u00e9cnicos, sendo habilitado inclusive para construir e instalar aparelhos ou sistemas referentes \u00e0 distribui\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica voltada ao consumo, bem como avaliar e corrigir falhas decorrentes do funcionamento, entre outros trabalhos, e para homenagear o profissional da Engenharia El\u00e9trica, comemorado em 23 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":25265,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-25259","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25259","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25259"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25259\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":25278,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25259\/revisions\/25278"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/25265"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25259"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25259"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25259"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}