{"id":2127,"date":"2013-10-24T18:05:00","date_gmt":"2013-10-24T20:05:00","guid":{"rendered":"https:\/\/crea-mt.org.br\/portal\/evento-diversificara-economia-em-mato-grosso-2\/"},"modified":"2013-10-24T18:05:00","modified_gmt":"2013-10-24T20:05:00","slug":"evento-diversificara-economia-em-mato-grosso-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/evento-diversificara-economia-em-mato-grosso-2\/","title":{"rendered":"Evento diversificar\u00e1 economia em Mato Grosso"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify\">\n\t<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"\/img_site\/images\/DSC02910.JPG\" style=\"width: 400px;height: 533px;margin: 5px;float: right\" \/>A realiza&ccedil;&atilde;o do XXIII Congresso Brasileiro de Fruticultura em agosto de 2014 em Cuiab&aacute;, pela Sociedade Brasileira de Fruticultura (SBF), deve estimular uma diversifica&ccedil;&atilde;o da economia no estado trazendo conhecimento, tecnologias e incentivos que possibilitem investimentos na produ&ccedil;&atilde;o de frutas. Pelo menos &eacute; o que avalia o produtor rural de Pontes e Lacerda e ex-secret&aacute;rio de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Mato Grosso, Gilson Francisco da Silva.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&quot;A fruticultura &eacute; um setor com poucos investimentos em Mato Grosso. A realiza&ccedil;&atilde;o deste evento ser&aacute; importante pelo momento que o estado atravessa de crescimento, desenvolvimento, ainda muito baseado na produ&ccedil;&atilde;o de escala. E, a fruticultura &eacute; sem d&uacute;vida nenhuma uma das grande potencialidades que Mato Grosso pode explorar. Acredito que dever&aacute; n&atilde;o somente ampliar como tamb&eacute;m divercifcar a &nbsp;economia rural. Nossa economia n&atilde;o pode ficar dependendo somente da produ&ccedil;&atilde;o pecu&aacute;ria e de gr&atilde;os. &Eacute; claro que preceisamos expandir os ciclos dessas &aacute;reas principalmente a industrializa&ccedil;&atilde;o, mas n&oacute;s temos potencial para produ&ccedil;&atilde;o em fruticultura para abastecer o mercado interno e de exporta&ccedil;&atilde;o&quot;, afirma Gilson.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\tO assunto foi apresentado durante o &quot;IV Workshop de Secret&aacute;rios Municipais de Agricultura, Meio Ambiente e Turismo de Mato Grosso&quot;, realizado na Associa&ccedil;&atilde;o Mato-grossense de Munic&iacute;pios (AMM), dia 23 de outubro, pelo organizador local do evento, o engenheiro agr&ocirc;nomo Jo&atilde;o Pedro Valente que &eacute; conselheiro do Crea-MT, professor da UFMT e representante da SBF no estado.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\tValente e Gilson tamb&eacute;m chamaram a aten&ccedil;&atilde;o por ser o momento de se falar em financiamento adequado e valores condizentes com as produ&ccedil;&otilde;es. &quot;Vejo assim que o estado precisa acordar. N&atilde;o s&oacute; os gestores estaduais, mas tamb&eacute;m os gestores municipais, pois o evento acontece em um momento em que vai se definir os or&ccedil;amentos municipais, ainda h&aacute; tempo de se repensar &nbsp;esses or&ccedil;amentos para que haja um pouco de empenho em se investir nesse setor. Principalmente nas pequenas propriedades e em tecnologias e conhecimento que acabam compensando os problemas de produ&ccedil;&atilde;o como solo, recursos h&iacute;dricos e temperatura elevada que temos&quot;, pontuou Gilson.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\tDurante sua explana&ccedil;&atilde;o, Valente ressaltou que o congresso espera reunir ao menos 1,5 mil pessoas em Cuiab&aacute;, para tratar de temas ligados &agrave; Fruticultura. &quot;&Eacute; importante ressaltar que Mato Grosso n&atilde;o possui um mapeamento da atual produ&ccedil;&atilde;o. Apenas nos contentamos em dizer que produzimos pouco. Mas temos conhecimento da produ&ccedil;&atilde;o de jaboticaba, mel&atilde;o, mam&atilde;o, abacaxi, entre outras. Tamb&eacute;m ser&aacute; um momento para mapearmos essas culturas e ver qual os gagalos que impedem a expans&atilde;o delas&quot;, citou o organizador.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\tO presidente da Associa&ccedil;&atilde;o de Fruticultura do Estado, Reinaldo Loffi, tamb&eacute;m apontou a import&acirc;ncia do evento para a economia no estado tendo em vista que atualmente 150 mil fam&iacute;lias s&atilde;o de pequenos produtores e precisam melhorar sua renda e, a fruticultura seria uma alternativa. O XXIII Congresso Brasileiro de Fruticultura tamb&eacute;m deve chamar a aten&ccedil;&atilde;o para uma pol&iacute;tica de assitencia t&eacute;cnica exclusiva para motivar a fruticultura a exemplo dos incentivos das cadeias produtivas de leite e da piscicultura que tiveram incentivos espec&iacute;ficos nos &uacute;ltimos anos em Mato Grosso.<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A realiza&ccedil;&atilde;o do XXIII Congresso Brasileiro de Fruticultura em agosto de 2014 em Cuiab&aacute;, pela Sociedade Brasileira de Fruticultura (SBF), deve estimular uma diversifica&ccedil;&atilde;o da economia no estado trazendo conhecimento, tecnologias e incentivos que possibilitem investimentos na produ&ccedil;&atilde;o de frutas. 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