{"id":2111,"date":"2013-10-30T16:26:00","date_gmt":"2013-10-30T18:26:00","guid":{"rendered":"https:\/\/crea-mt.org.br\/portal\/workshop-traz-manejo-florestal-como-foco\/"},"modified":"2013-10-30T16:26:00","modified_gmt":"2013-10-30T18:26:00","slug":"workshop-traz-manejo-florestal-como-foco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/workshop-traz-manejo-florestal-como-foco\/","title":{"rendered":"Workshop traz Manejo Florestal como foco"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">\n\t<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"\/img_site\/images\/72917b559d9226643a30cabe96877d2f.jpg\" style=\"width: 400px;height: 267px;margin: 10px;float: left\" \/>O Workshop &ldquo;Potencial Produtivo das Florestas Naturais da Regi&atilde;o de Sinop: Como Manejar&rdquo;, realizado pelo Centro das Ind&uacute;strias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem), em parceria com a Associa&ccedil;&atilde;o Mato-grossense dos Engenheiros Florestais (Amef) e a Embrapa, reuniu em Cuiab&aacute;, na manh&atilde; de quarta-feira, 30 de outubro, engenheiros florestais e t&eacute;cnicos que atuam na &aacute;rea, para discutir sobre as estruturas das florestas naturais e seu manejo. O evento foi realizado no audit&oacute;rio da Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias no Estado de Mato Grosso (Fiemt).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\tPara o presidente da Amef, o engenheiro florestal Joaquim Paiva de Paula, a import&acirc;ncia deste evento se traduz na necessidade de se buscar informa&ccedil;&otilde;es atualizadas para que a classe da Engenharia Florestal se fortale&ccedil;a com base em novos conhecimentos.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\tLinhas de financiamentos tamb&eacute;m foi tema abordado durante o Workshop, com destaque para o lan&ccedil;amento da publica&ccedil;&atilde;o &quot;Diretrizes T&eacute;cnicas para Cultivo do Mogno Africano&quot;. O trabalho foi realizado pela Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assist&ecirc;ncia e Extens&atilde;o Rural (Empaer) em parceria com Cipem, Instituto A&ccedil;&atilde;o Verde e Sedraf, a qual, demostra uma nova op&ccedil;&atilde;o de cultura de reflorestamento que se instaura no Estado como fonte de investimento para o futuro. O diretor de Assist&ecirc;ncia T&eacute;cnica de Extens&atilde;o Rural, Almir Ferro, explicou que o livro traz diretrizes t&eacute;cnicas com base em pesquisas, possibilitando financiamento pelo Banco do Brasil.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"\/img_site\/images\/foto%201%20(1).JPG\" style=\"width: 200px;height: 253px;margin: 10px;float: right\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&Aacute;lvaro Leite, diretor executivo do Cipem declarou que o &quot;reflorestamento &eacute; importante para continuidade dos trabalhos industriais, mas &eacute; necess&aacute;rio se atentar para a comercializa&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o do mogno africano, para que n&atilde;o experimentemos preju&iacute;zos como em experi&ecirc;ncias anteriores.&quot; O diretor ainda refor&ccedil;ou que o setor de base florestal est&aacute; definindo par&acirc;metros com os custos do manejo para apresentar aos agentes financeiros visando, dessa forma, o aporte de recursos para o Plano de Manejo Florestal Sustent&aacute;vel de Mato Grosso.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\tAp&oacute;s o lan&ccedil;amento do livro da Embrapa, o engenheiro florestal Evaldo Mu&ntilde;oz Braz ministrou a palestra principal. Com doutorado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)\/RS e mestrado pela Universidade Federal do Paran&aacute; (UFPR) o palestrante demonstrou que a atividade de manejo florestal ainda requer mais pesquisas, necess&aacute;rias para se mudar alguns par&acirc;metros disseminados na sociedade por pesquisas superficiais realizadas de forma inadequada, que serviram de base para o surgimento pol&iacute;ticas p&uacute;blicas que engessamo setor. &ldquo;Alguns estudos dizem que deve se esperar 110 anos para se fazer o corte, mas esse tempo, na verdade &eacute; menor e tamb&eacute;m n&atilde;o tem como se achar que a floresta ser&aacute; regenerada com o tempo de espera em 100%. O que pesa na floresta &eacute; o incremento dela, ou seja, o quanto cresce&rdquo;, salientou.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n<div>\n\t\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\t\t<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"\/img_site\/images\/DSC03555-SITE.jpg\" style=\"width: 300px;height: 225px;float: left;margin: 10px\" \/><\/div>\n<div>\n\t\tO estudo apresentado por ele, aponta entre as suas conclus&otilde;es que as taxas sustent&aacute;veis para a madeira podem sim ser calculadas e tamb&eacute;m que os limites de 30 m3\/ha por si s&oacute; n&atilde;o garantem a sustentabilidade, afirmando que o volume da explora&ccedil;&atilde;o depende do planejamento e n&atilde;o da legisla&ccedil;&atilde;o que engessa a possibilidade de trabalhar com o desenvolvimento necess&aacute;rio.<\/div>\n<div>\n\t\t&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Workshop &ldquo;Potencial Produtivo das Florestas Naturais da Regi&atilde;o de Sinop: Como Manejar&rdquo;, realizado pelo Centro das Ind&uacute;strias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem), em parceria com a Associa&ccedil;&atilde;o Mato-grossense dos Engenheiros Florestais (Amef) e a Embrapa, reuniu em Cuiab&aacute;, na manh&atilde; de quarta-feira, 30 de outubro, engenheiros florestais e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2112,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-2111","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2111","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2111"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2111\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2112"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2111"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2111"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2111"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}