{"id":2062,"date":"2013-11-21T18:04:00","date_gmt":"2013-11-21T20:04:00","guid":{"rendered":"https:\/\/crea-mt.org.br\/portal\/producao-em-grande-escala-depende-de-tecnologia-afirmam-representantes-da-andef\/"},"modified":"2013-11-21T18:04:00","modified_gmt":"2013-11-21T20:04:00","slug":"producao-em-grande-escala-depende-de-tecnologia-afirmam-representantes-da-andef","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/producao-em-grande-escala-depende-de-tecnologia-afirmam-representantes-da-andef\/","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o em grande escala depende de tecnologia, afirmam representantes da Andef"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify\">\n\t<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"\/img_site\/images\/DSC06706.JPG\" style=\"margin: 10px;width: 350px;float: left;height: 263px\" \/>Com audit&oacute;rio lotado, o palestrante engenheiro Agr&ocirc;nomo Guilherme Luiz Guimar&atilde;es, gerente t&eacute;cnico e de regulamenta&ccedil;&atilde;o federal da Associa&ccedil;&atilde;o Nacional de Defesa Vegetal (Andef) iniciou a sua palestra sobre &ldquo;Agrot&oacute;xicos: Fatos, Mitos e Seguran&ccedil;a Alimentar&rdquo;, mostrando uma not&iacute;cia publicada h&aacute; 50 anos sobre o iminente risco de faltar p&atilde;o no mercado at&eacute; o final do ano, pela baixa produ&ccedil;&atilde;o de trigo. &ldquo;Hoje a realidade &eacute; outra, h&aacute; fartura de alimentos e o custo da cesta b&aacute;sica &eacute; a metade do custo da mesma cesta b&aacute;sica da d&eacute;cada de 70. Isso gra&ccedil;as ao maravilhoso trabalho do produtor rural, do engenheiro agr&ocirc;nomo e das novas tecnologias&rdquo;, observou Guilherme.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\tEle tamb&eacute;m mostrou que enquanto o Jap&atilde;o produz uma tonelada de alimentos a cada&nbsp;U$ 100,00&nbsp;de investimento, a Fran&ccedil;a produz quatro toneladas contra 13 toneladas produzidas pelo Brasil, ficando comprovada a efici&ecirc;ncia e a import&acirc;ncia da agricultura brasileira que &eacute; a maior do mundo.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\tPara desmistificar os malef&iacute;cios intensamente difundidos pelas m&iacute;dias causados exclusivamente pelo uso de agrot&oacute;xicos, Guilherme apresentou alguns exemplos de alimentos que naturalmente produzem subst&acirc;ncias qu&iacute;micas nocivas &agrave; sa&uacute;de, como o suco de ma&ccedil;a, o caf&eacute; e a batata, e suscitou uma reflex&atilde;o em paralelo &agrave; obra &ldquo;Inferno&rdquo; de Dan Brown: haver&aacute; alimento suficiente em 2050, frente ao uso irracional de &aacute;gua, ao crescente aumento de &aacute;reas degradadas, ao alto custo da energia, ao alto desperd&iacute;cio de alimentos, &agrave;s constantes mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas? &nbsp;Fatores que, do ponto de vista do palestrante, podem ser superados somente com tecnologia e no caso do desperd&iacute;cio, com educa&ccedil;&atilde;o.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&ldquo;A FAO espera do Brasil, que possui &aacute;gua doce em abund&acirc;ncia, terras produtivas, recursos humanos bem formados, entre outros, a produ&ccedil;&atilde;o de alimentos para grande parte do mundo e para isso &eacute; necess&aacute;rio mais investimento em conhecimento, em infraestrutura, mais coopera&ccedil;&atilde;o internacional e vontade pol&iacute;tica de longo prazo&rdquo;, salientou Guilherme.<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"\/img_site\/images\/DSC06715.JPG\" style=\"margin: 10px;width: 350px;float: right;height: 263px\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\tJ&aacute; o diretor executivo da Andef, Eduardo Daher, justifica que o aparecimento de novas pragas, a exemplo da <em>Helicoverpa Arm&iacute;gera<\/em>, se deve &agrave; absoluta porosidade das barreiras fitossanit&aacute;rias do Brasil. &ldquo;N&atilde;o podemos deixar de levar em considera&ccedil;&atilde;o que neste ano j&aacute; tivemos a Copa das Confedera&ccedil;&otilde;es, a Jornada Mundial da Juventude, em 2014 teremos a Copa do Mundo e a cerejinha do bolo ser&aacute; as Olimp&iacute;adas do Rio de Janeiro. Gente do mundo inteiro entrando e saindo do pa&iacute;s carregando pragas que se adaptar&atilde;o rapidamente ao clima tropical do Brasil&rdquo;.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\tTamb&eacute;m ressaltou, em contrapartida, que a burocracia brasileira impede que novas mol&eacute;culas sejam aprovadas na mesma propor&ccedil;&atilde;o que as pragas aparecem. &ldquo;Precisamos de uma pol&iacute;tica de igualdade. Os produtos proibidos no resto do mundo tamb&eacute;m s&atilde;o proibidos no Brasil, mas os produtos permitidos em outros pa&iacute;ses s&atilde;o liberados para o Brasil? N&atilde;o. Se fosse ter&iacute;amos &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o v&aacute;rias mol&eacute;culas eficientes para combater a Helicoverpa&rdquo;, desabafou Daher.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\tPara finalizar os debates o palestrante falou da import&acirc;ncia de se criar uma imagem positiva do engenheiro agr&ocirc;nomo, j&aacute; que o seu trabalho &eacute; fundamental para a manuten&ccedil;&atilde;o da sobreviv&ecirc;ncia humana. &ldquo;Nos Estados Unidos h&aacute; uma forte campanha de valoriza&ccedil;&atilde;o ao produtor rural, o incentivo &agrave; produ&ccedil;&atilde;o e &agrave; continuidade dos filhos na agricultura. No Brasil o filho do Agricultor est&aacute; dando prefer&ecirc;ncia &agrave;s pra&ccedil;as de alimenta&ccedil;&atilde;o dos shoppings Centers e com isso est&aacute; haverndo uma diminui&ccedil;&atilde;o da voca&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea da agronomia&rdquo;.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\tVisivelmente o interesse do p&uacute;blico presente era de que o tema continuasse em debate. Diante do questionamento que pipocou e n&atilde;o p&ocirc;de ser respondido, devido ao tempo que se esgotara, sugeriu-se a forma&ccedil;&atilde;o de f&oacute;runs nos Creas e nas Universidades para levar essas informa&ccedil;&otilde;es a diante, com o objetivo de sanar as d&uacute;vidas dos muitos mitos que rodeiam os agrot&oacute;xicos.&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com audit&oacute;rio lotado, o palestrante engenheiro Agr&ocirc;nomo Guilherme Luiz Guimar&atilde;es, gerente t&eacute;cnico e de regulamenta&ccedil;&atilde;o federal da Associa&ccedil;&atilde;o Nacional de Defesa Vegetal (Andef) iniciou a sua palestra sobre &ldquo;Agrot&oacute;xicos: Fatos, Mitos e Seguran&ccedil;a Alimentar&rdquo;, mostrando uma not&iacute;cia publicada h&aacute; 50 anos sobre o iminente risco de faltar p&atilde;o no mercado at&eacute; o final do ano, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2063,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-2062","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2062","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2062"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2062\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2063"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2062"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2062"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2062"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}