{"id":1946,"date":"2014-01-27T18:53:00","date_gmt":"2014-01-27T20:53:00","guid":{"rendered":"https:\/\/crea-mt.org.br\/portal\/confea-defende-lei-especifica-para-projetos-de-prevencao-e-combate-a-incendio\/"},"modified":"2014-01-27T18:53:00","modified_gmt":"2014-01-27T20:53:00","slug":"confea-defende-lei-especifica-para-projetos-de-prevencao-e-combate-a-incendio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/confea-defende-lei-especifica-para-projetos-de-prevencao-e-combate-a-incendio\/","title":{"rendered":"Confea defende lei espec\u00edfica para projetos de preven\u00e7\u00e3o e combate a inc\u00eandio"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify\">\n\t<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"\/img_site\/images\/entrevista_josetadeu_boatekiss1%20(1).jpg\" style=\"width: 270px;height: 170px;margin: 10px;float: left\" \/>Atento &agrave; seguran&ccedil;a da sociedade, o Sistema Confea\/Crea luta por uma lei exclusiva para preven&ccedil;&atilde;o de inc&ecirc;ndios. O assunto, que j&aacute; vinha sendo debatido pelas lideran&ccedil;as do Sistema, ganhou destaque ap&oacute;s o acidente na boate Kiss, em Santa Maria (RS), que completa um ano nesta segunda-feira (27). Tamb&eacute;m foi pauta do 8&ordm; Congresso Nacional de Profissionais (CNP), quando mais de 700 representantes da &aacute;rea tecnol&oacute;gica analisaram o tema e chegaram a uma proposta de anteprojeto de lei que estabelece crit&eacute;rios nacionais para a elabora&ccedil;&atilde;o e aprova&ccedil;&atilde;o de projetos de preven&ccedil;&atilde;o e combate a inc&ecirc;ndio. Se aprovado, o novo texto alterar&aacute; a lei que estabelece diretrizes para pol&iacute;tica urbana (Lei n&ordm; 10.257\/2001). Da minuta consta ainda a obrigatoriedade de o projeto ser elaborado por um profissional habilitado.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&ldquo;Hoje, o grande problema &eacute; que n&atilde;o existe uma lei unificada. Cada estado tem a sua. Mas essa proposta apresentada pelo Sistema prev&ecirc; uma legisla&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica em todo o territ&oacute;rio nacional e que as equipes t&eacute;cnicas das prefeituras e do Corpo de Bombeiros respons&aacute;veis pela libera&ccedil;&atilde;o de alvar&aacute;s tenham engenheiros que fa&ccedil;am o trabalho de an&aacute;lise de projetos, inclusive com a Anota&ccedil;&atilde;o de Responsabilidade T&eacute;cnica (ART), como est&aacute; previsto na Lei n&ordm; 6.496\/77&rdquo;, defendeu o presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), engenheiro civil Jos&eacute; Tadeu da Silva, durante entrevista ao Jornal GloboNews, na &uacute;ltima sexta-feira (24), ao fazer uma retrospectiva sobre um ano da trag&eacute;dia na boate em Santa Maria, que matou 242 pessoas e feriu outras 116. O inc&ecirc;ndio aconteceu na madrugada de 27 de janeiro e foi causado pelo acendimento de um sinalizador por um integrante da banda que se apresentava na casa noturna.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>CONFIRA O V&Iacute;DEO DA ENTREVISTA COMPLETA<\/strong> , transcrita abaixo:<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Leilane Neubarth<\/strong> &#8211; <strong>Qual &eacute; a import&acirc;ncia de priorizar e aprovar essas propostas o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel?<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Jos&eacute; Tadeu da Silva<\/strong> &#8211; O Conselho Federal de Engenharia e Agronomia fez a discuss&atilde;o dessas propostas o ano todo no (em nosso) Congresso Nacional de Profissionais e a nossa proposta vai na dire&ccedil;&atilde;o de que se tenha uma legisla&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica, em todo o territ&oacute;rio nacional, e que os respons&aacute;veis pela emiss&atilde;o de alvar&aacute;s, os t&eacute;cnicos das prefeituras, do Corpo de Bombeiros, tenham profissionais engenheiros que fa&ccedil;am esse trabalho de an&aacute;lise desses projetos e emitam estes alvar&aacute;s, inclusive anotando a responsabilidade t&eacute;cnica, como j&aacute; est&aacute; na Lei Feral n. 6496, que faz com que os profissionais que atuam nesta &aacute;rea emitam, anotem a Responsabilidade T&eacute;cnica junto ao Conselho Federal. Por outro lado, h&aacute; necessidade tamb&eacute;m que se aprovem alguns projetos de lei que est&atilde;o no Congresso, inclusive um do senador (Marcelo) Crivella (PLS 491\/2011), que torna obrigat&oacute;rio o laudo de inspe&ccedil;&atilde;o peri&oacute;dica destes estabelecimentos de grande concentra&ccedil;&atilde;o de p&uacute;blico, como as boates, atrav&eacute;s de engenheiros que ir&atilde;o at&eacute; o local para verificar se todos os equipamentos, sinaliza&ccedil;&atilde;o, portas de emerg&ecirc;ncia, est&atilde;o funcionando. Enfim, um laudo de inspe&ccedil;&atilde;o do profissional para que sejam emitidos estes alvar&aacute;s e, em caso do n&atilde;o atendimento, principalmente das normas t&eacute;cnicas, das normas de seguran&ccedil;a, que n&atilde;o se d&ecirc; o alvar&aacute;. E que at&eacute; se lacrem os estabelecimentos que j&aacute; est&atilde;o funcionando sem as avalia&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas feitas pelos engenheiros.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Leilane Neubarth<\/strong> &#8211; <strong>Pelo que entendi, estas propostas s&atilde;o fundamentais para mudar a realidade brasileira e vamos imaginar o seguinte: mesmo que, como disse o presidente da C&acirc;mara, ela seja colocada como prioridade e seja votada logo depois do recesso, o que a gente viu na reportagem &eacute; que essa lei s&oacute; entra em vigor seis meses depois. O que eu lhe pergunto &eacute; o seguinte: at&eacute; l&aacute;, o que fazer?<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Jos&eacute; Tadeu da Silva<\/strong> &ndash; Precisa-se de legisla&ccedil;&atilde;o, precisa-se da lei tornando obrigat&oacute;rias estas exig&ecirc;ncias. Por outro lado, n&oacute;s fizemos a discuss&atilde;o no ano passado e continuamos discutindo, inclusive na pr&oacute;pria C&acirc;mara Federal. Em agosto, foi instalada a Frente Parlamentar da Engenharia, constitu&iacute;da por deputados engenheiros. N&oacute;s temos reuni&otilde;es a cada 15 dias para fazer com que se agilize a san&ccedil;&atilde;o dessas leis. Por outro lado, atrav&eacute;s dos 27 conselhos regionais de engenharias, das nossas quase duas mil inspetorias e dos profissionais, de lideran&ccedil;as, inspetores, conselheiros e presidentes de Creas, temos feito um trabalho com a nossa fiscaliza&ccedil;&atilde;o, no sentido de preven&ccedil;&atilde;o e de orientar a sociedade da import&acirc;ncia de cumprir o que j&aacute; existe hoje. Porque em cada estado j&aacute; existem leis, em alguns estados, mais avan&ccedil;adas&#8230; Mas o grande problema &eacute; que n&atilde;o existe uma lei equ&acirc;nime para todo o pa&iacute;s. Cada estado faz suas leis e, consequentemente, sem as leis, fica dif&iacute;cil de operacionalizar. Mas n&oacute;s temos agido atrav&eacute;s da estrutura do nosso conselho de profiss&atilde;o que tem por finalidade a fiscaliza&ccedil;&atilde;o do exerc&iacute;cio e das atividades da engenharia. Estamos dando aten&ccedil;&atilde;o especial para esta &aacute;rea de seguran&ccedil;a do trabalho e de seguran&ccedil;a a combate a inc&ecirc;ndio destes estabelecimentos que tenham grande concentra&ccedil;&atilde;o de p&uacute;blico.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Leilane Neubarth<\/strong> &#8211;<strong> N&oacute;s noticiamos aqui na Edi&ccedil;&atilde;o das Seis que, no &uacute;ltimo ano, infelizmente, cresceu o n&uacute;mero de den&uacute;ncias sobre propinas para que essas casas noturnas consigam o alvar&aacute; de funcionamento. O senhor tem consci&ecirc;ncia disso? O senhor tem informa&ccedil;&atilde;o sobre isso?<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Jos&eacute; Tadeu da Silva<\/strong> &#8211; Sim, perfeitamente, n&oacute;s sabemos que no Brasil as coisas funcionam desta forma: tem l&aacute; um funcion&aacute;rio que n&oacute;s n&atilde;o sabemos, que ningu&eacute;m sabe quem &eacute;, que fica respons&aacute;vel por conceder alvar&aacute;s de obras, para constru&ccedil;&atilde;o, e tamb&eacute;m depois para funcionamento. E o que o Conselho coloca &eacute; que tenha o profissional habilitado. Primeiro porque a avalia&ccedil;&atilde;o destes projetos, se atende ou n&atilde;o as normas de seguran&ccedil;as, tem que ter o conhecimento de um profissional. E, realmente, ocorrem estes tipos de desvios. N&oacute;s, do Conselho de Engenharia, n&atilde;o temos o poder de embargo de uma constru&ccedil;&atilde;o, nem de lacre. Nossa legisla&ccedil;&atilde;o n&atilde;o nos permite. Atrav&eacute;s da Frente Parlamentar, onde temos reuni&otilde;es a cada 15 dias, batemos sempre nesta tecla de que temos que atender a esta demanda e alterar a lei para colocar ao Conselho de Engenharia e Agronomia o poder de lacre porque se n&oacute;s formos contemplados na lei, neste sentido, n&oacute;s podemos lacrar, no caso do alvar&aacute;, e at&eacute; apurar as responsabilidades, se for um profissional habilitado dentro do Sistema de Engenharia.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Leilane Neubarth<\/strong> &#8211; <strong>Senhor Jos&eacute; Tadeu, os senhores n&atilde;o t&ecirc;m autonomia para lacrar o ambiente, agora o senhor n&atilde;o tem como mobilizar os &oacute;rg&atilde;os que t&ecirc;m essa autonomia ou exigir a puni&ccedil;&atilde;o dessas casas noturnas que est&atilde;o pagando propina para conseguir esse alvar&aacute;?&nbsp;<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Jos&eacute; Tadeu da Silva<\/strong> &#8211; N&oacute;s temos o papel da fiscaliza&ccedil;&atilde;o do exerc&iacute;cio das atividades profissionais, no sentido de garantir &agrave; sociedade o conhecimento, o not&oacute;rio saber t&eacute;cnico-cient&iacute;fico, para que essas normas, essas exig&ecirc;ncias, garantam a seguran&ccedil;a e prote&ccedil;&atilde;o &agrave; sociedade. Com rela&ccedil;&atilde;o a esses desvios, inclusive criminais, se o Conselho tem conhecimento de alguma coisa nesse sentido, n&oacute;s encaminhamos ao Minist&eacute;rio P&uacute;blico, que &eacute; o &oacute;rg&atilde;o competente para fazer esses processos. No caso da Engenharia, em todas as vezes que se tenha conhecimento do desvio de um profissional, o Conselho age com um processo &eacute;tico, com julgamento e at&eacute; cancelamento do registro. E encaminhamos, depois da parte administrativa do Conselho, para os &oacute;rg&atilde;os respons&aacute;veis do Judici&aacute;rio, Pol&iacute;cia Federal, Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal e por a&iacute; em diante.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Leilane Neubarth<\/strong> &#8211; <strong>Senhor Jos&eacute; Tadeu, o senhor tem filhos?<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Jos&eacute; Tadeu da Silva<\/strong> &#8211; Tenho, tenho quatro filhos.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Leilane Neubarth<\/strong> &#8211;<strong> O senhor fica tranquilo quando eles saem &agrave; noite para as boates, pra badalar, pra azarar?<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Jos&eacute; Tadeu da Silva<\/strong> &#8211; Como todo cidad&atilde;o brasileiro, quando nossos filhos ligam para casa dizendo que est&atilde;o em uma boate, l&oacute;gico, a gente fica muito preocupado, l&oacute;gico, a gente nem dorme direito, como todos os pais e m&atilde;es. Porque em uma trag&eacute;dia como esta da boate Kiss poderiam estar minhas filhas l&aacute;, e todo cidad&atilde;o, todos os pais, raciocinam desta forma. Obviamente que dentro das nossas atividades do Conselho Federal e do Conselho Regional de Engenharia do Rio Grande do Sul, nossos fiscais estiveram l&aacute;, fizemos laudos, fizemos todo o trabalho. E estamos fazendo a nossa parte pressionando o Congresso no sentido de que sancione estas leis para que nos d&ecirc; condi&ccedil;&otilde;es de cumprirmos com mais efici&ecirc;ncia e efic&aacute;cia o papel que foi delegado pela lei aos conselhos de profiss&otilde;es. Ou seja, n&atilde;o ficar somente na prerrogativa de fiscalizar o exerc&iacute;cio profissional e as atividades. N&oacute;s podemos agir com mais rigor. Inclusive, temos um projeto na C&acirc;mara, n&atilde;o votado por a pauta estar trancada, um projeto de mais de uma d&eacute;cada, que transforma em crime o exerc&iacute;cio ilegal da profiss&atilde;o, que hoje &eacute; apenas contraven&ccedil;&atilde;o penal, o que fragiliza as a&ccedil;&otilde;es do Conselho. Mas obviamente que como pai e os demais brasileiros na mesma situa&ccedil;&atilde;o, temos a mesma preocupa&ccedil;&atilde;o que todo pai e toda m&atilde;e tem.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Leilane Neubarth<\/strong> &#8211; <strong>Senhor Jos&eacute; Tadeu da Silva, vamos torcer para que os nossos congressistas, deputados e senadores, tenham tamb&eacute;m essa preocupa&ccedil;&atilde;o com os filhos ou com primos ou com sobrinhos, para que eles entendam a prioridade da aprova&ccedil;&atilde;o dessas propostas. Muito obrigada pela sua participa&ccedil;&atilde;o e pelos seus esclarecimentos.<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Jos&eacute; Tadeu da Silva<\/strong> &#8211; Eu &eacute; que agrade&ccedil;o.&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Atento &agrave; seguran&ccedil;a da sociedade, o Sistema Confea\/Crea luta por uma lei exclusiva para preven&ccedil;&atilde;o de inc&ecirc;ndios. O assunto, que j&aacute; vinha sendo debatido pelas lideran&ccedil;as do Sistema, ganhou destaque ap&oacute;s o acidente na boate Kiss, em Santa Maria (RS), que completa um ano nesta segunda-feira (27). 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