{"id":17104,"date":"2018-05-22T17:00:21","date_gmt":"2018-05-22T21:00:21","guid":{"rendered":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/?p=17104"},"modified":"2018-05-23T16:45:57","modified_gmt":"2018-05-23T20:45:57","slug":"camara-setorial-tematica-em-favor-da-engenharia-discute-projeto-para-valoracao-do-capital-natural-do-estado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/camara-setorial-tematica-em-favor-da-engenharia-discute-projeto-para-valoracao-do-capital-natural-do-estado\/","title":{"rendered":"C\u00e2mara Setorial Tem\u00e1tica em favor da engenharia discute projeto para valora\u00e7\u00e3o do capital natural do estado"},"content":{"rendered":"<p><em><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-17095\" src=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/164030-1-1024x683.jpg\" alt=\"\" width=\"524\" height=\"349\" srcset=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/164030-1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/164030-1-360x240.jpg 360w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/164030-1-768x512.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 524px) 100vw, 524px\" \/>Professor em Economia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e membro da Associa\u00e7\u00e3o dos Engenheiros Agr\u00f4nomos de Mato Grosso (AEA-MT), Carlos Chicoli, apresentou metodologia que ser\u00e1 aplicada<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Em sua nona reuni\u00e3o de trabalho, a\u00a0C\u00e2mara Setorial Tem\u00e1tica que discute o fortalecimento da engenharia e o desenvolvimento log\u00edstico de Mato Grosso deu continuidade, na manh\u00e3 desta ter\u00e7a-feira (22\/05), \u00e0s discuss\u00f5es para\u00a0implementa\u00e7\u00e3o da avalia\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica do capital natural regional, bem como do valor dos servi\u00e7os da natureza nos processos decis\u00f3rios pol\u00edticos e econ\u00f4micos do estado. A proposta foi encaminhada para debate na CST da AL\/MT para embasar a cria\u00e7\u00e3o de um projeto de lei, a pedido do\u00a0 Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT), da Associa\u00e7\u00e3o dos Engenheiros Agr\u00f4nomos de Mato Grosso (AEA-MT) e da Associa\u00e7\u00e3o Mato-grossense de Engenheiros Florestais (Amef).<\/p>\n<p>O professor em Economia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e membro da Associa\u00e7\u00e3o dos Engenheiros Agr\u00f4nomos de Mato Grosso (AEA-MT), Carlos Chicoli, apresentou a metodologia para valora\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os ecossist\u00eamicos no estado. Ela segue o modelo estabelecido pelo projeto TEEB (sigla em ingl\u00eas para \u201cA Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade\u201d), que visa avaliar o benef\u00edcio econ\u00f4mico da diversidade biol\u00f3gica, os custos da perda dessa biodiversidade e a rela\u00e7\u00e3o entre a falta de investimento em a\u00e7\u00f5es preventivas e os custos da conserva\u00e7\u00e3o efetiva da biodiversidade.<\/p>\n<p>Considerado um grande passo no que se refere \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o do planeta, o estudo independente liderado pelo Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) foi lan\u00e7ado em 2007. Em 2010, durante a 10\u00aa Confer\u00eancia das Partes da Conven\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre Diversidade Biol\u00f3gica (CDB) de Nagoia, no Jap\u00e3o, foi apresentado o primeiro relat\u00f3rio global. E o primeiro relat\u00f3rio brasileiro foi entregue em 2010.<\/p>\n<p>A ideia, segundo ele, \u00e9 fazer um TEEB para Mato Grosso, considerando toda sua potencialidade regional. A proposta prev\u00ea tr\u00eas etapas para\u00a0implementa\u00e7\u00e3o do projeto, sendo elas: a valoriza\u00e7\u00e3o de \u00c1reas de Preserva\u00e7\u00e3o Permanente (APP) e de \u00c1reas de Reserva Legal (ARL); al\u00e9m do sistema TEEB para pagamento de servi\u00e7os locais e TEEB para formuladores de pol\u00edticas locais e regionais. Com isso Mato Grosso dever\u00e1 ser o primeiro estado a apresentar um projeto regionalizado do TEEB.<\/p>\n<p>\u201cA iniciativa vai ajudar os tomadores de decis\u00e3o locais a compreender o valor do capital natural em suas regi\u00f5es assim como dos servi\u00e7os oferecidos pelos ecossistemas, e considerar os benef\u00edcios da natureza na formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas locais, tais como o gerenciamento urbano, ordenamento territorial e gest\u00e3o de \u00e1reas protegidas. E principalmente, garantir desenvolvimento econ\u00f4mico sustent\u00e1vel\u201d, afirmou o presidente da CST, assessor parlamentar e de assuntos institucionais do Crea-MT, Eloi Pereira.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-17094\" src=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/164029-1-1024x683.jpg\" alt=\"\" width=\"424\" height=\"283\" srcset=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/164029-1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/164029-1-360x240.jpg 360w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/164029-1-768x512.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 424px) 100vw, 424px\" \/>O professor da faculdade de Economia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Alexandre Faria, participou da discuss\u00e3o e chamou aten\u00e7\u00e3o para que o estudo tamb\u00e9m alcance a quest\u00e3o dos incentivos financeiros que recompensa a boa administra\u00e7\u00e3o de capital natural local e tamb\u00e9m sobre as indeniza\u00e7\u00f5es para recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas. \u201cPrecisamos refletir se o modelo que temos hoje est\u00e1 certo, ou se essa pol\u00edtica precisa mudar\u201d, afirmou. Segundo ele essas s\u00e3o quest\u00f5es muito importante considerando a rica biodiversidade de Mato Grosso e a economia baseada na larga produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, que causa s\u00e9rios preju\u00edzos a natureza.<\/p>\n<p>O presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Engenheiros Agr\u00f4nomos de Mato Grosso (AEA-MT), Gabriel Mancilla destacou a import\u00e2ncia dos debates e das audi\u00eancias para constru\u00e7\u00e3o de um projeto fiel a realidade do estado. \u201c\u00c9 preciso que todos os envolvidos participem das discuss\u00f5es para expor suas experi\u00eancias, dificuldades e demandas para construir um projeto que atenda verdadeiramente a biodiversidade rica que Mato Grosso possui\u201d, defendeu.<\/p>\n<p>O tema continuar\u00e1 sendo discutido na pr\u00f3xima reuni\u00e3o marcada para o dia 26 de junho.<\/p>\n<p><strong>C\u00e2mara Setorial Tem\u00e1tica<\/strong> &#8211;\u00a0 A CST que foi instalada em agosto de 2017, tem um prazo diferente do habitual e encerrar\u00e1 em dezembro deste ano (2018). Ela \u00e9 presidida pelo representante do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-MT) Eloi da Silva Perreira, e o advogado Ricardo Riva, servidor da Casa, \u00e9 o relator.<\/p>\n<p>A CST conta ainda com a participa\u00e7\u00e3o de representantes da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT), do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), da Eletrobr\u00e1s, da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Mato Grosso (Fiemt), da Companhia de Minera\u00e7\u00e3o de Mato Grosso (Metamat), da Associa\u00e7\u00e3o dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), e de diversas secretarias da administra\u00e7\u00e3o estadual.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><em><strong>*Equipe de Comunica\u00e7\u00e3o do Crea-MT (Com Assembl\u00e9ia Legislativa)<\/strong><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Professor em Economia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e membro da Associa\u00e7\u00e3o dos Engenheiros Agr\u00f4nomos de Mato Grosso (AEA-MT), Carlos Chicoli, apresentou metodologia que ser\u00e1 aplicada Em sua nona reuni\u00e3o de trabalho, a\u00a0C\u00e2mara Setorial Tem\u00e1tica que discute o fortalecimento da engenharia e o desenvolvimento log\u00edstico de Mato Grosso deu continuidade, na manh\u00e3 desta [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":17095,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-17104","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17104","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17104"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17104\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17105,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17104\/revisions\/17105"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/17095"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17104"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17104"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17104"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}