{"id":1628,"date":"2014-07-24T15:32:00","date_gmt":"2014-07-24T18:32:00","guid":{"rendered":"https:\/\/crea-mt.org.br\/portal\/prazo-para-lixoes-se-adequarem-a-aterros-sanitarios-terminara-em-30-de-agosto\/"},"modified":"2014-07-24T15:32:00","modified_gmt":"2014-07-24T18:32:00","slug":"prazo-para-lixoes-se-adequarem-a-aterros-sanitarios-terminara-em-30-de-agosto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/prazo-para-lixoes-se-adequarem-a-aterros-sanitarios-terminara-em-30-de-agosto\/","title":{"rendered":"Prazo para &#8220;lix\u00f5es&#8221; se adequarem a aterros sanit\u00e1rios terminar\u00e1 em 30 de agosto"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify\">\n\t<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"\/img_site\/images\/dentro%2002(7).JPG\" style=\"margin: 5px;width: 300px;height: 183px;float: left\" \/>Membros do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT), catadores e trabalhadores do aterro de V&aacute;rzea Grande, da Prefeitura de V&aacute;rzea Grande, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) e do Minist&eacute;rio P&uacute;blico, se reuniram no dia 17 de julho, no &quot;lix&atilde;o&quot; de V&aacute;rzea Grande, a pedido do juiz da Vara Especializada de Fazenda P&uacute;blica da cidade, Jones Gattass Dias, para conhecer as reais condi&ccedil;&otilde;es do local, j&aacute; que o prazo para transformar o &quot;lix&atilde;o&quot; em um aterro sanit&aacute;rio terminar&aacute; no dia 30 de agosto.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\tPara o engenheiro civil do Crea-MT, Archimedes Pereira Lima Neto, &eacute; imposs&iacute;vel cumprir o prazo determinado pela<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"\/img_site\/images\/dentro%2003(1).JPG\" style=\"margin: 5px;float: right;width: 300px;height: 225px\" \/> lei n&ordm;12.305\/2010 que instituiu o Plano de Res&iacute;duos S&oacute;lidos e a constru&ccedil;&atilde;o dos aterros sanit&aacute;rios em todos os munic&iacute;pios brasileiros at&eacute; o fim de agosto deste ano. &quot;A diferen&ccedil;a entre o &#039;lix&atilde;o&#039; e o aterro sanit&aacute;rio &eacute; a maneira como os res&iacute;duos s&atilde;o manejados. Com a implanta&ccedil;&atilde;o do aterro, diminuiria a polui&ccedil;&atilde;o e melhoraria a situa&ccedil;&atilde;o de trabalho dos catadores&quot;, disse Archimedes.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"\/img_site\/images\/dentro%2001(5).JPG\" style=\"margin: 5px;float: left;width: 300px;height: 225px\" \/>O &quot;lix&atilde;o&quot; de V&aacute;rzea Grande est&aacute; localizado em um terreno de 137 hectares, &quot;e deveria ser um aterro sanit&aacute;rio, se a legisla&ccedil;&atilde;o tivesse sido cumprida&quot;, disse Archimedes. &quot;Faltam pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para resolver esse problema, porque &eacute; vi&aacute;vel a transforma&ccedil;&atilde;o de um local utilizado como dep&oacute;sito de lixo em um local que poder&aacute; gerar renda para os trabalhadores que atuam em condi&ccedil;&atilde;o degradante atualmente&quot;, complementa o engenheiro.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\tPara Archimedes, a implanta&ccedil;&atilde;o do aterro sanit&aacute;rio poderia ser feita em tr&ecirc;s etapas, que duram entre tr&ecirc;s meses e cinco anos. A primeira delas e mais urgente &quot;&eacute; fechar as entradas para dep&oacute;sitos n&atilde;o autorizados, esses feitos por pessoas que descartam objetos inutilizados. Nessa etapa inicial, tamb&eacute;m &eacute; necess&aacute;rio utilizar tratores para compactar o lixo; implantar chamin&eacute;s de concreto para coletar o g&aacute;s; al&eacute;m de construir um galp&atilde;o coberto para separar e armazenar os materiais recicl&aacute;veis. Essas mudan&ccedil;as tamb&eacute;m contribuiriam para a melhoria nas condi&ccedil;&otilde;es de trabalho das cooperativas e dos catadores&quot;, explica.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\tA segunda etapa teria a dura&ccedil;&atilde;o de um ano e compreenderia a implanta&ccedil;&atilde;o do aterro controlado, como &eacute; o caso do aterro da capital. &quot;Em at&eacute; cinco anos o aterro sanit&aacute;rio<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"\/img_site\/images\/capa(2).JPG\" style=\"float: right;width: 300px;height: 186px;margin: 5px\" \/> estaria em pleno funcionamento. Caberia implementar os outros itens que acompanham a cria&ccedil;&atilde;o do aterro, <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"\/img_site\/images\/dentro%2004.JPG\" style=\"float: left;margin: 5px;width: 300px;height: 225px\" \/>como realizar a coletiva seletiva, em V&aacute;rzea Grande, que j&aacute; &eacute; feita em algumas cidades brasileiras&quot;, finaliza.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\tOs munic&iacute;pios que n&atilde;o se adequarem &agrave; Pol&iacute;tica Nacional de Res&iacute;duos S&oacute;lidos at&eacute; o fim do m&ecirc;s de agosto passar&atilde;o a responder por crime ambiental, com multas que variam de R$5 mil a R$50 milh&otilde;es.&nbsp;<\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Membros do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT), catadores e trabalhadores do aterro de V&aacute;rzea Grande, da Prefeitura de V&aacute;rzea Grande, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) e do Minist&eacute;rio P&uacute;blico, se reuniram no dia 17 de julho, no &quot;lix&atilde;o&quot; de V&aacute;rzea Grande, a pedido do juiz da Vara [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1629,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-1628","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1628","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1628"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1628\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1629"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1628"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1628"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1628"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}