{"id":13520,"date":"2017-10-02T14:29:28","date_gmt":"2017-10-02T18:29:28","guid":{"rendered":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/?p=13520"},"modified":"2017-10-03T09:31:34","modified_gmt":"2017-10-03T13:31:34","slug":"engenheiro-ambiental-bento-goncalo-fala-sobre-perspectivas-e-desafios-da-profissao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/engenheiro-ambiental-bento-goncalo-fala-sobre-perspectivas-e-desafios-da-profissao\/","title":{"rendered":"Engenheiro Ambiental Bento Gon\u00e7alo fala sobre perspectivas e desafios da profiss\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-13521\" src=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/22-09-Eng.-Ambiental-Bento-Gon\u00e7alo-2-344x360.jpg\" alt=\"\" width=\"344\" height=\"360\" srcset=\"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/22-09-Eng.-Ambiental-Bento-Gon\u00e7alo-2-344x360.jpg 344w, https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/22-09-Eng.-Ambiental-Bento-Gon\u00e7alo-2.jpg 766w\" sizes=\"auto, (max-width: 344px) 100vw, 344px\" \/>O engenheiro Ambiental Bento Gon\u00e7alo da Silva, de 42 anos, nasceu em Cuiab\u00e1 e atualmente reside na cidade de V\u00e1rzea Grande. Cidad\u00e3o com esp\u00edrito de luta, preocupado com as causas ambientais, um batalhador em busca de novos desafios e oportunidades, Bento optou por fazer o curso de Engenharia Ambiental, \u00e1rea que tem grande demanda de atua\u00e7\u00e3o tanto na capital, quanto no interior do Estado. Al\u00e9m da dedica\u00e7\u00e3o a profiss\u00e3o, o engenheiro destina parte de seu tempo a sua fam\u00edlia e sempre que poss\u00edvel, pratica atividades esportivas, como futebol e corrida.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>1 &#8211; Onde e quando se formou e, o que lhe motivou a fazer o curso de Engenharia Ambiental?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Me graduei em Engenharia Ambiental pelo Centro Universit\u00e1rio UNIVAG, em V\u00e1rzea Grande. A escolha veio por ser um curso novo no mercado de trabalho, com grande perspectiva de crescimento na \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o profissional.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>2 &#8211; Conte-nos um pouco de sua trajet\u00f3ria profissional como engenheiro ambiental?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Por ser um engenheiro formado a pouco tempo, acredito que j\u00e1 conquistei muitas coisas, pois participei de v\u00e1rios trabalhos, al\u00e9m de atuar em um escrit\u00f3rio de engenharia e consultoria em V\u00e1rzea Grande. Me sinto realizado por tudo que conquistei at\u00e9 agora, numa profiss\u00e3o de grande import\u00e2ncia para a sociedade, j\u00e1 que \u00e9 um ramo da engenharia dedicado a analisar impactos ambientais e propor solu\u00e7\u00f5es para alcan\u00e7ar o desenvolvimento sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>3 &#8211; Hoje como est\u00e1 sua atua\u00e7\u00e3o e qual a abrang\u00eancia da engenharia ambiental no mercado de trabalho mato-grossense?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">O curso de Engenharia Ambiental no estado de Mato Grosso pode ser considerado um dos mais \u201cjovens\u201d, por\u00e9m a demanda por profissionais dessa \u00e1rea est\u00e1 em total crescimento. \u00c9 sabido que a quest\u00e3o ambiental hoje \u00e9 considerada um dos principais problemas para a gest\u00e3o p\u00fablica e, o engenheiro ambiental vem como um profissional capacitado para desenvolver projetos e aplicar t\u00e9cnicas que minimizam impactos. Assim, o mercado de trabalho vai se ampliando nas \u00e1reas p\u00fablica e privada.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>4 &#8211; Quais foram as maiores dificuldades que voc\u00ea enfrentou no mercado de trabalho?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Uma das principais dificuldades encontradas \u00e9 a falta de conscientiza\u00e7\u00e3o sobre a import\u00e2ncia dos servi\u00e7os prestados pelo engenheiro ambiental.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>5 &#8211; O que voc\u00ea acha que \u00e9 necess\u00e1rio para que a Engenharia Ambiental se consolide no mercado, levando em conta que se trata de um curso novo, criado em 1995?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">O engenheiro ambiental \u00e9 habilitado a propor solu\u00e7\u00f5es socialmente justas e ecologicamente corretas para os problemas ambientais como polui\u00e7\u00e3o dos rios, do ar, descarte do lixo, aquecimento global, entre outros. Pode ser contratado pela iniciativa privada, \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos e o terceiro setor. Sendo assim, \u00e9 necess\u00e1ria uma maior valoriza\u00e7\u00e3o desse profissional. Acredito que com a degrada\u00e7\u00e3o e os processos produtivos cada vez mais amea\u00e7ando a qualidade de vida, os \u00f3rg\u00e3os poderiam solicitar que se tivesse um engenheiro ambiental em cada empresa ou que tivesse uma assessoria dos profissionais capacitados para estes desafios.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>6 &#8211;\u00a0Esta semana o Confea traz a Cuiab\u00e1 o\u00a05\u00b0 Preparat\u00f3rio para o F\u00f3rum Mundial das \u00c1guas, em evento que reunir\u00e1 profissionais, especialistas, pesquisadores e estudantes para debater e propor caminhos que ir\u00e3o contribuir como F\u00f3rum Mundial das \u00c1guas que acontecer\u00e1 ano que vem, em Bras\u00edlia. Qual a import\u00e2ncia da participa\u00e7\u00e3o em um evento como este?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Este evento ser\u00e1 de grande import\u00e2ncia n\u00e3o somente para Cuiab\u00e1 como para todo o Estado de Mato Grosso, por se tratar de um recurso essencial para a vida, por\u00e9m, a \u00e1gua \u00e9 um recurso finito e precisamos nos alertar principalmente sobre a maneira err\u00f4nea e exagerada relacionado a seu uso. Infelizmente j\u00e1 tivemos em 2014, no Estado de S\u00e3o Paulo, uma crise h\u00eddrica que certamente deixou um alerta a toda popula\u00e7\u00e3o brasileira e, um evento dessa magnitude em nossa cidade, servir\u00e1 para ajudar ainda mais os profissionais em todos os seguimentos, pois somente com a conscientiza\u00e7\u00e3o conseguiremos medidas mitigadoras em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 crise h\u00eddrica que j\u00e1 surte efeitos em todo o Mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>7 &#8211; Como voc\u00ea v\u00ea, como engenheiro registrado e habilitado no Conselho, a participa\u00e7\u00e3o em uma entidade de classe?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Acredito que uma entidade forte, ajuda todo o Conselho e possibilita mais representatividade para as categorias que comp\u00f5e as discuss\u00f5es dentro da Plen\u00e1ria.<\/p>\n<p><strong>8 &#8211; Para finalizar, qual recado voc\u00ea gostaria de deixar aos graduandos de Engenharia Ambiental e aqueles que pretendem cursar Engenharia Ambiental?<\/strong><\/p>\n<p>Persista, a luta \u00e9 imensa, por\u00e9m o \u00eaxito depende somente de suas atitudes e da maneira como voc\u00ea conduz a mesma e, lembre-se da import\u00e2ncia das parcerias, pois sozinho voc\u00ea vai, mas junto, voc\u00ea vai mais longe.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O engenheiro Ambiental Bento Gon\u00e7alo da Silva, de 42 anos, nasceu em Cuiab\u00e1 e atualmente reside na cidade de V\u00e1rzea Grande. Cidad\u00e3o com esp\u00edrito de luta, preocupado com as causas ambientais, um batalhador em busca de novos desafios e oportunidades, Bento optou por fazer o curso de Engenharia Ambiental, \u00e1rea que tem grande demanda de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":13556,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[12],"tags":[],"class_list":["post-13520","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-entrevista-do-mes"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13520","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13520"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13520\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13557,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13520\/revisions\/13557"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/13556"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13520"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13520"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.crea-mt.org.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13520"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}